8 de maio de 1945: a guerra acabou na Europa

Escolho esta fotografia de Yevgeny Khaldei, intitulada O Hastear da Bandeira Soviética nos Telhados do Reichstag para ilustrar o dia por várias razões. A sua beleza plástica é indiscutível, não tenho pachora para o mito cinematográfico de ocultar que a guerra se decidiu a leste e a sua batalha decisiva foi a de Kursk e também porque demonstra como antes antes do photoshop já se retocavam imagens.

Esta é a versão original. Após o corte publico a retocada. Descubra as diferenças…

e veja a história da fotografia contada pelo fotógrafo:

Comments


  1. Bem lembrado!
    Por acaso, já conhecia a história da fotografia, vi num programa de TV, aqui na Alemanha.

  2. Não foi a 8 de Maio says:

    Que começou a maior guerra do século XX?

  3. maria celeste ramos says:

    Guterres em Lisboa está a agradecer à Fundação Benfica para ajudar pois que há 7 milhões de crianças com fome – e o presidente vai ajudar – iniciativa UNICEF-RTP-Benfica –
    Por acaso tenho pena de não ter ido trabalhar para a UNEP para que fui convidada no ano da sua fundação
    TVinformação 07:00-9 maio-Afinal feriados só serão supensos a partir de 2013 – tanta mundança – ou baralho-me – estou cansada de ouvir o mesmo desde não sei quando – perco-me + informação em rodapé é mesmo para baralhar conscientemente – e eu como informação – CP vai entrar em greve nas bilheteiras – Igreja católica pede que governo que está em débito pague às misericordias que não conseguem responder às obras sociais e a cada vez mais pedidos de mais pessoas que vão falindo – Pedro Mota Soares com aquele seu gaguejar diz que a solidariedade leva a chegar – não teve lições de leitura – é mesmo insuportável – será betinho ?? O CDS prometeu novos debates
    Ai que interessante – hoje é DIA da EUROPA – o Gestor do Financiamento Domingues Lopes fala no Plano Operacional Potencional Humano que financia formação e qualificação profissional – através das empresas – eu trabalhei numa coisa destas e desisti com a aldrabice – de 7 contos por aluno o aluno não recebia nada – eu recebia 2 contos por 2 horas de aula e Torres Couto não sei o que fazia ao resto – Só sei que se pirou do país durante muitos anos – desisti não por causa do pouco dinheiro que me davam relativamente ao que estava estipulado, que afinal não era tão pouco como isso, mas porque dei aulas numa garagem Guérin emprestada ??? fria de chão de cimento e a cheirar a garagem – e a pelo menos 12 ou mais km de casa – gastava gasolina – comia tarde e cansava-me pois já era depois do dia normal de trabalho e os alunos coitadinhos à noite já estavam com pouca vontade de ouvir e de aprender o que pretendi dar (para o que me tinham dado total liberdade para ensinar o que quizesse o que sempre me fizeram sempre nas circunstâncias em que ensinei em paralelo com a profissão normal, (mesmo ontem na aula com alunos de arquitectura em que não me calei 4 horas sem dar por isso) embora nunca faltassem nem chegassem atrasados – eram boas pessoas e muito delicados, que iriam conduzir TIR europa fora – fazíamos um intervalo depois de uma hora e nem me deixavam pagar a minha bica – não deixou de ser interessante o convívio humano, que nem sequer esqueço mesmo depois de terem passado tantos anos – tinham sempre revistas de mecânica automóvel e eu a querer dar uns rudimentos de geografia dos países a atravessar e saber ler uma carta de estradas + história, mais rudimentos de francês e inglês – não deixou de ser interessante – eram todos muito jovens – Mas em que coisas me meti – mas depois de ter andado de jeep Willis em estradas de terra sem luz e de declives quase verticais (estrada da corda por ter sido aberta por homens agarrados em corda para não cair, e de mula nos declives de Santo Antão a quase 2 mil metros de altitude com um frio de rachar, e da mula não querer andar mais e me atirar ao chão porque ela é que não queria cair declive abaixo, e ter ido de “gatas” – qualquer coisa seria fácil – mas ao menos vi cabrinhas lá no alto a ter os seus cabritinhos – lá encontrei o café que só há acima de 600 metros além de ter dormido em “pousada” (agora linda) mas que tinha de fechar a janela com uma pedra e de tomar banho só depois de lavar todo o espaço para não me agoniar e ter de pedir que me fervessem panela de água para tomar banho de púcaro – aliás como no “hotel” do Sal
    Graças a Deus que tudo mudou como pude ver 18 anos depois que lá voltei e mais uma vez adorei – e gostaria ainda de voltar – adorei Cabo Verde e se não tivesse nascido aqui gostaria de ter nascido por lá em qualquer das 10 ilhas, que todas visitei-até de barco ” A Caravela dos Mares” (lindíssima) e ía morrendo de enjôo eu, e as crianças caboverdeanas coitadinhas – que cenas mas que silêncio e saber estar de toda a gente – que abandono em que se vivia – mas já não é assim – os que estudaram na “Casa do Império” (???) e voltaram ao seu país fizeram milagres

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