António Parada volta a atacar-se

Na sequência do vídeo anterior.

Este foi gasparizado da página À Nossa (facebook).

A privacidade de António Parada

Até ontem desconhecia a existência de um tal de António Parada, líder do PS de Matosinhos e candidato à sua Câmara. Ao deparar-me com esta pérola de imbecilidade pedagógica e inutilidade cidadã no Facebook não resisti a adoptá-la, e aqui foi publicado ontem pelo Fernando Nabais:

Hoje recebemos uma notificação do Youtube nestes termos:

Caro Blogue Aventar, Serve o presente para o notificar de que recebemos uma reclamação por violação de privacidade relacionada com o seu conteúdo: [Read more…]

Parada com resposta…

Augusto Santos Silva, na sua página do facebook, sobre o já famoso caso “Parada” escreveu isto:

O caso da protocandidatura do PS à Câmara Municipal de Matosinhos é muito triste:
1. Desde logo, a Federação Distrital do Porto e a Direção Nacional do PS deixaram criar um problema onde ele não existia: o Presidente da Câmara em funções, Guilherme Pinto, é um socialista distinto, fez um bom trabalho, está apenas no segundo mandato e pode e quer recandidatar-se. Não se percebe que, nestas condições, o partido aceite mudar de candidato, apenas porque mudou a direção e a vontade da concelhia.
2. Depois, declarações como as que aqui em baixo se reproduzem, do atual presidente da concelhia e protocandidato à Câmara, não são infelizmente a exceção, mas sim a regra do que o dito pensa e diz.
3. Os partidos não são agregados de estruturas locais. São instituições com princípios, ideias e programas próprios. Os partidos não são siglas emprestadas a grupos de interesses ou a comunidades de afetos, por mais legítimos que sejam esses interesses ou por mais compreensíveis que sejam as emoções.
4. Nos termos que se anunciam, a candidatura do PS à Câmara de Matosinhos envergonhará o PS.
5. E, depois, é muito triste ver como os partidos tratam as localidades como se fossem seus feudos. Não é verdade. E, mais cedo ou mais tarde, os eleitores encarregam-se de mostrar aos partidos que são mais do que carneirinhos obedientes e acéfalos.

 

Clap, clap, clap!

Parada e resposta

António Parada, presidente da Concelhia do PS de Matosinhos, terá afirmado, num encontro com militantes do partido, que deve abrir-se o mercado de trabalho às crianças que não obtiverem aproveitamento na escola, a partir dos 14 anos. O mesmo António Parada já tinha, aliás, conseguido resolver o problema do desemprego: bastaria levar as gasolineiras a contratar pessoas para meter combustível nos automóveis.

A relação dos políticos com o insucesso escolar é feita de dislates vários, especialmente nos últimos sete anos, o que é natural, se tivermos em conta que, a partir de Sócrates, a Educação passou a ser, declaradamente, um assunto sem importância, um território de mentiras, uma parcela do orçamento a abater.

O PS socrático procurou esconder o insucesso escolar com o cultivo do facilitismo e a divulgação de estatísticas enganadoras, tudo temperado com o marketing da Parque Escolar e da distribuição de Magalhães. O actual governo envereda por um caminho semelhante, vendo no ensino profissional/dual/vocacional uma outra maneira de disfarçar esse mesmo insucesso, obrigando, de modo velado, as crianças com dificuldades escolares a enveredar por um percurso profissionalizante, fingindo que está a criar cidadãos, quando, na realidade, está a fabricar proletários. [Read more…]