Com o fim da prestação brasileira no Mundial marcada pela mais pesada derrota de sempre em jogos oficiais, antevê-se uma noite quente. Esta bandeira que o diga…
[Fotografia: Veja São Paulo]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Com o fim da prestação brasileira no Mundial marcada pela mais pesada derrota de sempre em jogos oficiais, antevê-se uma noite quente. Esta bandeira que o diga…
[Fotografia: Veja São Paulo]
Antes do jogo, não acreditando embora desejando um milagre, fica aqui a minha declaração de voto: Paulo Bento conseguiu um lugar ao lado do grande Torres no memorial do futebol português, pedestal enormes jogadores, péssimos seleccionadores.
O erro é o mesmo: colocar relacionamentos pessoais acima do óbvio, joga quem está a jogar melhor, e quem se arma em parvo (o que no caso do Torres nem foi bem assim, os jogadores até tinham razão) fica em casa.
Fica isto publicado às 16h do dia 26 de Junho de 2014, com uma vaga esperança de ao fim do mesmo voltar aqui assumindo a minha idiotice, falta de patriotismo, crença, visão da Portugal como terra de milagres a começar no do Ourique que ninguém sabe onde foi. Era porreiro pá.

Pelas “noticias” percebe-se que, logo, a equipa portuguesa terá que fazer o que nunca fez e esperar que a equipa alemã decida fazer o que não precisa. É isto que se ouve no folhetim “noticioso” desde que a selecção começou a arrumar as botas. Algo novo que justifique a repetição? Ora! O que faltava agora era começarmos a falar de critérios jornalísticos.
Uruguai chama Cesar Millan para resolver problema de Luis Suárez.
Alguém arranje um Rennie ao senhor Aníbal. Têm sido muitas indisposições…
Depois do sucesso da dispendiosa festa de comemoração de 10 anos de casamento, Isabel dos Santos, cliente da lavandaria cá do sítio, fez novamente uso dos kwanzas extorquidos aos seus conterrâneos e levou 600 “amigos” para o Brasil, de maneira que estes “pobres” homens de negócios e outros tantos fúteis do social pudessem assistir, sem custos (pelo menos para eles), ao espectáculo do futebol, curiosamente contestado pelos milhões de Reais que custou a um país que, apesar do petróleo, continua a ter “excedente” de pobres que exigem nas ruas mais e melhor saúde e educação. Uns marxistas radicais, gente perigosa, daquele tipo que gasta demais e provoca crises financeiras.
Desta vez não me apetece postar o video das imagens dos golos. Todos os vimos. Todos sabemos decor o que é que falhou. Todos nós vimos aquilo que sabíamos ser previsível: a nossa selecção não jogou nada, com Paulo Bento não joga nada, não tem fio-de-jogo, não tem um colectivo, vive excessivamente daquilo que Ronaldo e mais 2 ou 3 conseguem fazer e continuando assim, arrisca-se a voltar a Portugal no próximo dia 26.
1. Nos primeiros 10 minutos de jogo ainda criámos um calafrio quando Ronaldo atirou com o pé esquerdo para defesa de Neuer. Desde cedo entendi que Paulo Bento ia apostar numa atitude defensiva, de forma a não deixar os alemães colocarem em prática a circulação de bola semi-apropriada ao Bayern de Munique de Guardiola: muitos passes entre os homens de meio-campo, muitas combinações entre o médio interior, o lateral e os alas e respectivo cruzamento para área à procura da referência de ataque da equipa, neste caso Thomas Muller, o herói da partida de Salvador da Baía. [Read more…]
Há uns tempos futebol eram 11 contra 11 e no final ganhava a Alemanha. Com Paulo Bento os germânicos nem precisam esperar pelo fim, entraram logo a ganhar mal saiu a convocatória lusa, uma mistura de indiscutíveis e afilhados do casmurro que nos (des)orienta… E a Coreia aqui tão perto!
Blatter: A FIFA é uma organização sem fins lucrativos.
Reporter: E os mais de mil milhões no banco?
Blatter: São uma reserva.
Parafernalha em grande ou da minha relação com o futebol.
