Guia anti-prova

A FENPROF acaba de divulgar um Guia Anti-prova e o SPN sugere que enviem um mail aos deputados da comissão e que, na segunda-feira, apareçam, na Vigília pela Escola Pública.

Parece-me que este é, a par da via jurídica, um dos caminhos necessários para impedir a sua realização.

Claro que será importante perceber de que forma os sindicatos se voltarão a entender numa Plataforma de acção comum, sendo que me parece haver da parte da FNE um problema – a agenda laranja de tomar o poder na UGT poderá complicar a unidade na acção com a FENPROF. Mas, se for essa a moeda de troca para conseguir que os sindicatos não levem a estocada final, força TSD’s.

Mas, espremendo, espremendo, espremendo…

Só há uma maneira eficaz de impedir a sua realização: a GREVE que os docentes dos quadros farão no dia em que ela vier a acontecer. Não consigo identificar outra forma. E, nessa, eu acredito, até porque as escolas começam a tomar posição. Se, como no ano lectivo anterior, em cada escola nascer um movimento, é possível. Mas, para isso, temos todos que fazer mais, muito mais!

Percebo a ideia dos contratados que não se querem inscrever, mas a história (entregar dos objectivos e listas para os conselhos gerais) mostra que não há lutas verdadeiramente globais, logo, isto só lá vai com guerrilha. E até vai ser fácil porque o MEC ajudou. A prova não se vai realizar em todo o lado – há um conjunto de concelhos identificados pelo Governo para a sua concretização. No grande Porto só os Professores de Gaia e do Porto é que precisarão de estar em Greve, por exemplo. Os outros podem contribuir, não? É uma ideia parva? Talvez…

Vamos a mexer, minha gente. É possível ganhar.

Mas há duas coisas que não podem acontecer:

– eu (tu!Nós) ser convocado para vigiar colegas meus e aparecer;

– eu ser convidado para ganhar 3 dos 20 euros que o MEC rouba aos meus colegas e aceitar.

Pela Escola Pública, mas acima de tudo pela MINHA dignidade, nem pensar!

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