sexualidade, religião, ética, riqueza e liberdade. Tudo deles, nada vosso.

José Magalhães, um destacado militante socialista referiu-se a Paulo Rangel da forma que se vê. E fê-lo por uma razão muito simples: ele pode, os dele também. Os outros não.

Como Fernando Rosas outrora também pôde.

Porque eles podem.
A esquerda do bem, e outros só por ela autorizada, podem.

Podem tentar cercear liberdades, como o próprio Sr Magalhães se propõe fazer através de uma lei com tiques ditatoriais mas com o nome fofinho de “Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital”.  Também importa pouco que o Sr Magalhães coleccione nas suas redes sociais uma série de insultos e ameaças.  Ele é um alto quadro do PS e como tal, ele pode.

Podem isso e muito mais.
Podem mandar vir refugiados para limpar matas.
Podem ter conhecimento durante anos da existência de centenas de escravos na agricultura sem que ninguém os incomode.
E tudo isto pode ser denunciado sem que – novamente – ninguém os incomode.
Podem utilizar indianos e paquistaneses em comícios e a troco de promessas de vistos.
Nas mãos deles, tal nunca será racismo nem nenhum “ismo” maus. Até porque são eles quem definem os “ismos” maus.

Podem elogias ditaduras em Cuba ou na Venezuela. Podem levar as FARC, o partido norte-coreano ou gente da ETA a Portugal.
Podem sim, porque são eles que definem o que é ou não é ditadura.

Podem negar o Holodomor. Claro que podem. A História são eles que a escrevem.

Podem abraçar o Viktor Orban desde que esteja em causa o guito europeu. O guito que vai alimentar a bazuca deles e para benefício dos amigos por eles avalizados.

Podem atafulhar o BPN com milhares de milhões dos contribuintes e posteriormente ter o ministro autor desse esbulho a trabalhar para o banco que comprou o mesmo BPN.

Podem ter défices zero e até superavit ou dizer que os mercados confiam no seu governo, sem que tal seja austeridade ou ajoelhar-se perante “o grande capital”.

Podem fazer saltar Vitor Constâncio do largo do Rato para o Banco de Portugal. Ou do Ministério das Finanças (desde que de um governo bom) para o mesmo poiso. Eles podem.

Podem vetar seis ou sete vezes a lei do crime contra o enriquecimento ilícito. E fazerem-no as vezes que entenderem.

Podem por um familiar do seu chefe máximo a perseguir a Sandra Felgueiras e censurar uma sua investigação incómoda que seria emitida antes das eleições.

Podem perseguir a Ana Leal, a Moura Guedes ou o Carlos Enes, entre outros.

E quando os jornalistas incómodos começam a ser demais, eles publicam abaixos-assinados a ameaçar os profissionais dos media para pararem de incomodar a Dona Temido ou então terão problemas. E os jornalistas, obviamente, param.

E quando eles – dos partidos do bem – se cansam, delegam tarefas a uma maralha de putos estúpidos e pitas esganiçadas, travestidos de activistas (algo demasiado nobre para tal gente) para nos educar, atacar, limitar o pensamento e obviamente (e principalmente) vigiar. Acima de tudo, para nos vigiar.Gente acéfala, mimetizada mas ambiciosa e bem comportada.
E é assim que ora aparecem a insultar quem “despreza o SNS” por querer sair de casa nas festas de fim de ano enquanto organizam reveillons com dezenas de amigos.
Ou quando insultam todos como racistas, machistas, negacionistas ou vómitos do género, adjectivos que usam quase sempre sem razão e apenas para silenciar e marcar os outros bem marcados.
Ou quando surgem mui urbanos a receber a dona Greta e perseguem automobilistas querendo impor-lhes a bicicleta, mas ignoram p.e. que a pouca distância das suas moderninhas ciclovias, atracam cruzeiros mais poluentes que uma central de carvão.
Ou ainda, e mais recentemente, uma queriducha daquelas que vê “patriacardo machista” em todo o homem português médio mas que não quer desistir dos talibãs que considera serem “leões bárbaros mas não maldosos”.

Ou quando tentam trazer o #metoo para Portugal, mas depressa o enterram após os primeiros alvos terem sido um tipo do Bloco de Esquerda e um editor do mesmo métier. Activismo fofo, sim, mas nunca contra os deles.

