Terrorismo ortográfico

Estava o meu domingo a correr muito bem, com a leitura deste texto (novinho em folha e altamente recomendável) de Daniel Dennett, quando tropecei numa notícia acerca de “actos de terrorismo institucional”.

É verdade, João Paulo Vareta, comandante da Polícia Municipal de Braga, recusa-se a pactuar com “actos de terrorismo institucional“.

Admito que gostaria imenso de conhecer a opinião de João Paulo Vareta relativamente a este acto de terrorismo ortográfico — as vítimas são todos aqueles que gostariam imenso de poder ler textos em português europeu.

Continuação de um óptimo domingo.

fatos

Durão a presidente?

Nada disso! Um cargo internacional que este cherne já não nada em águas periféricas.

 

A  Sopa e os segredos

Maria de Almeida

tacho

Soava a estranho a ordem de ir buscar dois tijolos e uns pedaços de ferro, restos de um móvel velho, que se havia queimado, já há uns tempos e com eles fazer uma pequena lareira, próxima da escada que dava acesso ao primeiro andar, da casa de “morar”.
Mas não havia muito a fazer. Naqueles tempos em que um não, a um pai ou a uma mãe, valiam por si só, um par de tabefes, que durante uns tempos não se esqueciam, quanto mais não fossem pelas marcas vermelhas que deixavam.

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O futuro começa aqui

+dP

Sopram ventos de mudança.

Sinto-o em mim. Sinto-o no corpo. Sinto-o na pele. Sinto-o na mente. Sinto-o na natureza que me rodeia. Sinto-o na população exaurida, derrotada, ansiosa por um novo país.

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As linhas que nos separam deles

Linha que separa

Há uma linha que separa a mentira da verdade. Que separa a merda da dignidade. Que separa os direitos adquiridos do “sistema” dos direitos facilmente suprimidos da “plebe”. Que separa a propaganda do mundo real. A imagem que ilustra este post poderá ferir susceptibilidades. Ela representa mais um exemplo que retrata a forma como este governo gere as poucas moedas que afirma ter, cortando rendimentos aos “segmentos” sem “poder negocial” enquanto mantém privilégios totalmente incoerentes com a fanática narrativa da austeridade.

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Alguém me explica o que são “despesas não identificadas”?

Será que 500 milhões de euros chegam ao espremem-se mais meia dúzia de reformados para recalibrar?

Ucrânia

ucrania