Efeitos secundários do Estado de Emergência

Quando o normal funcionamento do mercado de trabalho é travado por decreto, os trabalhadores são os principais lesados. Sob o pretexto de combater a pandemia, muitos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos foram restringidos ou até eliminados.
Presidente da República e Governo, usaram e abusaram do Estado de Emergência, adiando vidas, anulando projectos, destruindo sonhos, prejudicando a vida de muitas pessoas. Como sempre acontece, os mais qualificados, são os primeiros a porem-se ao fresco, longe do Estado, antes que os políticos voltem à carga com mais Leis…

Comments

  1. POIS! says:

    Pois é!

    Mas pior, pior, foi a lamentável deslocalização da Autoeuropa. Após uma data de greves selvagens, ou ainda piores, as linhas de montagem foram sendo encaixotadas pela calada da noite e enviadas para as Filipinas, onde se vai produzir um novo modelo o “DutertEos”.

    Enganados pelos sindicalistas comuneiros, os trabalhadores, quando chegaram á pressa vindos da Colónia de Férias da CGTP na Praia da Telha, só tiveram tempo de ver as carrinhas da FedEx e Chronopost pelas traseiras a caminho do embarque num porta-contentores rapidíssimo.

    Não se soube de nada por causa do Estado de Emergência, mas agora já tudo ao sol! Bandidos!

    • Paulo Marques says:

      Isso foi a seguir ao mercado livre das companhias de aviação e das construtoras de aviões ou antes?
      Uma pessoa perde-se no meio de tanta liberdade.

      • POIS! says:

        Deve ter sido depois!

        Estou a dizer isto porque o porta-contentores foi, entretanto, embarcado num avião cargueiro da “Air Mayan”, com bandeira das Berlengas, fabricado na véspera pela “Cotrinplane Limited”, e entretanto batizado de “Cristinjet”.

  2. Paulo Marques says:

    50? Lá se vai o SNS! O que vale é que o António fugiu da ditadura para um país onde ninguém depende da saúde do estado.
    Mas, pronto, nem tudo é mau, aí como cá, como no resto do mundo livre, não falta liberdade no trabalho nas Odemiras. Que nem são o pior

    • Paulo Marques says:

      Mais a sério, mas então não querem ser todos chulos a ganhar bem na função pública? A começar pelos técnicos de diagnóstico, sem carreira há 20 anos? Afinal ganham mal, e o estado não é despesista na saúde com preguiçosos? Ou deixaram de ser logo depois de saírem da porta?

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