Podem morrer ucranianos, trabalhadores de autoestrada, bombeiros ou civis sem que tal, jamais, incomode o Sr Cabrita.

Podem aldrabar concursos para o Tribunal Europeu.

Podem tomar de assalto toda a nomenclatura que irá acompanhar o jorrar de milhões da bazuca.

Podem impor cangas fiscais a cidadãos e PMEs enquanto oferecem broches fiscais de 110 milhões a EDP.
E podem fazê-lo sem que tal seja “capitalismo desenfreado” nem “liberalismo selvagem”.

Podem liderar a autarquia da capital e esta feder a corrupção por todos os poros, porque se alguém sequer questionar é logo catalogado como demagogo e obviamente fascista. Podem mesmo nomear um sucedâneo de Manuel Salgado para número dois da autarquia, porque a única ameaça a democracia naquela cidade é apenas e somente o queijeiro do Chega.
Podem organizar um congresso cuja mesa tem um sexto dos membros com a justiça a perna.
Podem andar anos a proteger o Sr Valdemar Alves de Pedrogão.

Podem impor teias burocráticas, serviços públicos degradados, emigração constante, uma população a envelhecer quase toda junto ao mar, crimes ambientais que se repetem sem punição, uma justiça miserável muito mais. Podem claro. Eles são o bem.

Podem aceitar a direita? Aí já depende. Se for boazinha, “humanista”, “dos valores” e outros adjectivos do dicionário que eles escreveram, então até pode. Mas só dois ou três e apenas dessa direita submissa e envergonhada, nunca de outra.

Podem escorraçar de Portugal o Rui Mateus e fazer desaparecer o seu livro.

O PS, pai de bancarrotas, escola nobre de corrupção e albergue de alguma da maior escória política portuguesa, pode.
O BE, o partido que trouxe para a política portuguesa os ataques pessoais, o populismo e o extremismo, pode.
O PCP, adulador de algumas das ditaduras mais sanguinárias, também pode.
Eventualmente, o próprio PAN que em nome da liberdade nos quer tirar o bife do prato, também pode.

Perante este cenário é perfeitamente compreensível que o Sr Magalhães se ache no direito de insultar um putativo líder do PSD.
José Magalhães é do PS e o PS é o poder. A ele, juntam-se outros partidos do bem e todos protegidos por comentadores, activistas, académicos, “nomes da cultura”, jornalistas comportados, agências de comunicação e etc.

Como tal, podem ditar o 25 de Abril como sendo um dia de festa, caso governem eles, ou então como uma “jornada de luta” e de insulto contra quem governa, caso a maioria dos tugas tenha cometido a desfaçatez de não votar na esquerda das melhores coisas do mundo e também de Portugal.

Podem impor os modelos para um político sair do armário.
Podem amarrar centenas de empresários a sua dependência.
Podem impor valores e insultar quem pense o contrário.
Podem perseguir jornalistas.
Podem criar leis para vigiar e suprimir liberdades.

Podem e continuarão a poder. E o Sr Magalhães sabe que continuará a poder. Até porque foi ele e muitos como ele que ergueram esta obra, criada e mantida a pulso e selos de qualidade digital para os bem comportados. De certa forma acaba por ser justo que eles usufruam disto de forma especial. E se não for justo, é igual. Eles serão sempre os mais iguais.

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Perante este cenário dantesco, vai-se a ver e levou rapidamente com o mesmo volume de crítica, apesar da hora, que mais um liberal, desta feita mais um desconhecido candidato à capital, a enaltecer as oportunidades do Estado Novo. E podem os três ser idiotas chapados que ninguém os impede
    Mas continue a salganhada, que já falta pouco para a narrativa do cartão partidário na FP pega. Qualquer dia. Até passa que o que ultrapassado digital implicou não seja uma arma do dia a dia. O patrão dá-lhe uma palmada nas costas amanhã, espero que valha a pena.

  2. Paulo Franzini says:

    onde o meu caro vê salgalhada, eu vejo padrão. Mas não espero que na era do twitter seja fácil de entender algo com mais de 280 caracteres. Salgalhada é misturar liberais ou os funcionários públicos nisto, mas tudo bem. Cada um faz por agradar ao patrão que tem. Prossiga.

