
Vocês (nós) que continuam a votar nos partidos do sistema. Vocês (nós) que continuam a pagar os impostos sem ai nem ui. Vocês (nós) que continuam a aceitar ter serviços públicos de merda pagando imposto de nórdicos. Vocês (nós) que continuam mais revoltados com o golo em fora de jogo contra o vosso clube do que com a mão que embala os vossos impostos para as mordomias dos senhores da política. Vocês (nós) que se irritam mais com as entrevistas do Ronaldo do que com as tristes figuras do Presidente da República. Vocês (nós) que preferem votar no que rouba mas faz na vossa autarquia do que ouvir gajos que sejam sérios e que se limitam a dizer a verdade. Vocês (nós) que preferem a novela da TV a pensar e agir em colectivo contra a forma como esta merda é sugada pelos mesmos de sempre.
Vocês (nós) não se podem queixar da senhora dos 500 mil ou de qualquer um dos outros senhores de outros tantos 500 mil dos nossos impostos gastos em despesas cómicas (entre telemóveis, carros de serviço, gota, férias, jantaradas e outras mordomias x 300 municípios e um sem número de institutos públicos ou direcções gerais ou o caralho a quatro) mensais todos os anos. Não, vocês (nós) não se podem queixar porque não fazem nada para o evitar. Não se organizam. Não tomam em mãos a acção. Na verdade não quereis saber. E nem vos passa pela cabeça organizar uma desobediência civil a, por exemplo, não pagar impostos (é onde lhes dói mais). Nada. E por isso, não se queixem sobre os 500 mil da senhora e de tantas outras senhoras e senhores. Porque vocês (nós) são cúmplices. A culpa não morre solteira. É vossa. É nossa.
Como dizia a minha avó, “quem os pariu que os lamba”. É começar a dar à língua…






E quando a cambada vos vier dizer que é a Democracia, tende por certo que é tão só a Bandalheira.
Fazer leis é saber que tem tantos anos quantos os da nacionalidade.
Dar o poder de legislar a bandalhos é que faz a Bandalheira.
Ufa, ainda bem que somos tão simples, deve ser por isso que cortar no salário, despedir, e aumentar preços é virtuoso.
O queixinhas, faz-te à vida!
A única coisa que me queixo é não assumirem que esse é o plano de governação, mas os bandalhos anti-democráticos são os outros. E tanto vale para os fachos como para os centristas responsáveis.
O Paulo Marques tem essas práCticas na sua empresa? Devia tratar melhor os seus empregados. Ou trabalhadores. Ou colaboradores, como preferir.
Qual empresa, pá? Havia de querer ir à falência ainda mais depressa? A mim não me garantem rendas para o fazer.
Já percebi. O Paulo Marques de empresários só reconhece o Amorim e o Sonae Man, o resto dos portugueses dividem-se entre assalariados, desempregados, e activistas de esquerda.
Claro que não, também há os empresários remediados, e os de falhanço em falhanço até a aquisição que os devolve à casa de partida com mais um bocadinho.
Não tem é nada de atractivo conhecer as limitações do sistema ao mesmo tempo que as próprias, lucro mais com o dinheiro parqueado num qualquer mal voltem a garantir o lucro, e ainda pago menos impostos.
Citando a saudosa Joacine (alguém tem de a recordar já que quem a pariu a apagou, tal como o Estaline fez ao Trotski): “isso é mentira”. A culpa é dos alemães, holandeses e afins, que pagam esta choldra. Dois dias depois do dinheiro parar de vir, o nosso amor colectivo à Liberdade, à Democracia, ao Estado de Direito e aos demais direitos “inalienáveis”, cujo elenco todos os dias se expande, ia pelo ralo abaixo (e não o digo com satisfação, mas com tristeza).
5*****
Uma chatice é que deixavam de ir as rendas de pertença a tão nobre clube, que tinha também que arranjar trabalho barato e mercado cativo, pois desindustrializado à medida, a outro lado. Não é a melhora altura, com tantos a ter a lata de negociar com quem querem!
Há sempre o turismo e as “experiências “. Portugal não se vergará.
Bem tentam denegrir o trabalho do Dr Costa, para meterem na gamela os laranjas e os pseudo-esquerdistas do Berloque, mas não passarão.
Portugal não se vergará porque já atingiu o limite com o peso da bandalheira dos Drs Costas e respectivas matilhas.
E os unicórnios com descontos a tudo e mais alguma coisa, não se esqueça. Também abrem portas.
Por falar em rendas, queixinhas:
– tens uma renda na saúde à custa de impostos
– tens ou terás uma renda na reforma à custa de impostos
– tens uma renda no trabalho se fores funcionário público
– tens rendas da UE em quase tudo onde pisas
– ….
Ora pois! Fala quem não tem nada disso! Nem quer!
Sim, sim! Como é público, JgMenos reside numa caverna na Serra de Aire e Candeeiros tornada como Zona Neutra, pela ONU, a seu pedido.
Só de lá sai com um Salvo Conduto para ir à Feira da Cadeira de Repouso de Santa Comba Dão, onde costuma ser orador convidado.
Isso é uma devolução mínima do valor produzido e açambarcado para o Panamá, depois trazido de volta com apagões. Mas até a saúde serve para garantir lucro, subcontratando mais caro, e só não seguiram as pensões porque não deu jeito, por muito que os fundos estejam todos falidos. Eu é mais a renda da herança, que é o para o que sou mais competente.
Quanto à renda da UE, anh? As taxas de juro para alimentar empresas financeiras com falta de liquidez depois de ser permitido açambarcar tudo são um benefício, agora?
Deixem-no trabalhar. Deixem-no trabalhar.
Obrigado, Dr A Costa.
Tadinho, que tem tantas reformas para executar, e só lhe pedem entrevistas em que nunca o deixam falar dos seus planos!!
Vai sair da reforma?
Fazer isso tudo … especialmente a parte dos impostos, seria o afundar do porta-aviões.
Então e depois … como seria … quem tomaria as redeas em representação de todos com a necessária melhoria da situação?
Você e alguns de vós já notaram que nem dentro do “magnifico” sistema temos alternativa? Miseravelmente nem sequer podemos dissolver a assembleia e ver se aparece alguém melhor?
Se nem no sistema vigente conseguimos, quanto mais noutro eventual sistema.