
Com muita pena minha, não fiquei minimamente surpreendido com o prémio da “paz” criado pela FIFA com o objectivo bajular Donald Trump e cair nas suas boas graças.
Tem sido prática recorrente. Quem deseja o favor do presidente americano sabe como obtê-lo.
Outros ofereceram-lhe estátuas douradas, aviões de 400 milhões e generosos investimentos nos muitos negócios da família Trump, agora elevados à categoria de assunto de Estado.
Em troca receberam investimentos, perdões, reduções nas tarifas e deu-se até o caso insólito de Trump permitir a construção de uma base militar do Qatar em solo americano. Sim, uma base militar do Qatar em Idaho. Desse mesmo Qatar que serviu de porto seguro à liderança do Hamas e que comprou o favor de Trump com um avião.
Bajulação, suborno, corrupção.
Waste, fraud and abuse.















Como escrevi aqui no Aventar não era de esperar grande coisa deste campeonato. A ideia de alavancar a economia e a visibilidade da África do Sul é boa, mas o país em termos de segurança deixa muito a desejar. Acresce que nos últimos tempos, a extrema direita perdeu o seu líder branco, às mãos de um grupo de jovens negros.






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