Autárquicas: as capitais dos distritos à Meia Noite I

Está complicado postar o que quer que seja sobre as autárquicas – por um lado, são os problemas técnicos na máquina do Aventar e por outro os resultados que teimam em não sair. Eis o que podemos saber:

Acima do Douro:

Viana: 50,2% para o PS, que muda de Presidente. O PSD fica com 35,2%.
Braga: 44,71% para o PS de Mesquita Machado. O PSD ficou muito perto com 41,98%
Bragança: 48,03% para o PSD. Nada de novo. O PS sobe mas continua abaixo dos 30 pontos.
Vila Real: 50,05% para o PSD. Nada de novo. O PS desce muito.
Porto: Rui Rio ganha com maioria absoluta.

Lisboa com a CDU no coração ?

As últimas é que Costa e Santana podem ficar com o mesmo número de eleitos.

A ser assim Rubem de Carvalho e a CDU ficam com as chaves da cidade na mão.

Em Castelões, Ricardo Duarte esmaga

Mais nada… e corre o risco de ser a vitória mais dilatada do PSD com 73, 97% dos votos.
São um conjunto de gente que tem o defeito de ser do PSD, mas quem não os tem. Os defeitos, claro.
De resto, perdem parte do seu tempo livre apenas e só pela vontade de ajudar. São, acredito, mais um exemplo como tantos no país e por isso os destaco aqui no Aventar.
Os meus parabéns!

Canelas – Gaia

Aqui já se ouvem foguetes.
Via telemóvel dizem-me que o PSD ganhou a junta pela primeira vez.

canelas

Estou a tentar obter os resultados oficiais!

Fatinha e Narciso foram à vida…

Vá lá, metade foram apeados. Valentim e Isaltino continuam, apesar dos processos judiciais. É a vontade da população, dir-se-á, mas é dificil perceber que em Oeiras, principalmente, onde vivem  quadros de empresas, essa questão não seja decisiva.

Em Gondomar já se explica melhor, é um meio mais pequeno, uns frigoríficos e uns bilhetes para festivais do Carreira conseguem fazer a diferença, embora seja vergonhoso.

Num caso e outro tambem há muita gente a viver mal e uma casa decente, cria fidelidades para toda a vida.

É mais um problema da Republica do que das populações, acho eu!

Lisboa e Porto sem maioria ?

Mais dificil para Costa do que para Rio mas tudo indica que não teremos maiorias absolutas nas duas maiores cidades do país.

Os cidadão estão vacinados por uns anos e bons contra as maiorias absolutas. É, assim, a Democracia que exige discussão, procura das melhores soluções. O quero, posso e mando leva muito frequentemente à prepotência e Sócrates deixou escola, quanto ao abuso.

Aqui em Lisboa, parece que o BE está muito perto de obter o seu primeiro vereador, já no Porto o BE tem muito poucas hipóteses de obter um vereador.

Apostas no Grande Porto

Gaia: PSD / CDS (Maioria Absoluta)
Porto: PSD / CDS (MA)
Gondomar: Major (MA)
Matosinho: PS
Maia: PSD / CDS (MA)
Valongo: PSD / CDS (MA)
Vila do Conde: PS (MA)
Póvoa: PSD / CDS (MA)
Feira: PSD / CDS (MA)
Paredes: PSD / CDS (MA)
Penafiel: PSD / CDS (MA)
Amarante: PS (MA)

Resultados das Eleições autárquicas

No site do Ministério da Justiça.

Afluência às urnas em bom ritmo

Parece ser o primeiro resultado. Uma abstenção menor que nas eleições anteriores, o que atendendo a esta frequência, três actos eleitorais em tão curto espaço de tempo, mostra que as pessoas querem dizer coisas, que só vamos saber daqui a uma hora e tal.

Entretanto, há um rodopio de figuras conhecidas a serem filmadas no momento de votar e que depois debitam umas banalidades. O Alegre diz que as autárquicas deviam ser respeitadas pelas máquinas partidárias, aqui contam mais as pessoas e o conhecimento pessoal, do que o partido ou a figura nacional que anda por aí a dar uma ajuda.

Nas grandes cidades grande parte dos autarcas não sabemos quem são, mas o mesmo não se passa no resto do país. Aí são os amigos de sempre ou o vizinho de todos os dias que concorre.

Ás vezes conhecem-se bem de mais como é o caso da morte de hoje. O que choca é que aquelas duas pessoas foram para as mesas de voto armadas!