O novo Arena Corinthians, ou Itaqueirão, como quiserem, estádio de raiz construído para a inauguração deste campeonato do mundo e, em jeito de curiosidade para quem seja curioso destas coisas, para suprir a necessidade que um dos colossos do futebol mundial, o Corinthians, tinha de possuir finalmente um estádio próprio, recebeu o jogo que marca o início de mais um Mundial entre Brasil e Croácia. Apesar de não estar cheio, o Itaqueirão foi ao rubro quando o onze brasileiro escalado por Felipão cantou fervorosamente o hino brasileiro, entoado a letra do hino que vai para além do som previsto para o momento. [Read more…]
9 – Don Vicente e a Selecção Espanhola – À semelhança de Luis FelipeScolari, aos 63, Don Vicente Del Bosque, é outro dos treinadores capaz de igualar o mítico Vittório Pozzo (no post anterior cometi um erro quando afirmei que Felipe Scolari “poderá tornar-se o primeiro seleccionador a vencer dois mundiais; Vittório Pozzo foi o mítico seleccionador italiano que levou a Squadra Azzurra às duas primeiras vitórias nos Campeonatos do Mundo de 1934 e 1938) com dois títulos mundiais caso consiga levar La Roja à vitória final no torneio brasileiro. [Read more…]
1. Os estádios, os gastos e os protestos – Atrasos. Polémica. Manifestações. Nunca antes num Mundial, a construção de infra-estruturas para receber um evento da grandeza de um campeonato do mundo, os gastos bem como as necessidades do povo do país organizador deram tanto que falar, escrever e opinar.
Há um ano atrás, durante a realização da Taça das Confederações, prova que hodiernamente é organizada pela FIFA para o ano que antecede o mundial, de forma a serem testados pela primeira vez os estádios que irão receber o evento bem como a segurança do país organizador, Romário, agora deputado federal no Rio de Janeiro, afirmava aquando das vagas de violência que irradiavam pelos nossos televisões nas cidades que acolheram a dita Taça – “preparem-se porque o Brasil vai passar vergonha na Copa”; “a FIFA quer tudo feito, leva e não paga nada.” – Mais recentemente o baixinho afirmou: “A Fifa é uma instituição 100% corrupta. Podemos dizer que é presidente do país enquanto não acabar a Copa do Mundo. Tudo o que já foi gasto totalmente fora de controle. Inclusive foi gasto como a Fifa determinou e ainda vem dizer que pode ser uma das piores Copa.” [Read more…]
Ontem, por breves instantes, a ortografia regressou à RTP. Os meus agradecimentos à comunidade portuguesa de Newark, nos Estados Unidos da América. Os bons exemplos devem ser seguidos e a comunidade de Newark é um óptimo exemplo. Sim, porque ‘selecção’ ≠ ‘seleção’, como tão bem sabemos.
Post scriptum: Por razões pessoais, estarei ausente do Aventar durante algumas semanas. Até breve e, já agora, boa sorte para a selecção. Sim, exactamente: selecção.
A denúncia partiu do Sindicato Unificado da Polícia (SUP), pela voz de Peixoto Rodrigues, presidente do organismo. Segundo este, e por decisão do comandante da segunda divisão da PSP de Lisboa, agentes da PSP estarão a ser obrigados a dedicar parte do seu horário de trabalho à recolha de tampinhas de garrafas de plástico, com o objectivo de criar uma gigantesca bandeira de Portugal para apoiar a selecção nacional e bater o recorde do Guinness da categoria.
Calma, França. O peremptório Proença estará presente. Logo, vantagem para os azuis.
Exactamente: Selecção.
Que o Brasil ande deslumbrado com a sua nova condição de potência emergente, parece-me natural. Que o deslumbramento o leve a cometer os mesmos erros de muitos “novos-ricos”, parece-me pouco inteligente.
Há uma certa tendência para o exagero e para a celebração de nacionalismo bacoco na organização de grandes eventos mundiais. Os exemplos de Portugal, da África do Sul, etc., etc., deviam estar presentes quando o sonho se torna megalómano.
Mas acima de tudo, instituições como a FIFA ou UEFA deveriam ser mais contidas no plano das exigéncias, em vez de se portarem como uma espécie de FMI dos eventos e imporem condições tão exigentes que, para atingirem os fins a que se propõem, deixam agonizantes (ou, pelo menos, muito mais depauperados) os países que os acolhem.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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