
Fonte: Rui Rocha.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Fonte: Rui Rocha.

Na Disneyland, as crianças fazem fila para tirar fotografias com o Rato Mickey. Na Feira do Livro, onde escritores a sério são votados ao abandono ou confundidos com os Gustavos Santos e as Margaridas Rebelo Pinto desta vida, fazem-se filas para tirar fotos com Marcelo. O Rato Mickey que se cuide, da próxima vez que Marcelo estiver em Paris.

© FELIX ORDONEZ/Reuters/Corbis (http://bit.ly/carvalho-messi)
«There is no self—portrait of me. I am not interested in myself as ‘material for a picture’, rather in other people, especially women, and even more in other phenomena» — Gustav Klimt *
Em princípio, considerando a grafia adoptada pelo jornal Record, Rui Águas terá cometido um erro de avaliação extremamente grave, ao insinuar que “Ricardo Carvalho fez bem em retratar-se“.
Não sei qual o auto-retrato de Carvalho a que Águas se refere. Não são conhecidos a Carvalho nem entusiasmos como os do Dolby, de Joanesburgo ou do Palácio de Belém, nem sequer qualidades como as de Rembrandt, Freud ou Picasso — Carvalho dedica-se, com mérito, a outras actividades.
Das duas, uma: ou Rui Águas se retracta (recordo que “a retractação é acto digno e responsável“), ou o Record passa a adoptar uma grafia que não dê azo a confusões.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
* Schiele never attempted the public, monumental narrative painting that occupied Klimt until his ill-fated University murals, while Klimt, always Vienna’s darling despite the controversies, made only two, comparatively insignificant self-portraits
(…)
In an undated manuscript cited in Nebehay Klimt, Dokumentation, 32, Klimt wrote that in fact «There is no self—portrait of me. I am not interested in myself as ‘material for a picture’, rather in other people, especially women, and even more in other phenomena».
— Robert Jensen, “A Matter of Professionalism: Marketing Identity in Fin-de siècle Vienna,” in Rethinking Fin-de-siècle Vienna, ed. Steven Beller (New York: Berghahn Books, 2001), pp. 195-‐219 [pp. 210 e 218]. Revised from the original essay which appeared in Austrian History Yearbook, vol. 28 (1997): 247-68.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
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