Levam longe demais a velha expressão revolucionária ” O voto é a arma do povo!”

Ermelo não pode ter medo?

ermelo

Não sei se as divergências eram políticas, se pessoais e patrimoniais. Pelos vistos a GNR já considerava estas eleições como “de risco” , expressão que conhecemos mais de jogos de futebol.

Agora que há uma ironia mórbida em tudo isto, há: a frase de campanha do presumível homicida era Ermelo não pode ter medo. Pelos vistos pode, e tem.

Sondagem à boca das Urnas: Autárquicas 2009

À boca da Urna dei por mim a pensar como está errado o nosso sistema autárquico. E essa foi a sondagem que me ocorreu fazer nos momentos posteriores ao voto, até porque o meu filho me perguntou porque é que hoje tinha 3 papéis de cores diferentes, quando há 15 dias tinha apenas um.
Percebi nestas autárquicas que o povo real se envolve, de facto, nestas eleições, ao contrário do que acontece nas eleições nacionais onde o povo da capital e as televisões parecem ser a única parte do sistema partidário português.
Nas autarquias, nomeadamente nas que ficam longe das áreas metropolitanas, a vivência democrática em torno da tripla eleição de hoje é tremenda. E isso leva-me, repito, a pensar como o sistema está mal construído.
Escolhemos um órgão colegial, quando na verdade o que estamos a escolher é um órgão pessoal – o Presidente.
Depois, cada um de nós vota para a Assembleia, onde os presidentes das juntas têm direito a presença e a voto. Este último não é escolhido directamente, mas indirectamente, em função da divisão de poderes na Assembleia de Freguesia. Está tudo, basicamente, trocado. Vejamos.
Do cidadão para o colectivo, o que está mais próximo de nós, deverá ser uma rede tão alargada quanto possível, com uma dupla responsabilidade:
– sensibilizar os poderes “superiores” para a dimensão micro da vida;
– actuar na gestão e resolução das “pequenas” coisas de cada comunidade, gerindo o acesso, à rede social, por exemplo.
Para isso, penso que deverá ser eleita uma Assembleia, sendo institucionalmente assumido que o Presidente é o número um da lista mais votada (tal como acontece hoje).
Obviamente, esta opção só poderá ser implementada se houver uma reorganização TOTAL e COMPLETA da actual organização do território. Rio Tinto com mais de 100 mil eleitores não pode ter um órgão semelhante a outros, com menos de 10% dos eleitores.
O presidente da Assembleia de Freguesia, ou Presidente da Junta, deverá ter assento num órgão autárquico, Conselho de Presidentes, onde também estará o Presidente da Câmara, que preside. Este seria uma espécie de senado do município, marcadamente executivo e teria carácter consultivo no que disser respeito aos documentos essenciais da dimensão municipal.
Depois teríamos que votar apenas para um outro órgão: a Assembleia Municipal, o Parlamento.
O Primeiro da lista seria o Presidente e teria o poder de escolher o executivo (o governo) da Câmara. Na primeira reunião da nova Assembleia seria votado o Presidente da mesma, que poderia, por exemplo, aparecer nas listas como número dois.
Com esta clareza estaríamos a diminuir a confusão entre os eleitores – sabiam que estariam a escolher o Presidente e a maioria que o iria suportar: penso que não acrescenta nada à democracia ter um Presidente de um partido e uma maioria de outra cor.
Aliás, que sentido faria ter essa organização no Parlamento do País?
Temos 4 anos para começar a pensar nisto.
Até já!

Portugal REAL! A Segurança e a Lavoura do Portas?

É a falta de segurança de que fala Portas. Ele que conhece o mundo da Lavoura
Mais a sério, andei nas férias por Mondim.
Gostei das pessoas, mas percebi pela quantidade de materiais de campanha que eles não brincam em serviço.
A este nível, tudo tem mais significado e mais importância – as diferenças entre os partidos são quase sempre pessoais e muitas vezes dá para o torto.
Foi o caso.
Estou convencido que no plano dos desejos, o que aconteceu hoje em Ermida é apenas a parte visível de muita coisa que acontece em quase todo o lado: a vontade de dar um tiro ao adversário.
Ainda só passaram trinta e tal anos…

Código postal: meio caminho andado para o disparate

Parece que na Direcção-Geral da Administração Interna andavam à procura de um meio de determinar automaticamente a freguesia de residência do cidadão. Vai daí um iluminado terá gritado:

– Achei, com o código postal é fácil.

