Michael Seufert, o deputado que não precisa de reforma

O estudante nas horas vagas (ainda não acabou o “mestrado”, designação pós-bolonhesa para licenciatura) e deputado por profissão Michael Lothar Mendes Seufert  quer a malta nova a trabalhar sem Segurança Social.

A afirmação tem causado a repugnância habitual. Eu fiquei contente. Em novembro escrevi no Aventar: “vamos ouvir falar muito deste deputado na presente legislatura, diz-me o meu dedo que adivinha.” Assim de repente recordo-me de ter tido outro palpite sobre Ricardo Rodrigues, personagem que superou as minhas piores expectativas.

É pena não haver apostas sobre deputados como as há para actividades desportivas. Desconfio que tal como Seufert também passava a desdenhar da Segurança Social.

Comments

  1. anti corruptos says:

    Esse já podia comprar um soutien tamanho 32.

  2. Balalaica says:

    Esse queque javardola representa a verdadeira essência ideológica do CDS, a direita despudorada, abjecta e elitista.
    A culpa não é deles… é dos capitães que não finalizaram o trabalho.


  3. Mas, o tipo não é mesmo um Schófer… de táxi social?!

  4. Anti-governo says:

    Eles querem mesmo um big dildo no ass para se consolarem e deixar de tentar de fdr o pessoal.


  5. Eu ouvi esse sr falar num encontro de professores de EVT, não há muito tempo, em Aveiro. E a única coisa que ele fazia era gaguejar, tanto no sentido literal, como no sentido figurado. Não tinha a mais pequena ideia do que se estava a tratar e, no entanto, era o representante partidário do CDS. Chegou a meter pena, ver a forma como metia os pés pelas mãos…


  6. Não sei se o rapaz é gago, ou elitista ou queque, mas uma coisa ele diz que eu concordo. Acabar com os descontos obrigatórios para a SS até certa idade. Quem tem agora 30 anos, reforma-se na melhor das hipoteses daqui a 40 anos, será que nessa altura ainda haverá reformas como as conhecemos? Pois eu acredito que não, e acho que este deveria ser um tema discutido e aprofundado. A solidariedade inter-geracional assim o exige.


    • Claro, tem toda a lógica, acabar com os descontos garantindo desde já o fim da reforma aos que agora têm 40 ou 50 anos. As companhias de seguros acham o mesmo.


      • Mais uma vez a fuga para a frente e não querer ver o obvio. Quando o SS e o sistema de pensoes foi implementado, a piramide demografica permitia que a maioria ( os que trabalham) pagassem as reformas. Segundo alguns estudos ( tenho noção que existem muitos com diferentes conclusões) daqui a poucos anos, com o aumento da esperança média de vida e com cada vez menos nascimentos, o sistema torna-se altamente deficitário para n dizer insustentável, e não vejo ninguem a discutir este problema. Não tenho nem sigo nenhuma cartilha de soluçoes, apenas gostaria de ver este tema discutido com seriadade e não com frases feitas e chavões de esquerda.


        • A pirâmide demográfica tem um detalhe: como é óbvio onde não se fazem meninos importa-se mão-de-obra, a menos que se queira acabar com o país e nesse caso emigramos todos.
          Realmente há muitos estudos assim, pagos pelas seguradoras. É apenas isso que está em discussão: Segurança Social pública, ou catástrofe social enchendo entretanto o bandulho às companhias de seguros.


    • Solidariedade inter-geracional é defender o Estado Social, ou seja a Civilização, pelo menos o que conhecemos (e, muitos, admiramos) como Civilização Europeia.
      O que imbecis (nem inteligência tem para que lhes chame criminosos) como esse ganapo do CDS defendem é o modelo de capitalismo selvagem da sobrevivência dos mais “fortes” (onde, talvez ingenuamente, pensam ter eternamente o lugar garantido).
      Se daqui a 40 anos não houver reformas como as conhecemos é se continuarmos a aplicar as receitas desta gente e seus quejandos e não formos capazes de defender aquilo que a muitos deu muito trabalho (e muita dor) a conquistar.
      Canalhas!

  7. Eu mesma says:

    É claro que este queque do Largo do Caldas pensa assim: os tachos, presentes e futuros, bem como as reformas confortáveis estarão garantidas para ele no futuro. Basta confiar nas leis vomitadas pela clique do Padrinho Portas e na inteligência do povão votante, que insiste em ser maltratado pelo Bloco Central há 30 anos e que continha a votar nos mesmos traidores da Pátria. “Zona de conforto”? Qual zona de conforto?! Chama estar em zona de conforto uma pessoa trabalhar a recibos verdes e descontar um terço do (magro) salário para a Segurança Social, quando nem sequer sabe se vai ter direito a subsídio de desemprego quanto mais a reforma?! Porque não sai ele da zona de conforto dele, e de caminho, os mais de duzentos parasitas da sociedade que retalham este país a partir da pocilga de São Bento? Os países evoluídos do norte da Europa, que se saiba, não precisaram de acabar com Segurança Social para terem as suas contas em dia. O que estes fascizóides querem é pôr o contribuinte a andar a sustentar os interesses privados, para que os Miguéis, Paulos, Tomases, Bernardos, Afonsos, Salvadores e outros betinhos que tais tenham no futuro o tachinho assegurado em tais empresas…

  8. João Crachat says:

    Este gajo tá a falar nas reformas dos políticos??? É tal e qual o Paulinho das Feiras que só cagava lérias antes de ser ministro e que agora deve andar a cagá~las longe do País. Não se vê em lado nenhum. Até já o procurei nas páginas da necrologia nos jornais diários. Não se encontra!!! Ponto final. É tudo a mesma merda…

  9. Francisco says:

    aqui está um tipo repugnante.Que pena não o podermos enviar para a terra do pai. Chulos já cá temos de mais!

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