Homenagem a António José Seguro

Finalmente, alguém diz o que era preciso dizer: que é preciso, no fundo, deixar de dizer. Concordo, absolutamente, com António José Seguro: já há declarações a mais; chegou o momento de agir. Efectivamente, é desejável que se acabe com a doutrina e que se passe aos actos. Depois de tantas afirmações, é chegado o momento das obras. Se as pessoas fizessem mais e falassem menos, o país estaria muito melhor. É urgente que todos se apercebam de que há um tempo para opinar e um tempo para actuar e o tempo de opinar já passou. As palavras devem ficar no passado, o futuro é feito de feitos. Espero, sinceramente, que os portugueses deixem de expor ideias e passem à prática. Não sei se ficou suficientemente claro que chegou o momento de combater a inundação verbal propiciadora da inércia, substituindo-a pela aventura animosa do movimento.

Comments


  1. Não percebi bem. Importa-se de repetir?

  2. maria celeste ramos says:

    Seguro ??? de quê ??

  3. Nemo says:

    Um discurso muito bonito sem aplicações práticas… Não nos podemos esquecer que foi o seu antecessor que ao ter o seu “momento de agir” claramente não o fez da “melhor maneira” (para não dizer pior) e Seguro ainda não fez nada a não ser proferir criticas e opiniões vãs. Agir sem discussão é imprudente e em alguns países há quem intitule isso de ditadura ou democracia de fachada.

  4. MAGRIÇO says:

    Absolutamente de acordo, António Nabais! Seguro é mais um que abre o pisca para um lado e vira subitamente ao contrário.

  5. Pisca says:

    Finalmente é agora que se vai a “Ele”, “deslarguem o homem” !!!

  6. nightwishpt says:

    Mas faz-se tanto em Portugal… Scuts, privatizações, hospitais privados, compram-se submarinos, aumentam-se impostos aos pobres, aumenta-se o horário de trabalho, malha-se em manifestantes, manda-se calar jornalistas… Não sei de que se queixam.

  7. nightwishpt says:

    As tags explicam tudo. Mea culpa.

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