Marcelo Rebelo de Sousa não adopta o Acordo Ortográfico de 1990

I hate rock stars.
Phil Anselmo

Still, some target language phones may in fact be sufficiently close to L1 counterparts that their perception and production in terms of the L1 category may be undetected by native listeners (Flege, 1992). These can be referred to as identical or near identical L1-L2 pairs and would not require a separate L2 category (e.g., Spanish and English [f]).
— Cebrian, Gorba & Gavaldà (2021)

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Efectivamente, Marcelo Rebelo de Sousa não adopta o Acordo Ortográfico de 1990. Mas isso já sabíamos.

Aquilo que não sabemos é, por um lado, porque é que o caro leitor, sim, caro leitor, porque é que continua a adoptar o AO90? Se nem sequer o Presidente da República adopta o AO90, por que motivo continua o caro leitor a adoptá-lo? Deixe de andar por aí a adoptar o AO90 e faça o favor de seguir os bons exemplos ortográficos.

Por outro lado, continuamos sem conhecer a razão que leva Marcelo Rebelo de Sousa a continuar indiferente, letárgico e hiperpassivo, enfim, a não fazer nadinha de nada para acabar, de uma vez por todas, com esta mixórdia acordesa e esta hipocrisia ortográfica. Efectivamente, Rebelo de Sousa, além de nada fazer, continua calado, sim, calado, perante esta vergonha constante, diariamente apreciável, por exemplo — e que exemplo! — no sítio onde os cidadãos portugueses alfabetizados tomam conhecimento dos actos que regem a vida da sociedade portuguesa: [Read more…]

»Es war spätabends, als K. ankam«

Back to the 1890s, there was a very famous campaign manager, Mark Hanna, who was a star of campaign management. He was asked once: “what does it take to win an election?”. And he said: “it takes two things, the first one is money… and I’ve forgotten what the second one is”.— Noam Chomsky

O que eu pergunto são coisas verdadeiras, correctas e reais.
— Rodolfo Reis, 3/6/2017

And it seems like twenty-five years of
Promises
Gary Marx & Andrew Eldritch

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Muitos fatos e muitos contatos.

Onde? No sítio do costume. Quando? Hoje.

Contatos

Fatos: [Read more…]

Aventar Podcast
Aventar Podcast
»Es war spätabends, als K. ankam«
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O OE2017 está em “sério risco de incumprimento”

Can’t you see I’m easily bothered by persistence?
— Darrell, Paul, Anselmo & Brown, “Walk

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Saúde-se a Comissão Europeia por “não avançar com uma suspensão de fundos a Portugal”, mas lamente-se profundamente a decisão de “deixar passar a proposta de Orçamento do Estado para 2017”.  Ao contrário daquilo que a Comissão Europeia anda por aí a “revelar”, o Orçamento do Estado para 2017 não está em mero “risco de incumprimento” coisíssima nenhuma (como diria Gaspar).

Se a Comissão Europeia lesse com atenção aquilo que se publica no Aventar, saberia que os OE da República Portuguesa estão, isso sim e há muitos anos (lembrete: desde 2012), em “sério risco de incumprimento” das regras que o seu criador estabeleceu quer para si próprio, quer para os serviços, organismos e entidades que de si dependem, quer para o sistema educativo, quer para o sítio do costume.

O sítio do costume? Bem lembrado.

dre16112016

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A retenção do título, a repercussão e a comunicação do fato

Is there no standard anymore?
— Darrell, Paul, Anselmo & Brown, “Walk

Les résonances se dispersent sur les différents plans de notre vie dans le monde, le retentissement nous appelle à un approfondissement de notre propre existence.
— Gaston Bachelard, “La poétique de l’espace

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2015-02-24-viewbridge4-thumb

Fonte: Huffington Post UK (http://huff.to/2cxBstp)

Ao contrário daquilo que acontece na Psicanálise, com a imagem a ser estudada em função das suas origens, a imagem fenomenológica é analisada em função dos efeitos produzidos. Lembrei-me disto, a propósito do Diário da República de hoje, no qual encontrei «reter o título», pouco depois de o «le retentissement nous appelle à un approfondissement de notre propre existence», de Bachelard, ter reaparecido nuns papéis que ando a arrumar. Sendo verdade que esta retenção nada tem a ver com a repercussão (retentissement → retentir = re- + tentir) de Bachelard, também é verdade que na ressonância ouvimos um poema, mas na repercussão esse poema é nosso. Diz Bachelard.

Quanto ao sítio do costume, como podemos verificar, não há novidades.

dre1992016

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