Acho que ficou bem resumido.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Acho que ficou bem resumido.

Alex Jones é um conspirador norte-americano com obra publicada sobre quase todos os grandes temas da área, da Nova Ordem Mundial aos mais variados inside jobs governamentais. Estranhamente, tal não o impede de ser um dos mais acérrimos defensores de Donald Trump, um dos mais representativos exemplos da elite sem escrúpulos que comanda o planeta, que de resto já o elogiou publicamente e esteve presente no seu programa, o Infowars. Um amor recíproco e, digamos, proveitoso. Um bom negócio, porque é de negócios que esta relação se trata.
Tal como Trump, Alex Jones representa as cores da extrema-direita. Discurso violento ou incitador de violência e da discórdia, populismo e xenofobia são algumas das causas que os unem. Une-os também o espírito empreendedor, que com a bênção da Mão Invisível e dos profetas do neoliberalismo que levam mais branco lhes permite diversificar a sua actividade económica. Veja-se o exemplo de Trump, que herdou uns quantos milhões, fez uns negócios e agora é presidente da superpotência mundial, acumulando a gestão da Sala Oval com a dos seus muitos ramos de actividade, aproveitando a oportunidade para integrar as filhas e os genros nos quadros da Casa Branca, acrescentando o nepotismo às muitas virtudes do seu “novo” regime. [Read more…]
Long live king Oliver!
E depois temos o John Oliver
E era isto.
Blatter: A FIFA é uma organização sem fins lucrativos.
Reporter: E os mais de mil milhões no banco?
Blatter: São uma reserva.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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