
Na Segunda-feira, dia imediatamente a seguir à primeira volta das eleições brasileiras, o governo Bolsonaro anunciou a antecipação de prestações sociais.
A extrema-direita a antecipar prestações sociais para fazer campanha, precisamente aquilo de que acusa a esquerda de fazer.
A extrema-direita que demoniza prestações sociais, com o seu discurso moralizador e punitivo sobre aqueles “que não querem trabalhar” e preferem “mamar do Estado”.
A usar o Estado, que quer pequeno, para fazer campanha.
O Estado e os recursos do Estado.
Dinheiro dos impostos dos brasileiros.
Que Bolsonaro e os seus apoiantes dizem querer cada vez mais baixos.
Sendo que sempre que eles descem, desce também a receita fiscal que permite medidas como apoios sociais aos mais desfavorecidos, sempre os primeiros a perder.
Que Bolsonaro irá agora usar como arma política. Paga com recursos do Estado financiados pelos impostos que quer pequenos.
No primeiro dia de campanha para a segunda volta.
Ignorando, como um campeão, o tecto de gastos com este tipo de prestações, imposto pelo próprio Bolsonaro, para fazer precisamente aquilo que o levou a impor esse limite.
A extrema-direita. Do discurso moralizador e punitivo. Do Estado pequeno e dos impostos baixos, sobretudo para quem paga os outdoors. Do ódio aos mais desfavorecidos, que nunca querem trabalhar. A contornar a lei, a sua própria lei, para usar prestações sociais como instrumento de propaganda.
Haver quem ache que esta gente vem mudar o mundo para melhor é um delírio colectivo que nunca irei perceber. Tire-se o chapéu à sebenta do Bannon. O gajo sabe o que faz.






Inaceitável!
A compra de votos é um exclusivo da esquerdalhada como se atrevem a imitá-la sem a lenga-lenga dos coitadinhos, dos vitimados, dos explorados?
Que insensibilidade social!
Pois, pois! Tá bem, vespa asiática!
Prá direitrolhada vale tudo! Até o que abomina nos outros!
Boa amostra de coerência salazaresca!
Ainda hei-de ler que Putin, Bannon e Trump causaram o 11 de Setembro e a morte do Kenedy. Cada vez falta menos.
Além de teres pouca experiência de vida ainda afirmas que a direita de Bolsonaro é extrema-direita? Vocês, leram todos o mesmo livro e vomitam todos as mesmas ideias? Não têm pensamentos próprios? Não conseguem pensar pela própria cabeça?
O que se passa com esta geração acéfala!?
Queres dizer que esta táctica da entrega de subsídios só poderá ser utilizada pela esquerda, ou utilizando a tua generalização, pela extrema-esquerda???
Qua raio de pseudo intelectuais esta sociedade está a criar?
Como dizia Saramago, não existe nem esquerda nem direita. O que existe sim é um bando de ladrões que se organizaram para roubar o povo que trabalha.
Pois cá vai mais uma vez…
Pois, pois! Tá bem, vespa asiática!
Prá direitrolhada vale tudo! Até o que abomina nos outros!
Boa amostra de coerência Estuporesca!
Quanto á suposta afirmação do saramago: é falsa!
Leia Vosselência aqui, numa publicação insuspeita de ser de esquerda:
https://observador.pt/factchecks/fact-check-saramago-disse-que-nao-havia-esquerda-ou-direita-em-portugal-mas-apenas-um-bando-de-salafrarios/
Citando Vosselência: “Qua raio de pseudo intelectuais esta sociedade está a criar?”
Ora pois: “Qua raio?” Direitrolhas citadores de trampa faicebuqueira tuitada no instagrame? Adoradores de rachadinheiros brasucas?
Ah! Mais frases de Saramago, para futuras citações:
“Obviamente vomito-o!”
“Subsidiodependência ou Morte!”.
“Primeiro apanha-se, depois amanha-se!”
“Há mar e mar, há nadar ó afogar!”
“Dei um pontapé numa pedra e lixei um sapato. Mas não faz mal porque com ela vou construir um hotel de 20 andares!”.
PS. Se precisar de mais, por favor, não se acanhe, ó Estupor. No sítio de onde estas vieram, há lá muitas!
Alimenta milícias privadas, alimenta a destruição da terra, alimenta a ocupação à força, alimenta a limpeza étnica, alimenta a violência contra o crime real, o crimezinho, e o crime imaginado, alimenta uma cambada de amigos e familiares, alimenta o estado evangélico dentro do estado, e só acaba com o alimento, educação, e saúde do povo, e, bem, a economia, mas é um centrista fofinho.
Devolver o que tirou para voltar a tirar outra vez é o mínimo dos defeitos.