As Assembleias Distritais

A reforma do Estado é um tema actual e toda a gente fala disso (embora eu ache que para este  governo essa reforma seja despedir funcionários públicos, privatizar serviços/ áreas da administração e cortar nos vencimentos, mas isso são contas de outro rosário).

Assim trago hoje para aqui um exemplo de algo anacrónico na nossa administração pública, as Assembleias Distritais. São orgãos que ainda hoje existem, com património próprio e com pessoal.

Para que servem e o que fazem? Pois……..

Uma leitura rápida (são duas páginas e pouco) pelo Decreto-Lei 5/91 de 8 de Janeiro de 1991 que definem o que são, competências, etc, é esclarecedora!

Comments

  1. Hugo says:

    A reforma do Estado deve ser feita, como não podia deixar de ser, no sentido de diminuir a despesa pública, sem pôr em causa níveis mínimos de qualidade em serviços básicos. Esta… peculiaridade das assembleias distritais é apenas mais um exemplo de uma administração burocrática, com institutos, divisões e departamentos a mais, que muitas vezes se atropelam nas suas competências e que sugam inutilmente uma boa parte da riqueza produzida no país.

    • Nightwish says:

      “sem pôr em causa níveis mínimos de qualidade em serviços básicos.”
      Níveis mínimos? Porquê mínimos? Porque os pobres não merecem mais?
      De qualquer forma, já passamos disso à alguns anos…

      Quanto a isto, não é um serviço, é um exemplo de que os impostos hoje em dia só servem para alimentar políticos e amigalhaços.

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