Nos últimos dias, tem sido notícia que a população portuguesa está a crescer.
Mas, passaram os casais portugueses a ter mais filhos?
Sim, houve um ligeiro aumento da natalidade. Mas, a razão principal foi que importou-se gente.
O aumento dos imigrantes trouxe o tão badalado crescimento da população, que tanto tem excitado alguns dos que, há pouco tempo – e bem -, alertavam para os perigos do decréscimo demográfico e do envelhecimento da população portuguesa.
Na verdade, não se fez nada de relevante para os casais se darem ao luxo de ter mais filhos. Ou sequer ter filhos. Aliás, nem sequer a garantia de coisas básicas como salários dignos e acesso à habitação, foi objecto de real preocupação política de quem tem governado o país ao longo de décadas.
Faltam salários, faltam habitações, faltam médicos de família, faltam enfermeiros, faltam professores, faltam funcionários, etc.
Em suma, falta cumprir uma Constituição que está a caminho dos 50 anos.
Talvez porque saia mais barato, preferiu-se importar gente.
Se essa importação vai ter consequências culturais e religiosas de fundo nas próximas décadas, quer para Portugal quer para a Europa em geral, é algo que, pelos vistos, não importa avaliar.
Aliás, quem se der ao trabalho de iniciar esse tema de discussão, arrisca-se a levar com rótulos na tromba de xenófobo, racista, fascista, etc. Que isto das democracias “modernas”, rótulos é coisa que não falta. E defensores da tolerância intolerantes, também não. O que só propicia a intoxicação de qualquer via de debate desapaixonado da matéria.
Nada contra em receber gente para trabalhar. Também nós, portugueses, estamos espalhados pelo mundo, porque, ao longo de séculos, fomos à procura da oportunidade ou do salário que este país teimava, e ainda teima, em não dar. E a mão-de-obra é precisa, até porque muita emigrou (ou como se dizia na era “Passista”, saiu da zona de conforto…).
Mas, é um erro fazer da imigração um privilegiado instrumento de crescimento demográfico, sem olhar a impactos culturais e religiosos futuros. E, pior ainda, sem que se garanta uma justa redistribuição da riqueza produzida no país, a par de uma real valorização do salário, e da garantia de acesso à habitação. Ou seja, sem que se dê às pessoas condições dignas para ter e criar filhos.
Não se pense que isto é matéria exclusivamente portuguesa. É antes, provavelmente, o maior desafio de sempre que a Europa tem para enfrentar. Pois está-se a pagar um preço muito alto pela concentração da riqueza e pela desindustrialização. Um preço civilizacional.






Nem que fossem portugueses e espanhóis, o ritmo de adaptação de uns a outros tem limites. A eurolândia, e não só, acha que pode resolver a crise de lucro com importação de mão de obra que depois discrimina, ao mesmo tempo que produz cada vez menos – e os danos aos terrenos ainda mal começaram.
Tem tudo para correr bem, mas ninguém se pode queixar que não merecemos.
Concordo. Existe uma faixa etária de portugueses genuinos, não de secretaria, que não vai ter netos ou se os tiver terá de se entender com eles noutra língua.
Recentemente li que 47% dos partos, o tal aumento de natalidade, é de mulheres estrangeiras, e concerteza que algumas portuguesas dos restantes 53% serão de secretaria. Em conclusão, em Portugal e restante Europa irão prosperar sociedades que nada tem com os países onde vivem, e os mesmos tal como os aprendemos simplesmente desaparecerão.
Pois claro!
Até que enfim que alguém tem coragem de denunciar o fenómeno dos “portugueses de secretaria”.
Dos quais o primeiro terá sido o próprio D. Afonso Henriques, já que foi ele que montou a secretaria.
Depois de se armar cavaleiro de secretaria, registou-se como português de secretaria, e mandou logo fechar o estaminé ao verificar que a mãe estava na bicha ao colo de um galego, o que gerou o primeiro sururu de secretaria da nossa História.
Pois claro!
Porque é que não vais ser de secretaria num lugar qualquer? Se é que não és já cá?
Pois parece-me…
Que Vosselência deverá usar esses seus dotes adivinhatórios jogando no Euromilhões.
A Santa Casa está mal de finanças. Precisa urgentemente de voltar aos lucros. “Adivinhos” da alto coturno, como parece ser o caso de Vosselência, vinham a matar!
Pum!
Pois, para isso já existes tu, embora também estejas mal de cerebro, … ups, não tens. E agora?
Contigo não é peciso adivinhar, já se percebeu a … que és.
Pois continue Vooselência Luisicaca a adivinhar…
Que é capaz de desvendar a origem dessa sua sensação de forte peso nas costas e do calor insuportável no pescoço…
O país já pouco tem a ver com o que eu nasci, e quase nada com o dos meus pais, para não falar nos meus avós. Sempre foi, e sempre será assim.
Tudo é posto a cargo da Constituição.
Traduzido significa:
Haja impostos e saques suficientes para que tudo se resolva a troco de nota e facilidades bastantes para que os tadinhos possam cumprir o seu programa de festivais e viagens turísticas; então, num primeiro passo para a reforma, pensarão em ter filhos, desde que tenham casa e emprego prá vida nos termos de conforto que permitam compensar as agruras da vida como casal parental e, à cautela, não inviabilizem um divórcio, que sempre é matéria a ter em conta nessa nova experiência que se propõem iniciar a Bem da Nação.
Tchchchch! Tchchchchch!
Pois temos de nos render a tanta argúcia, a tanto conhecimento, que vai do beco até Universo!
JgMenos tem a coragem de pôr o dedo na ferida, ainda antes da mesma estar empapada em Betadine!
E desta vez expõe o problema como transversal, comum aos portugueses de bem, aos de mal e aos de mais ou Menos!
É preciso acabar já com as agências de viagens, os “Bookings”, os Airbnb’s as companhias “low cost” e essa porcaria toda e proibir os festivais onde a malta se rebola até perder a energia toda, ou esta gente nunca mais se põe a fazer filhos!
Estão à espera de quê, ó bardinos do governo? Ainda lhes estão a baixar os impostos? Para quê? Para viajarem mais?
Ora bolas!
Não faz mal, pá; o Montenegro vai resolver a pensão da peste grisalha, fica tranquilo, vai ser tanto investimento que te vai rebentar o estômago.
Olha, tivesses mérito para ter pensão, que queres que te diga. Sai da zona de conforto e faz-te à vida, preguiçoso.