Se o Kim Jong deixar as mulheres conduzir

e continuar a tratá-las como objectos sem direitos, o Ocidente também aplaude? Ou será que tal louvor se aplica apenas a ditadores produtores de petróleo?

Renovar a carta aos 65, trabalhar até depois dos 66 (parte 2)

Na sequência do post “Renovar a carta aos 65, trabalhar até depois dos 66“, partilho o contributo que enviei para a consulta pública do Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária “PENSE 2020”. Pode usar o texto livremente, se assim o entender.

Acidentes rodoviários por grupo etário (fonte: Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária "PENSE 2020")

Acidentes rodoviários por grupo etário (fonte: Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária “PENSE 2020”)

Lisboa, 26 de Dezembro de 2016

Exmos. Senhores,

Questiona-se aqui a pertinência de se “introduzir a atualização obrigatória de conhecimentos, através de ações de formação, na revalidação do título de condução que ocorre aos 65 anos” (medida A17.73), constante no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária (“PENSE 2020”), o qual se encontra presentemente em consulta pública. Se é uma medida integrada num “programa de acompanhamento do envelhecimento dos condutores”, pergunta-se se estes não envelhecem desde a tenra idade em que obtêm a carta de condução, maioritariamente algures entre os 18 e os 25 anos. Com efeito, a actualização de conhecimentos deverá ser contínua, em vez de pontual e com um salto de cerca de 40 anos, tal como é proposto. [Read more…]

Renovar a carta aos 65, trabalhar até depois dos 66

A8, perto de Tornada. (c) jmc

Idade da reforma em 2017: 66,3 anos.

Renovar a carta aos 65: passa a requerer “aulas para actualização obrigatória de conhecimentos”, de acordo com o Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária actualmente em consulta pública (PENSE 2020).

Portanto, tem-se idade parar trabalhar, mas não para conduzir!

[Adendas]
1. O “PENSE 2020” está em consulta pública, pelo que pode enviar os seus contributos para pense2020@ansr.pt até 8 de Janeiro de 2017. Do portugal.gov.pt: [Read more…]

Era uma questão de tempo :)

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Daqui

Manual para a carta de condução por pontos

Hoje entra em vigor o novo sistema da Carta por Pontos.

Ao título de condução de cada condutor serão atribuídos 12 (doze) pontos a partir de 1 de Junho de 2016. Por cada contra-ordenação grave ou muito grave, ou crime rodoviário, serão subtraídos pontos. Se não praticar contra-ordenações graves, muito graves ou crimes rodoviários, podem ser atribuídos pontos. Se praticar uma contra-ordenação grave ou muito grave, para além da coima e eventual inibição temporária de conduzir, também perderá pontos.  [in Perguntas & Respostas da ANSR]

carta de conducao por pontos -1

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O que se diz por aí

Após o jogo com o Mafra, terá havido confronto físico entre Sá Pinto e Liedson no balneário, com murros á mistura. Entretanto o preço parece ter sido a demissão de Sá Pinto e eventual castigo a Liedson. Sá Pinto volta aos velhos tempos, a lembrar a selecção nacional e Artur Jorge. É de leão!
Do Haiti, vão chegando notícias díspares, desde resgates com sucesso, passando por expulsão de jornalistas no aeroporto por banda dos norte-americanos, até ao desespero de muitos haitianos e a evasão por mar rumo aos EUA.
Por cá, fala-se em redução acentuada do preço das chamadas telefónicas . A ver vamos em que é que isso se traduz em euros a cada um de nós.
Os condutores podem trocar a carta nos CTT. Para evitar a imobilização em filas no Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres.
Nesta praça global, parece que já há escutas do processo “Apito Dourado” disponíveis na Internet, tendo sido anunciada a sua disponibilidade no Youtube.
Também é noticiado que a embaixada espanhola em Portugal estaria a ser usada por rede mafiosa, segundo a “Operação Trufas Odesa” – que mais nomes irão inventar para operações de investigação criminal?!
Por fim, continuam os sinais de que em Portugal não há aumento de criminalidade violenta. Isto dos juízes quererem aulas de tiro deve ser apenas uma questão de enriquecimento curricular. Vamos ver daqui a uns tempos se os magistrados serão tão exigentes com os seus pares como são com os agentes policiais ou os cidadãos habilitados quando recorrem a armas de fogo para sua defesa pessoal.