A incompetência é uma coisa que chateia. Até eu sabia que os códigos postais não batem certo. Moro numa daquelas freguesias que já foram paróquias, com fronteiras hoje sem qualquer sentido. Num tira-teimas recente sobre limites fomos, os teimosos, ao código postal: não tinha pés nem cabeça, não batia certo, e a teima continua.

Uma coisa é uma discussão de vizinhos. Outra é a tal DGAI, a quem se pede profissionalismo, tal como o tiveram os CTT:

“Esta ferramenta foi criada em 1979 com o objectivo de nos ajudar a entregar cartas e encomendas, tendo em conta os centros de distribuição postal espalhados pelo país. Nem sempre coincide com o mapa administrativo, porque não é suposto coincidir, não é esse o seu objectivo”.

Diz um senhor dos Correios. Além de hoje, a jusante, baralhar a vida ao eleitor, este disparate, a montante, já fez das suas, uma vez que o número de recenseados determina a composição da Assembleia da Freguesia a eleger.

O mapa das freguesias em grande parte das  nossas cidades, é tão desligado da realidade como sucede na minha. Já que fizeram bosta, podiam aproveitar e pensar um bocadinho numa coisa: e que tal racionalizar as fronteiras das freguesias? No meu pequeno bairro estamos divididos em quatro. Pensem lá nisso, mas agora vão todos de castigo para o canto da sala, e sim, metem essas orelhas. As de burro claro.

Sondagens autárquicas, as últimas e o vão das escadas

As autárquicas são para muito boa gente, nos ramos da comunicação mercados sociais & afins, chamemos isto à coisa, o negócio que além de lhes render já ainda promete para depois.

Não me peçam números. No mundo das micro-coiso-nano empresas, anteriormente designadas como de vão de escada, é uma vez em 4 anos. Só dou este número.

Notam-se mais os papéis, os autedóris,  mas toda a gente com dúvidas e empreiteiros encomenda sua sondagem. Depois lá a esconde, ou não, mas tem de a resguardar na mesma porque já há leis contra a  livre transgenerização das sondagens e isso. E  que mal tem o vão de escada, não seja ele o do comércio do aborto espero que de vez abortado, mesmo que façam os cartazes infelizes feitos à ordem, directa (eu vi) do cartatado?

Chegaram-nos diversas sondagens, por conta de várias casas,  algumas com um bocadinho de credibilidade comparando com a velha à central telefónica que toda a distrital partidária sempre usou.

Não publicámos.

Não pela coisa da lei, afinal sempre posso escrever que um gajo me acabou de confidenciar ao balcão cerveja e não fui eu que disse, nem pelos vastos estudos que sustentam a importância e desimportância das sondagens na decisão dos eleitores.

Apenas porque é uma não-notícia como qualquer outra, uma das mais ficções com que se inventam campanhas eleitorais.

Inventam-se, caros cidadãos e eleitores.

E assim me avento para ir votar, invente-se quando votar o cidadão, a  seguir serão eles os eleitos que o  inventam.

Limpinho.

Maia – Eleições Autárquicas:

É por ISTO, assim como por ISTO e por tudo ISTO que se pode ver e ler na revista que o meu voto, amanhã, é em Bragança Fernandes. E também por ter sido um enorme prazer trabalhar com ele nestes últimos 20 meses, encerrando assim um fantástico ciclo na minha vida.

Últimas sondagens (Distrito de Braga)

Na sede do distrito, Mesquita Machado parece que volta a ganhar. Há coisas que não percebo mesmo… Mas pode ser que não, a bem da higiene da política portuguesa. O PS também deve vencer em Guimarães, o segundo concelho do distrito.
Famalicão continua com Armindo Costa. Aquele que disse um dia, acerca de uma violação de uma menina por 5 colegas da escola, que não foi violação: ela é que não aguentou com eles. Barcelos também continuará nas mãos do PSD, bem como Esposende.
Em Vizela, um dos mais jovens concelhos portugueses, a luta está renhida.
Entrando no interior do distrito, a caminho da fronteira, Amares e Vila Verde ficam para o PS, Póvoa de Lanhoso e Terras de Bouro para o PSD. Na região de Basto, que entra pelo distrito de Vila Real, a Oposição PSD promete retirar o concelho da «asfixia democrática» em que se vive há 14 anos no município. Celorico, por seu lado, assiste à não-recandidatura do Presidente Fernando Pinto de Moura e, sendo assim, tudo é mais imprevisível.

