Para onde vão os nossos impostos em 2012

Noticias recentes dizem-nos que apesar de tudo a quantidade de impostos que pagamos até nem é muito elevada quando comparamos com o resto dos países da OCDE.

Claro que somos também dos países que mais tem aumentado os impostos mas isso não interessa nada.

Importante é ter uma ideia do destino desse dinheiro.
Imaginemos que recebemos o salário médio, que foram uns dez mil euros por ano em 2009, isso quer dizer que vamos pagar cerca de 3000€ de impostos.

Para onde é que vai esse dinheiro? Vejam na imagem abaixo ou experimentem “O teu Orçamento para 2012

Comments


  1. Oh, uma dúvida: onde está a Cultura???

  2. jorge fliscorno says:

    1 m€ para as finanças… é o caso típico do monstro auto-fágico.


  3. Jorge:

    Inseri 100 euros de rendimento. Só aqui temos 13.63% do dinheiro para pagar juro. Eis o motivo pq é necessário a prazo baixar a despesa (ou então aumentar em muito os rendimentos). Os impostos que pagas nos primeiros 50 dias são para isto.

    • jorge fliscorno says:

      Continuo a ver 34% para a máquina fiscal funcionar. Em todo o caso, porque pagamos estes juros? Porque devemos dinheiro e estamos nas mãos de quem o empresta, não será?

      editado: grafia


      • Calma! A parte que financia a máquina fiscal é a rubrica “Fisco e Alfândega” que corresponde a 0.87% do total (tens de ir ao site para ver)..

        O juro é pago porque o estado é deficitário e por isso se teve de financiar para cobrir as necessidades. Se foi bem ou mal gasto, isso é outra história. Em todo o caso foi feito de acordo com o voto dos portugueses!

        • jorge fliscorno says:

          Em todo o caso foi feito de acordo com o voto dos portugueses!

          Os mesmos que agora choram a sua sorte.

          Quanto às finanças, não tenho comigo o artigo e não me apetece procurar 🙂 Mas recordo-me de ter lido sobre ser o ministério com o maior crescimento de despesa.


          • Taxa de crescimento ≠ valor absoluto. Só me dou ao trabalho de dizer isto porque os nossos políticos usam os termos conforme lhes é mais conveniente, dando a impressão que são exactamente a mesma coisa…

            Alguns inovadores até já usam a segunda derivada (quando se referem à velocidade de variação das próprias taxas de crescimento)! Filósofos e matemáticos, homens da renascença… Infelizmente ainda não sabem integrar. 😉

  4. J.Pinto says:

    Estes números não podem corresponder à realidade. Primeiro, o que considera por “Finanças”? Não percebo – para onde vai o dinheiro das finanças?

    Outro ponto: a Segurança Social absorve muito mais dinheiro do que a Educação e do que a Saúde, mas no esquema é o contrário que nos é dado a entender.

  5. J.Pinto says:

    Não sei se é este o raciocínio. O valor das receitas está dividido por sector administrativo. Se assim for, o dinheiro gasto pelas finanças incluirá salários de todos os que trabalham para o ministério das finanças (ministério, repartições de finanças, reformas dos aposentados das finanças, etc.); o setor da educação e ciência inclui os salários de todos o atuais intervenientes da educação, etc.

    Só assim se explica que a educação e a saúde absorvam mais do que a Segurança Social, visto que parte das pessoas que estão a ser financiadas pela Segurança Social (reformados, beneficiários de subsídio de desemprego, etc.) aparecem nos respetivos setores. Se o meu raciocínio estiver correto, esta análise não é a mais correta, já que os reformados e os beneficiários do subsídio de desemprego, por exemplo, são financiados pela Segurança Social e não pelos setores onde trabalharam.


  6. A referência à Segurança Social é relativa às transferências, não ao seu orçamento. Daí que seja pedido que seja inseridos os impostos, não as contribuições para a Segurança Social, que tem um orçamento próprio. Os dados foram retirados do Orçamento do Estado para 2012 e baseia-se nos valores da Despesa Efectiva (http://www.dgo.pt/oe/2012/Proposta/index.htm)
    Os nomes dados são os nomes dos programas e sim, por exemplo para Finanças está lá orçamentado o dinheiro que se paga de salários e afins. Outras especificações estão dentro.
    Para ficar mais claro, se tivesse em conta a Despesa Total, o “tamanho das bolhas” seria como disseste. Mas como é mais correcto ter em conta apenas o que vamos gastar neste ano, utilizei a Despesa Efectiva.
    Abraço.

  7. manuel.ferreira says:

    IMPOSTOS INJUSTOS NÃO…( grupo aberto )…IMPOSTOS INJUSTOS NÃO . LIBERDADE 2015……Não é necessário fazer o ESTADO mais eficiente—só é urgente reduzi-lo em 65% ( ou seja passar de 750.000 para 250.000 o numero total de funcionários públicos ).. o PAÍS ( qualquer País ) só tem capacidade para pagar os ordenados se o numero total dos trabalhadores públicos forem no máximo 5% da população activa- -e é esse o limite máximo… que deve constar na Constituição… O PAÍS ( qualquer País ) só tem capacidade para ter uma Divida Publica de 33% do PIB sem comprometer o FUTURO, é esse o limite máximo que deve constar na CONSTITUIÇÃO———- TODOS TEMOS O DIREITO E O DEVER CÍVICO DE FUGIR AOS IMPOSTOS INJUSTOS POR UMA QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA E DE LEGÍTIMA DEFESA.

  8. LUCINO PREZA says:

    Os Governos de Portugal que até aqui nos têm governado e mal, somente tem capacidade para desbaratar a nossa economia tal como aconteceu com a destruição total da frota pesqueira, da agricultura e de toda a indústria para interesse dos alemães, franceses e, de toda essa cambada que à custa dos pobresinhos do Sul da Península Ibérica, viram os seus países a crescerem. Mas, o mal não advém somente desses países egocêntricos mas, da má preparação dos nossos governantes que não sabem dar a machadada final num novo figurino para baixarem a quantidade de funcionários públicos que, em qualidade, deixam muito a desejar. Sendo Portugal um País tão pequeno, porque razão não alienam câmaras municipais quando estas estão perto uma das outras,isto é, não fundem as de menor categoria?… Assim,e deste modo, já se prescindia de muitos funcionários públicos que, alguns dos quais estão mal preparados, deixando de pesar muito nos orçamentos de estado e, também, no PIB.

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