
(adão cruz)

(adão cruz)
Dois quadros feitos um tanto à margem (“adão e eva” e “a mãe dos periquitos”).
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

(adão cruz)

(adão cruz)
Dois quadros feitos um tanto à margem (“adão e eva” e “a mãe dos periquitos”).
Para quem quer escrever um texto sobre este tema, ter lido a bela escrita da Carla e o profundo texto do Adão, é uma felicidade ?
A maioria diz que sim, porque aqueles textos são belos, dão prazer e até abrem trilhos para o seu próprio texto. Mas para quem quer ir na frente, ser original, aqueles textos só podem ser olhados como uma infelicidade.
Conhecemos pessoas que nasceram com tudo e nunca foram felizes, e há outras que tendo pouco, sempre foram felizes. Há aqui um pózinho de loucura? Pois há! O tolinho, normalmente, é muito feliz, não percebe a sua condição ou percebe que se safou de boa?
Costuma dizer-se que é tudo muito mais dificil para quem é culto. E é verdade! Já pensaram no que será a angústia de um pai médico, percebendo certos sintomas que o filho apresenta? O que pode ser? Um pai que não faz ideia nenhuma acha sempre que é uma gripe.
O primeiro está com o conhecimento e profundamente angustiado, e o segundo está com a ignorância e calmamente feliz
Para sermos felizes a primeira condição é sermos ignorantes e idiotas?
Há gente que pelo seu ADN ou por ter adquirido na vida (normalmente em criança) está impossibilitado de ser feliz?
Então, o que é ser feliz para quem tem as condições que as circunstâncias, ao sabor da vida, se foram reunindo?
Despertar de manhã, acordar os filhos, levá-los à escola, ler o Aventar acompanhado de um cafezinho, o chefe ainda não chegou…
Acordar às três da tarde depois de uma noite copos, primeiro wisky, o fígado a desfazer-se, não tem ninguem, anda de namorada em namorada, telefona aos amigos a dizer que foi ao médico e não tem SIDA…
A felicidade é o caminho, é a vida, é estarmos de bem com a vida, é fazer o que gostamos. E, talvez a única coisa que seja comum a todos nós, é termos consciência do muito que a vida nos dá!
Eu, por exemplo, seria profundamente feliz, se amanhã de manhã acordasse com todos os problemas que os jovens do Aventar têm! É que, sabem, esses problemas resultam do que eu já não tenho!
E isso não me dá felicidade nenhuma!
No entanto, ontem, quando soube que vem um neto a caminho, vi o meu filho tão feliz, a mãe do meu neto tão consciente da sua condição, que tive que ir à cozinha buscar um prato que não precisava…
O Carlos Loures ama a literatura, os livros, como a si mesmo (é Biblico e é verdade).
O Adão Cruz , abomina a sociedade do desperdício, da injustiça social e acredita que há sistemas de organização política da sociedade mais capazes.
O Luis Moreira e outros Aventadores, não esquecem que a vida pública de Saramago não é uma lição de cidadania, e não gostam do homem, pronto!
A ponderação destas três verdades levam à posição individual de cada um deles quanto a Saramago.
O Carlos, dá prioridade ao escritor que Saramago é, o Adão, dá prioridade ao comunista que Saramago nunca escondeu ser, e eu dou prioridade ao facto de Saramago ser um homem cheio de ódios e de problemas mal resolvidos, com a sua gente e o seu país!
Desengane-se quem julga que algum de nós se converte, ou que tomemos esta divergência, como insanável. Nem uma coisa nem outra. Ficamos assim!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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