    • Paulo Marques says:

      Também há threads no twitter, com o mesmo formato e tudo. O problema é mesmo não ser um texto com narrativa, é uma lista de “factos” considerados indiscutíveis sem qualquer espelho.

  3. JgMenos says:

    Não há corja mais daninha que esta esquerdalhada.
    Serventuários de soviéticos e do seu imperialismo por duas ou três gerações – é ver quantos esquerdalhos tem ascendentes ou estágios na delegação soviética local, vulgo PCP, ou em seus derivados.
    Assim como que serviram essa tirania, invocando ‘os mais altos valores’, com a mesma lata e as mesmas invocações transformam este país numa choldra de corruptos e de verrinosos agentes da tolerância que só a si se tolera.

  4. Paulo Marques says:

    Tão muito preocupados com os direitos digitais e aprovam a EUCD e o artigo 13º? Estão muito preocupados com a escravatura na agricultura e só a descobriram 10 anos depois, e acham que é só Odemira? Tão muito preocupados com vistos, a menos que venham lavar 50000€? Estão muito preocupados com elogios a ditadoras, mas Pinochet e a Arábia Saudita já são boas? Preocupados com atrocidades, mas em Churchill e Israel não se pode tocar? Preocuparem-se com Orban depois de anos a fazer acordos? Preocupam-se com a porta giratória, mas Poiares Maduro, Catroga, Cardona, Frasquilho são o quê? São muito preocupados com o enriquecimento ilícito, mas desde que ninguém aceda às contas? Queixarem-se da asfixia democrática quando a Sandrinha, que claramente nunca vêm, continua na RTP? Criticar medidas de contenção natalícias e culpar o governo pela vaga seguinte? Ser contra o despesismo de fundos centrista, e querer planeamento central da reindustrialização a fundo perdido? Preocuparem-se com as contas certas sem nunca as terem tido? Chorarem por ataques a Rangel e acharem que este e Mesquita Nunes não chegam a líder graças às fortes qualidades dos líderes?
    Podem tudo, porque já nem há ideologia que resista, é performativo de quem vê o mundo a falhar-lhes sem perceber porquê. Juntam tudo e todos, nem ouvem divergências; já nem se devem lembrar das certezas das cedências nos orçamentos que nunca aconteceram, nem querem saber do excesso de restrições ao Avante. Nem nunca olharam para quem aprova as leis do governo no parlamento. Porque o mundo falha. São os ídolos investidores que afinal eram todos trafulhas, e nem as Uber nem os Musks se decidem a mudar o mundo, que continua a aquecer às mãos do mercado. Vêm a precarização laboral com os trabalhadores a recusarem trabalhos de merda e não percebem porquê é que não aceitam o mercado, ficando a liberdade na gaveta. Vêm a liberalização dos combustíveis, electricidade, água, telecomunicações, transportes a falhar por completo, e é preciso continuar a fazer de conta que os socialistas controlam tudo. A desregulação da habitação leva-os a discutir como é que se adquire comprar uma casa com um empréstimos dos pais e 1 hora de deslocação. Ao contrário do prometido, as inovações logísticas encalharam as empresas, os empreendedores dos pastéis de nata tiveram que fechar, o modelo rentista foi um desastre para a qualidade e para as contas, o PISA continua a subir, nada bate certo. Nem o raio da inflação para justificar a coisa toda, nem a desunião europeia a ser suicidária a exigir maior desemprego e pobreza, e ainda por cima os modelos estrangeiros a dedicarem-se à sociopatia descarada. E a malvada China, a quem abriram os mercados e depois ofereceram monopólios, a passar pelos pingos.
    É preciso chutar para a frente, revisionar o estado novo, invocar sempre a vuvuzela sem perceber nada da mesma, criticar os media pelas notícias do neoliberalismo a falhar quando estão cheias de amigos a recontextualizá-las, combater muito selectivamente tudo o que é escrito, ignorar o que não interessa discutir, e, acima de tudo, escolher individualmente a dedo, quando não assunto a assunto, o que se defende e o que não se defende, para ter sempre lições a dar e nunca se questionar a ideologia, porque, afinal, é só senso comum. A ser falhado.