Sondagens Lisboa – Ficará a saber se acertar

Marktest

PS – 45%

PSD/CDS – 37.9%

CDU – 7.3%

BE – 5.4%

Católica

PS – 45%

PSD/CDS – 33%

CDU – 9%

BE -8%

Eurosondagem

PS – 41.9%

PSD/CDS – 36.9%

CDU – 8.4%

BE – 8%

Aximagem

PS -44%

PSD/CDS – 36.9%

CDU – 6.4%

BE – 6%

A maioria absoluta para o PS joga-se na atribuição do último vereador que irá para o BE ou que será o nono do PS.

PS- 8 vereadores, PSD/CDS – 7 ; CDU – 1; BE – 1.

Por isso já sabe. Ou dá um vereador ao BE ao tem maioria absoluta do PS!

Como já disse, eu não voto no PS por causa da Empresa Frente Tejo, onde o governo se prepara para fazer um assalto em forma aos terrenos da frente ribeirinha.

Se lhe der a maioria depois não se queixe se vir os contentores de Alcântara chegarem ao décimo andar…

Sondagem autárquicas – Leiria

Segundo o inquérito que a IPOM realizou nos dias 29 e 30 de Setembro, 22,7% do eleitores afirmaram que votariam na actual presidente da câmara, enquanto 18,5% referiram Raul Castro como o  candidato preferido. De realçar, no entanto, que os 4,2 pontos percentuais que separam os dois candidatos são uma diferença manifestamente pequena atendendo à elevada percentagem de indecisos – 33,1% – e de inquiridos que optaram por não responder – 16,4%, o que somados representam praticamente metade (49,5%) da amostra estudada.

Ver mais no Jornal de Leiria.

Últimas sondagens (Distrito do Porto)

Na sede do distrito, tudo parece decidido a favor de Rui Rio. Resta saber se consegue ou não a maioria absoluta.
De resto, em toda a Área Metropolitana do Porto as dúvidas são muito pequenas: Guilherme Pinto vence em Matosinhos contra Narciso, Luís Filipe Menezes ganha à vontade em Gaia, Valentim Loureiro deve renovar a maioria absoluta em Gondomar e o PSD deve praticamente desaparecer, Fernando Melo ganha em Valongo (aposto em Maria José para o segundo lugar) e Bragança Fernandes na Maia. Mário Almeida ganha em Vila do Conde e Macedo Vieira na Póvoa. No interior do distrito, não deve haver qualquer mudança de Presidente. Resta saber qual será o resultado de Avelino Ferreira Torres no Marco de Canaveses, mas não será suficiente, decerto, para retirar Manuel Moreira do lugar.

amanhã: os restantes distritos portugueses.

Serviço Público – Sondagens na RTP 1

Vejam o poste do Ricardo Santos Pinto para poderem avaliar o notório serviço público que a RTP1 nos está a prestar, como habitualmente, de grande rigor e transparência.

Segundo este canal independente, conhecido pela sua postura (de galinha) de grande independência face ao poder político da ocasião, o candidato antónio Costa tem uma vantagem de doze pontos em relação ao seu adversário Santana Lopes.

Por ser verdade e me ter sido incumbido, aqui deixo a reposição da verdade!

A palhaçada em três actos

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Cenário: Ruas de Lisboa, numa campanha eleitoral autárquica. A acção decorre em redor de uma candidatura.

Personagens: Santana Lopes, Carmona Rodrigues

1º Acto: Santana Lopes recebe telefonema e afasta-se dos jornalistas. Depois da conversa, vem dizer que Carmona Rodrigues não pode aparecer na acção de campanha da manhã mas que lhe deu apoio.

2º Acto: Carmona Rodrigues informa que não, que não deu apoio à candidatura de Santana Lopes.

3º Acto: Carmona Rodrigues aparece na acção de campanha da tarde, abraça Santana e diz que lhe dá o apoio pessoal.

Os dois personagens colocam uma peruca, um nariz vermelho redondo e descem a rua, abraçados. A encenação encerra com uma frase a surgir num cartaz: Assim vai a política em Portugal.

Cartazes para as Autárquicas (Vila do Conde)

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Pedro Brás Marques, PSD.

