Herói dos negócios

estatua1

Comments


  1. Sempre é uma novidade, até agora temos sido o grande financiador do “público” e nem por isso os resultados têm sido bons.

    Eu anseio pelo dia em que “financiaremos” o privado em vez do público, sempre terei outra opção na vida.


  2. Infelizmente, não é novidade. É por “financiamentos” do género que chegámos onde chegámos.


    • O único financiamento que tivemos que parece que deixa vontade de ter outra coisa qualquer foi o que derivou na construção de uma paleta de serviços estatais que as pessoas são obrigadas a consumir e escolher.

      Se no meio disto tudo ainda houve privados que se governaram, temos isso a agradecer aos mesmos que financiaram e desgovernaram o “público”.

  3. cesar says:

    eu espero o meu cheque saude, o meu cheque seguranca, o meu cheque autarquia e por ai fora…


    • Uma coisa de cada vez, se conseguirmos ter o cheque-saúde e o cheque -ensino, já não é mau.

      Afinal, nestes blogues podemos ver bem, a malta ainda não se habituou à ideia que o privado ainfal não é aquele bicho papão.


  4. “… o privado afinal não é aquele bicho papão.” Exceto para aqueles que fazem greve às avaliações “para defesa da escola pública”, e que depois terminam a greve em grande festança pelas justas conquistas. O “coiso”, aspirante a professor que anteriormente postou a sua revolta, perguntou o que é que conquistaram para ele, mas nem ele fez a pergunta certa, que é:
    O QUE MELHOROU NO SERVIÇO PRESTADO PELA ESCOLA PÚBLICA COM A GREVE?
    Têm de entender que a escola existe para prestar um serviço à sociedade, àqueles que a pagam (e de que maneira), e não o contrário: não temos de financiar um serviço sem critério, apenas porque, “o que é público, é melhor”.
    E pegando no slogan, que não lembra a ninguém, que nada caracteriza,nada explicita, é pois um vazio em si mesmo, mais não é do que dizer aquilo que não tiveram coragem de dizer: “lembrem-se que é o nosso emprego que está em risco”. Mas voltando ao mesmo, se é melhor, ninguém no seu perfeito juízo trocará o que tem de excelente no “público”, pela mediocridade generalizada, que alguns tanto apregoam, dos privados.
    Portanto, estejam todos descansados, porque com o financiamento do ensino privado, este vai encerrar por falta de alunos, e o ensino público vai voltar a encher as salas, todos os professores terão turma e, por decreto, todos os professores com redução de horário LETIVO, seja qual for a razão, voltarão, por necessidades de prestar serviço público de qualidade, a ter as horas letivas todas ocupadas.


  5. Caro João Neta,
    Parece-me haver aí uma grande misturada de ideias desarticuladas. Eu não tenho nada contra o ensino privado. São empresas (algumas com muita qualidade), querem ter lucros, o que é legítimo, mas esses lucros devem vir do seu sucesso e não dos cofres do estado (que é de todos nós). Na escola pública há muito a fazer, sim. Há que criar condições de trabalho que não existem (e não falo de muito maiores investimentos, salários, horários ou equipamentos modernaços) falo de organização inteligente, rigor e exigência (para professores, alunos e encarregados de educação) que existe em alguns privados (porque podem) e não é permitido na escola pública.
    Quanto à pergunta em que é que a greve melhorou os serviços,
    que se pode responder? Que, obviamente, não era esse o seu propósito??… Essa pergunta consegue ser tão mal formulada como a do outro que perguntou o que é que a Constituição fez pelos desempregados…


  6. I agree with you on many of your original ideas here. You’ve done a great job of making this very interesting and clear. Thank you.

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