    • Paulo Franzini says:

      nunca me ouviu dizer que se fosse o PSD isto estaria melhor. Pelo que só quem apoie tal partido é que lhe pode responder. Posso no entanto dizer-lhe que a minha idade (e para minha grande felicidade) não me permitiu acompanhar de perto o cavaquismo. Mas pelo que leio desses tempos desgraçados, não perdi nada.

      A questão para mim não é ideológica. Se Portugal tiver um dia um governo de centro-esquerda decente como p,e, nos países nórdicos, então eu dormirei descansado. E nessa altura, então sim, a questão será apenas ideológica.

      • Paulo Marques says:

        Não, mas conheço a lista. Nem é que não haja críticas válidas, isso haveria a qualquer um. É que não se percebe o que resta de possível.

  5. POIS! says:

    Pois até que enfim!

    Que a Superioridade Moral da Direita põe a Superioridade Moral da Esquerda a respeito!

    Que a Mãozinha Invisível finalmente cumpre a sua missão de alívio de toda e qualquer tentativa de regulação coletivista!

    E ainda bem, porque no tempo do Salazar, essa gloriosa fase de transição para a democracia brilhantemente louvada por Haiek, não havia nada disto!

    Faz cá falta um Cotrim em cada esquina, a encorajar os desempregados de longa duração a abandonarem a zona de conforto e a tornarem-se empreendedores. Mas não podemos ter tudo.

    • Paulo Franzini says:

      O Salazar não faz cá falta nenhuma. Gente como o Sr Magalhães e os seus selos digitais cumprem bem o papel.

      • POIS! says:

        Pois tá bem!

        Se acha que eu estou aqui a defender, ou sequer a branquear, o Sr. Magalhães, pois pode ter a certeza de uma coisa: para bruxo V. Exa. não tem qualidades nem competência.

        Tente outra forma de ganhar a vida.

        • Paulo Franzini says:

          mutatis mutandis, um dia talvez aceite que nem todos os que atacam o PS e/ou as esquerdas são fachos ou sequer simpatizantes do PSD.

        • Abstencionista says:

          “Se acha que eu estou aqui a defender, ou sequer a branquear, o Sr. Magalhães…”

          (Claro que não…a avença é paga para defender e branquear a quadrlha toda).

          eheheheheh…

          • POIS! says:

            Ora pois!

            E V. Exa. farto de branquear bastos figurões direitrolhas (depois de frequência do Hotel Vitória, onde branqueava outros mais vermelhos).

            E não recebe pêvea! Que injusto!

        • POIS! says:

          Pois não se incomode, ó Abstencioneiro.

          Marre V. Exa. à vontade.

          Treine bem que em breve vai haver mais uma homenagem ao João Moura e vai surgir uma oportunidade para V. Exa.

          Não tenha medo, que a parede é de “pladur”. E não tenha pena da armação que ela cresce logo outra vez. Razões não lhe faltam.

          • Abstencionista says:

            “Encore bien que je te trouve”cher Poiô!

            (Faço de conta que não li os teus desaforos Pois a esta hora tens a desculpa de já estar borracho).

            Então como correram essas férias na estância termal na Casa Amarela em Barcelos?
            Noto pelos teus comentários acima que ainda estás zonzo…será dos electrochoques que levaste para calibrar a tola ou é do verde branco da adega cooperativa de Barcelos?

            Estimo em consideração
            eheheheheh

          • POIS! says:

            Pois pois!

            Marra, Abstencioneiro marra!

            V. Exa. está sempre obcecado pelo que os outros bebem.

            Não é preciso. A sua aguardentezinha bagaceira ao pequeno almoço é coisa que não lhe vai faltar.

            Não seja invejoso!

      • Paulo Marques says:

        Tem a mesma opinião de controlo por um deputado/governo sobre o Tribunal de Contas, Anacom, ASAE, MP, etc, que, não se limitam a uma marquinha nem se sabe onde?
        E também não gosto da lei, mas por não saber para que serve, não porque vá ter algum efeito.

  6. Filipe Bastos says:

    Os posts do Paulo Franzini costumam valer a pena. Este talvez não seja um catálogo exaustivo da hipocrisia xuxo-esquerdista, mas é certamente um bom começo.

    O Marques e o POIS, o Dupond e Dupond do Aventar, assumiram logo que ele estava a defender a direita: mais um adepto do PSD, do Chega, do Salazar, do Pinochet, o costume. No benfica-sporting da política, ou pulhítica, não há lugar para a autocrítica.