Cartazes para as Autárquicas (Prior Velho)

PS - J.F. Prior Velho (CM Loures)
Ps, Junta de FReguesia de Prior Velho.
(enviado por Maria Monteiro)

Madeira, a luta continua

Mais um episódio da luta dos resistentes anti-fascistas no território ocupado da Madeira.

Haveria mais frases para legendar este vídeo.

Há um estilo que me abstenho, a partir de agora, de alimentar: o sacudir o pó do casaco, o não tenho nada a ver com estes tipos do PND, mas.

A esquerda na Madeira passou a vida a encostar-se à igreja. A UDP (que se recusou a ser BE durante anos), perdeu-se com quem preferiu o encosto ao PS. O PCP ainda anda no embalo de outro sacerdote.

São opções. Respeitáveis.

Mas respeito muito mais quem tem tomates para levar porrada.

A versão cristã da resistência às ditaduras nunca foi o meu género. Achar que se pode combater Alberto João Jardim como quem concorre a eleições em Lisboa não deu Daniel Oliveira, nem dá.

Por isso abstenho-me de marcar distâncias com o PND madeirense. Marco-as sim com a UDP/BE e com o PCP.

Se fosse madeirense ou me tinha exilado, ou era aqui que estava.

A levar no focinho, que é para isso que o temos, quando ainda temos cara e dignidade.

Cartazes das Autárquicas (Santana Lopes, Lisboa)

Santana Lopes-PSD CMLisboa
Santana Lopes, PSD.
(enviado por Maria Monteiro)

Cartazes das Autárquicas (Castelo Branco)

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Manuel Eusébio, PSD
(enviado por Margarida Salavessa)

Empresa Frente Tejo SA – a luta continua

Por convite a seis empresas estrangeiras foi escolhida uma delas para apresentar um estudo base para o Terreiro do Paço, tambem conhecido por Praça do Comércio.

Esta empresa, Frente Tejo SA foi constituída, justamente, para poder funcionar ao arrepio dos controlos a que as câmaras estão sujeitas, podendo contratar por ajuste directo (filho selecto do governo socialista) sem ouvir quem quer que seja e muito menos os Lisboetas.

Mas o atrevimento é de tal ordem, como demos conta há dias aqui no Aventar, que nem sequer o vereador da câmamra, Arquitecto Manuel Salgado, resiste a uma feroz crítica. O estudo propõe que as frentes das paredes que dão para as arcadas sejam rasgadas para assim se criarem montras e ali se instalarem lojas e restaurantes.

Tudo nas costas dos Lisboetas, como convém, o estudo está agora em discussão (por uns senhores muito importantes, tão importantes como os que foram convidados para constituirem o juri, que ninguem sabe quem são) e parece que a ideia de o rés do chão ligar aos primeiros andares por umas escadas espectaculares fica, para já, sem efeito.

O mesmo acontecerá com as tais janelas/montras que iam rasgar as paredes dos edificios que, segundo o arquitecto Salgado “são uma gargalhada de mau gosto”.

A empresa Frente Tejo SA como se vê, continua a trilhar o seu caminho de roubar à cidade o melhor que ela tem, nas costas dos Lisboetas, e à Praça junta-se uma série de projectos que pouco a pouco virão à luz do dia, como sejam os Contentores de Alcântara, a acostagem de navios e muitos metros quadrados de betão no rio junto a Santa Apolónia, os edificios no Cais de Sodré que já lá estão sem discussão pública, o Hotel na Marina de Belém que já lá está, a Fundação Champallimoud que vai ser criada junto à marina de Pedrouços, o gigante Museu dos Coches…

Eu não voto no António Costa porque o governo com ele na Câmara faz o que quer, como se vê. Lisboa precisa de uma oposição forte que lute contra este assalto à luz do dia.

Cartazes das Autárquicas (Chaves)


Rui Pinheiro, CDS.
via Chaves

Carvalho da Silva, um comunista apoia a Direita!

Carvalho da Silva é um grande comunista.
Para todos aqueles que dizem que a CGTP é o «braço armado» do Partido Comunista, aí está o seu líder a apoiar António Costa na corrida à Câmara de Lisboa.
Nunca tinha visto um comunista no activo a apoiar a Direita, mas há sempre uma primeira vez para tudo. Qualquer dia, ainda o vemos sentado ao lado de Zita Seabra na bancada do PSD…

Encontros de campanha

pacheco pereira e beMais fotos aqui