Black lives don’t matter anymore?

A propósito do silêncio na sociedade portuguesa, sobre o assassinato de mulheres e crianças em Moçambique.

Comments


  1. Essas pessoas foram mortas por agentes da autoridade?
    Foram tratadas com mais severidade que o que seriam se fossem de outra raça?

  2. Filipe Bastos says:

    É que em África não são passeatas na avenida e subsídios para poses moralistas de Mamadous e outros chulecos.

    Em África o bicho pega e morde mesmo. Teria piada ver lá os bravos do Berloque, do Guardian ou do SOS Racismo a falar aos locais sobre discriminação, ‘micro-ofensas’ e ‘islamofobia’.

    Até lhes pagava o bilhete. Suspeito que só usariam o de ida.

    • POIS! says:

      Pois pelo contrário…

      V. Exa. teria por lá um brilhante futuro. Talvez na Gorongosa a desmascarar os espécimes mamões. As jiboias e coisas assim.

  3. Rui Naldinho says:

    Tão importante como denunciar hediondos crimes no Norte de Moçambique, é perceber antes de tudo, como é que um pretenso grupo do Estado Islâmico, atravessa quase toda a África Oriental, do Sudão ao Quénia, e deste à Tanzânia, chegando ao Norte de Moçambique, depois de atravessar o Rio Rovuma, para criar o caos e a barbárie, em Moçambique.
    O dito Estado Islâmico existe sim, mas neste momento não tem capacidade logística para fazer uma travessia de mais de 3000km, sem que haja alguém com interesses obscuros que não a religião, quem o alimente ali por perto.
    Eu até diria que em face da falência do Estado Moçambicano e da corrupção que graça nas estruturas superiores do poder político, para as cúpulas da Frelimo, o mais importante não são as etnias Marcondes vítimas desta carnificina, nem o bem estar das populações locais, mas sim o dinheiro que advém das entidades que exploram o gás natural.
    Há muita hipocrisia nesta tragédia, e não necessitamos de ir para nenhuma organização internacional mandar bitaites, que não se vislumbre as causa próximas deste crime contra a humanidade.
    Sim, mais uma vez são os brancos coadjuvados por alguns negros os responsáveis por tudo aquilo que se está a passar em Moçambique.
    A religião sempre foi um instrumento psicológico para que outros interesses se apoderem daquilo que não lhes pertence por direito próprio.

  4. POIS! says:

    Pois pois! Lembra-me aquela fábula que ouvi a um ancião muito ancião lá minha terrinha:

    Era uma vez um liberal crocodilo que, com os olhos marejados, se virou para a restante bicharada e, abrindo a sua bem torneada boquinha, vociferou: “então? Acabo de devorar uma tíbia e vocês não fazem nada? Nem dizem nada? Façam qualquer coisa! Ou as vidas desta malta já não interessam?”.

    Moral da história: a dissonância cognitiva que se apoderou do desgraçado crocodilo está a causar-lhe um sofrimento insuportável.

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