Marte

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O Comboio no Encontramento

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Setil

Mil toneladas à espera de vez para prosseguir viagem.

PPP – Proveitos Pornográficos para os Privados, ou o exemplo da Linha do Norte

Há alguns anos, tive oportunidade de consultar, na Biblioteca Municipal de Ovar, alguns dos contratos relativos à construção da Linha do Norte. Lembrei-me disso a propósito da questão da renegociação das PPP – Parecerias Público-Privadas e do magnífico exemplo que foi a nacionalização da Repsol na Argentina.
A história da Linha do norte, na qual a estação de Ovar se integra, juntamente com os apeadeiros de Válega, Carvalheira-Maceda e Cortegaça e a estação de Esmoriz, começa em 1852. Nesse ano, a 30 de Agosto, um decreto governamental autoriza a construção daquela linha.
Em 1857, é assinado um contrato com Sir Morton Pretto, que previa a construção da linha com uma série de obrigações para o construtor. Num momento da história de Portugal em que parece que o Estado se assume sempre como a parte mais fraca, no caso das grandes obras públicas, naquele caso as cláusulas contratuais eram bem onerosas para o concessionário: a obra só seria paga depois de a linha estar aberta à exploração; o empreiteiro teria de fazer a segunda via sem custos adicionais logo que fosse necessário; a empresa teria de ainda de assegurar a ligação ao Porto através de uma ponte, visto que inicialmente a linha só iria até Gaia.
Calculava-se em 509000$000 réis o custo anual da implantação da infra-estrutura, sendo que quatro anos era o prazo esperado para a sua conclusão. Por não conseguir cumprir com as condições exigidas, foi o contrato rescindido ainda antes do início das obras. [Read more…]

Ponte Maria Pia: Uma Ponte de Eiffel … e de Seyrig

“Aquando das comemorações do 75º aniversário da Ponte Maria Pia, em 1952, foi publicado um conjunto de artigos, sob o título “Os homens da Ponte Maria Pia”, associando três nomes à realização daquele notável empreendimento: Manuel Afonso Espregueira, que na sua qualidade de Director Geral da Companhia Real dos Caminhos de Ferro resolveu definitivamente o problema do atravessamento do rio Douro pela linha férrea do Norte;”

No 134º aniversário da Ponte Maria Pia, importa conhecer este documento da autoria de José Manuel Lopes Cordeiro (in 2009).

 

 

A Ponte

Maria Pia, de Eiffel e Seyrig (1877), algures pós-1966.

Numa Outra Estação

Muitas pessoas estão à espera do comboio.

A Estação de Coimbra em 1870

A locomotiva 32, fabricada em 1865 e adquirida pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro à Schneider, posa na  Estação de Coimbra, Linha do Norte, por volta de 1870.

O cenário pouco mudou.

Estação de Lisboa Santa Apolónia

Meados da década dos Beatles. Estão presentes duas locomotivas eléctricas da série 2500, as primeiras da CP para a voltagem de 25 kV, inaugurada em 1956 no âmbito de um esforço de modernização pós-guerra de várias redes ferroviárias europeias. Durante mais de uma década, e na principal via férrea do país, circularam lado a lado comboios a carvão, a gasóleo e eléctricos. Estas locomotivas foram recentemente desligadas da ficha, meio século de bons serviços prestados.

A Estação de Espinho

Fotografia de Emílio Biel.

Vieira, o Fenomenal

E fica para trás a estação do Entroncamento, a terra dos fenómenos. Nem precisava de ser, Portugal é todo ele um imenso fenómeno. Vamos ser sérios? Vota Vieira.

Estação da Praia dos Algarves

Santa Apolónia, padroeira dos dentistas.

800 Pessoas ou Mais

Quantas pessoas cabem em 12 carruagens com 88 lugares cada?

Às sextas à tarde e domingos à noitinha é assim entre o Porto e Lisboa. Porque não dão carros a todos estes pobres? Já que temos auto-estradas grátis, era de aproveitar…