    E no entanto, tudo que Frazini escreveu é verdade. Veja-se só um dos casos do Cabrita: fosse um ministro de Passos a atropelar um trabalhador e a agir assim, que se diria?

    Ou a tragédia de Pedrógão, ou a sondagem que o FDP do Costa pediu a seguir – fosse com Passos, que diria a esquerda? Que não diriam o BE e o PCP, o Marques e o POIS?

    Creio que falta ao post distinguir a esquerda da máfia chamada ‘Partido Socialista’; são coisas diferentes. De acordo quanto à hipocrisia woke da esquerda, leia-se BE e PCP, e à sua conivência com o PS. Mas este não é esquerda; nunca o foi.

    O PS é o poder. O regime. O maior esgoto a céu aberto do país. E é mais que tempo de os esquerdistas, incluindo o Dupond e Dupond, deixarem de branqueá-lo. Bardamerda mais o ‘mal menor’.

    • Paulo Franzini says:

      por muito que eu lhes diga que não quero nada com o PSD, eles nunca aceitarão. As mentalidades dos entricheirados nunca falham: se estás contra o Costa é porque tens saudades do PSD.
      No início até eram divertidos…

      • POIS! says:

        Pois mais uma!

        Nunca me passou pela cabeça que o Sr. Franzini fosse do PSD!

        Cada tiro seu melro!

        E também, se fosse a si, também não confiava nas vidências do Mestre Bastos.

      • Comerciante says:

        “por muito que eu lhes diga que não quero nada com o PSD”

        Comerciante sou eu e não sou tão mentiroso

      • Paulo Marques says:

        Se for pela terceira via, ainda pior.

    • Paulo Marques says:

      Não é preciso inventar que alguém defendeu o Cabrita; sem sarcasmo, tinha tanto por onde escolher, e foi inventar uma mentira. Compreende que se desconfie que isso é por agenda?
      Isto é uma democracia, tem-se as escolhas no boletim que fazem acordos de acordo com os resultados. Quando houver alguma que seja atribuir tudo a um conjunto de peritos impolutos vindos de qualquer lado, a gente discute a sua alternativa. Até lá, pelos vistos, só vai continuar a criticar quem vá impedindo algum roubo ao trabalho e reduzindo a descriminação, apoiando quem o faria. E nisso não vamos estar de acordo.

      • Filipe Bastos says:

        Não inventei nada: não afirmei que v. defende o cabrão do Cabrita, apenas que se fosse um ministro do Passos “que se diria”. Ou seja, a esquerda e os media poupam o cabrão do Cabrita. E v. também. Branqueia-o por omissão.

        O que v. e o POIS defenderam, activamente e não apenas por omissão, foi a filha-da-putice do Costa após Pedrógão. V. até tentou justificar o focus group como “auscultar as pessoas” ou uma treta assim. Nojo.

        Quanto a “impedir o roubo ao trabalho”, admito que o PCP e o BE o queiram impedir. Mas são coniventes com o PS: a maior máfia do país, que rouba o trabalho e o resto, que se enche à nossa conta, que enterra o país e o dá a mamões, que sai sempre impune, e que pessoas como v. insistem em tolerar e branquear. E nisso não vamos estar de acordo.

        • Paulo Marques says:

          Nem isso é verdade, já disse que ninguém percebe porque lá anda.
          O que é verdade é que quer rédea livre ao outro partido elegível se não puder cumprir o sonho de ver o país destruído de cima a baixo. O resto são balelas.

  7. Tamos bem ! says:

    Não há pachorra para ler este neo fascista .

    • Paulo Franzini says:

      Olha que chato. E eu que escrevi isto tudo só para si.

    • Tuga says:

      Acha que sim ?

      Eles só andam há quase 100 anos a dizer o mesmo.
      Mas ás vezes aparecem os modernos “liberais”, a dizer o mesmo por outras palavras.

  8. António Torres says:

    “O PS, pai de bancarrotas…

    Leia isto publicado aí no Aventar:

    https://aventar.eu/2015/08/11/deixem-se-de-merdas-e-contem-a-verdade-aos-portugueses-a-direita-esteve-em-todas-as-intervencoes-do-fmi/

    P.S.-Ontem quis publicar esta informação mas foi censurada.

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