Panteão Celebrate Good Time, Com’on

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“There’s a party goin’ on right here
A celebration to last throughout the years
So bring your good times and your laughter too
We gonna celebrate your party with you
Come on now, celebration
Let’s all celebrate and have a good time”
(© imagem: FB)

A trampa atrai trampa

Efeito de magnetismo escatológico: José Luis Arnaut nomeado para o conselho consultivo internacional do Goldman Sachs.

Cafés há muitos, seus palermas

Bibliotecas é que não. Este sábado, lê-se no jardim do Marquês, à sombra da biblioteca que a CMP deixa transformar-se em café.

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Afinal Roma paga aos traidores

Arnaut na Goldman Sachs, Gaspar no FMI. É a diáspora dos ladrões.

Da digressão e ‘swing’ na AR chegamos à “CES gatada”

mla_10-01-2013

A ‘Comissão de Inquérito’ da AR sobre os ‘swaps’, até agora, teve efeitos nulos, i.e., exactamente iguais às múltiplas sessões realizadas no Parlamento a propósito de outras matérias. O caso BPN, que me lembre, é o mais eloquente – até Oliveira e Costa (é só um, nada de confusões!), de pulseira e o menos solto dos envolvidos, diz-se na imprensa, não é localizado na residência por portadores de mandados. Chegam a tocar cerca de duas dezenas de vezes à campainha, esta fica roufenha e do homem nem voz afogada pelo duche ecoa.

Todavia, em respeito pelo conceito do contraditório coerente, a D. Elvira da mercearia, o Snr. Martins dos jornais e o Diogo, ‘laranja’ do coração e jovem quadro de uma financeira próxima, encontram e cumprimentam diariamente Oliveira e Costa – não é cumprimento de dois em um, atenção, mas sim individual e com respeito solene.

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A memória em José Socrates

Quando discutimos o que fez um puto de 9 anos numa tarde de verão, sábado à tarde, em 1966, é possível estarmos a delirar ou a discutir política, embora fosse mais sensato aprender psicologia da memória; estamos em Portugal, temos uma imaginação fértil e abundante.

O que faz aqui sentido é pensarmos a nossa memória. Tratando-se de Sócrates o que ficou dentro dela, transbordante,  está nesse vídeo, ou neste. A partir daqui, porque a memória também a construímos, é perfeitamente plausível que décadas depois alguém tropece na sua memória sobre um dia qualquer na infância, e lhe apontemos o dedo: mentiroso.

E já agora, constato que o Best of de Passos Coelho, aqui publicado exactamente um ano após o de Sócrates, já o ultrapassou em visualizações. Esse, daqui a uns anos, quando abrir a boca para dizer bom dia já todos nos estamos a rir e a apontar dois dedos: mentiroso.