O texto é do historiador António Araújo. No Diário de Notícias. Está tudo dito.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O texto é do historiador António Araújo. No Diário de Notícias. Está tudo dito.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Pois é!
Eu, por acaso…
Sempre disse que o Arouca, já que tinha gasto dinheiro para vir à Luz, não iria querer sair de mãos a abanar!
Sempre disse, o meu erro foi, por modéstia, ter verbalizado muito baixinho.
O Envangelista ainda tentou enganar a malta a dizer que o que queria era “jogar o jogo pelo jogo”, não estava á espera de trazer nada, mas a mim nunca me enganou!
Agora há parvos a gritar “escândalo!”, “surpresa!”. Que cambada!
A opinião do historiador António Araújo, que leio com interesse no Expresso, não é por isso mais válida do que a dos 3 Generais, os quais, se bem ouvi nas televisões, apenas se limitaram a ir buscar as causas remotas desta guerra. Mais, limitaram-se a demonstrar como foi um erro o alargamento da NATO a Ocidente. Talvez isso custe nos custe a aceitar mas é a realidade.
Acresce que a opinião de António Araújo é apenas a sua visão dos factos. Não pode nunca ser prevalecente em relação, por exemplo, a outros historiadores portugueses, como Pacheco Pereira, Irene Flunser Pimentel, Fernando Rosas, ou até mesmo Rui Tavares, isto para não citar mais alguns.
Há opiniões para todos os gostos:
Robert Gates, secretário de Defesa dos EUA nos governos de George W. Bush e Barack Obama. Na sua autobiografia “Memoirs of a Secretary at War”, de 2015, afirmou que a expansão tão rápida da aliança militar ocidental é um erro. “Tentar trazer a Geórgia e a Ucrânia para a NATO foi verdadeiramente uma provocação exagerada.” Gates afirmou que os EUA e a Europa não se deram conta do grau de humilhação de Moscovo, diante do fim da União Soviética. Comparou o episódio à queda do império czarista, em 1917. Diante desse fato, o Ocidente reagiu com arrogância ante Moscovo. Isso teria causado ressentimento e amargor. A expansão da NATO acentuou esse sentimento. “As raízes do Império Russo remontam a Kiev do século IX. Então, isso [tentar trazer a Ucrânia e a Geórgia para a Otan] foi uma provocação especialmente colossal. Estavam os europeus, além dos norte-americanos, dispostos a enviar seus filhos e filhas para defender a Ucrânia e a Geórgia? Dificilmente”, escreveu Roberto Gates.
Enfim, podia colocar aqui mais de uma dezena de opiniões de perigosos “esquerdistas norte americanos, ingleses e australianos”, todos eles antigos governantes, sobre o alargamento da OTAN, que esta discussão nunca mais acabava.
A nossa sorte é não vivermos todos nós o tempo suficiente para que as nossas próprias contradições na análise destes eventos trágicos, ainda bem que só ocorrem de tempos a tempos, para cairmos na esparrela de numa situação inversa, darmos o dito por não dito sobre o nosso próprio juízo de opinião.
Correção:
… Mais, limitaram-se a demonstrar como foi um erro o alargamento da NATO a Leste.
O ‘erro’ tem dois fundamentos:
1) os países que pediram a adesão à NATO não têm palavra no assunto.
2) A não adesão desses países não propiciaria o avanço do imperialismo soviético
Nota: a Suécia e a Finlândia nunca fizeram parte do bloco soviético, tendo esta última tido que lutar para o evitar).
a contrario – não aceitar a Ucrânia na Nato levou a Rússia a invadi-la.
O contabilista sabe mais que os estrategas da guerra fria; uh huh.
Porque odeias a NATO, Menos?
Tudo te confunde!
Lê devagarinho.
Pois, se não entenderam, devem ler urgentemente o “best-seller” “Menos, General Russo”.
Podem optar pelo “pack especial” que traz como brindes uma garrafa de “Vodka Sacavém” e uma lata de ovas de intrujão (postas pelo próprio).
Um militar tem por ofício cumprir os objectivos que lhe são propostos.
Se a ordem é invadir, invocam os factores que favorecem a missão.
Se a ordem é defender, invocarão os factores adversos à invasão.
Se os querem ouvir como militares têm que lhes propôr uma das opções.
Ora pois!
O melhor era mesmo mandar uns para Moscovo e outros para Kiev. Para dar mais realismo à coisa.
Porque como já dizia Napoleão: “Ci c’est pour y aller, allons-y; si c’est pour rester, on reste. Si l’ordre est d’envahir, nous envahissons, si l’ordre est de défendre, nous défendons”.
Mas não ficou por aqui! Com a sua voz de trovão, proclamou entre tiros de canhão:
“Ou bien que nous sommes de notre côté, ou bien que nous sommes de l’autre côté. Notre coté son les bons, l’autre coté, sont les mauvais. C’est baguette, baguette, fromage, fromage!”.
Colossal!
Mais uma razão pelo qual estão calados até à reserva, mas também porque depois dizem o que lhes apetece.