Portugal premiado pela Federação Internacional de Hóquei

ImagemPortugal e a estrutura que deu corpo à I Ronda da Liga Mundial, disputada em Lousada, acabam de vencer a competição organizada pela Federação Internacional de Hóquei para distinguir a melhor organização em termos de branding e promoção, ultrapassando cidades como Praga (República Checa), Singapura, Cardiff (País de Gales), Acra (Gana), Port of Spain (Trinidadade e Tobago), San Diego (EUA), Doha (Catar), Suva (Ilhas Fiji) ou Kuantan (Malásia), numa primeira fase da prova que englobou 34 selecções masculinas e 28 femininas.

Na missiva enviada por Leandro Negre, Presidente da Federação Internacional, são enaltecidos o “profissionalismo” e a “paixão” como determinantes do impacto mediático “sem precedentes”, destacando aquele dirigente, em termos de branding, “todo o material promocional realizado, desde as t-shirts aos diversos banners utilizados no campo de jogo e na produção de conteúdos, como entrevistas, assim como um outdoor gigante à entrada de Lousada na saída da A4”. Relativamente à promoção, é evidenciada a forma como “foram utilizadas todas as ferramentas disponibilizadas pela FIH, como flyers e cartazes, que foram distribuídos em escolas e no local do evento, sendo de realçar a fantástica comunicação realizada, recorrendo às redes sociais, nomeadamente o Facebook, YouTube e Twitter, que impactou cerca de 40 mil pessoas”. E como, em termos desportivos, Portugal ultrapassou as expectativas (recorde-se que a selecção nacional era a menos cotada no ranking oficial da FIH e só foi derrotada pela Escócia, conseguindo um apuramento histórico que surpreendeu as instâncias da modalidade, como haveria de sentir a novel Presidente da FPH no Congresso da FIH de Kuala Lumpur), pudemos consumar esta obra de arte, que, como dizia Mozart, não se consegue só com talento ou força, é necessário ter uma grande paixão. Por isso, também Leandro Negre se refere às duas principais componentes deste sucesso: “profissionalismo” e “paixão”. Neste momento ímpar para a modalidade em Portugal, não deixo de lembrar o nosso grande  pensador, Agostinho da Silva, quando escrevia que temos de saber “voar alto sem nunca perdermos a linha de terra”. Mas também recordar Picasso, quando afirmava que temos de ter presente que aquilo que já fizemos não importa, devemos, sim, pensar naquilo que ainda não fizemos. Porque, digo eu, a responsabilidade é, agora, muito maior! Já em Paris, em Maio do próximo ano.Imagem

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Fico tão contente quando dizem bem do meu país que sabe fazer tão bem tantas coisas

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