Também não é preciso exagerar

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Só falta dizer que Eusébio foi um preso político do salazarismo…

Votem em Manuel Pereira

Portugal tem muita gente boa.manuel pereira

Somos bons em muita coisa e nem sequer estou a falar de todos os que Passos e Portas empurram pelas fronteiras.

Falo de homens que são bons naquilo que fazem. Temos um, Manuel Pereira, que nos tem trazido títulos, uns atrás dos outros. Está na hora de retribuir. Votem!

Elogio Fúnebre

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Fernando Pessoa bebia uns copos de manhã, à tarde, à noite.
O maior poeta português do séc. XX era um alcoólico intratável.

Um milhão

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Há dias ouvi na rádio uns minutos de uma entrevista a Jaime Nogueira Pinto. Não ouvi o início, mas pelo que percebi estava lá na qualidade de “empresário” com relações privilegiadas em Angola. A dada altura da entrevista ele diz qualquer coisa como isto: aos proprietários de um jornal, rádio ou televisão não lhes interessa ter um orgão de comunicação descredibilizado. Se as pessoas souberem que há interferência directa nas opções editoriais, esse jornal ou canal não lhes serve para nada.

Isto faz sentido, claro. Mas dá para perceber quão refinado é este raciocínio, não? [Read more…]

Dos Heróis Nacionais

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Sem outros comentários. (© ?)

Vai esquiar, Passos Coelho

Acidente de ski faz parar Merkel três semanas.

A glorificação do passado entre a direita portuguesa

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Mário Soares disse o óbvio: Eusébio foi mais um analfabeto num país de analfabetos e bebia uns copos onde Salazar ordenara que se bebesse vinho para dar de comer a um milhão de portuguesas. Nada que o desonre ou lhe apague os golos e as fintas, lhe ofusque a excepcional inteligência que demonstrava onde sabia, no campo; assim viveu, foi um homem do seu tempo.

A direita berra, histérica. Mentir, e aquela hipocrisia avulsa de fazer dos mortos uns heróis como nos romances,  está-lhe na alma. Esquecer a verdade desse tempo, também. Isso e o ódio a Mário Soares que, suprema ironia, acaba os seus dias como o último símbolo de Abril que obcecadamente querem enxofrar, ele que foi muito mais de Novembro. O mundo é um lugar estranho, onde se dão muitas voltas mas a direita é sempre a mesma.

Morreu a Marina Ginestà

Podem ler um breve resumo da sua audaciosa vida aqui (em castelhano).

Apelo

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Os familiares e amigos deste idoso senil, devem evitar que o cidadão, outrora com responsabilidades na condução dos destinos do rectângulo. perca a escassa dignidade que lhe resta, mantendo o senhor afastado das câmaras. Não é bonito ver alguém exposto a tamanho rídiculo. Ainda há quem perca tempo a ler artigos de opinião ou pretenda ver lucidez nas suas patéticas tomadas de posições políticas.

Incompetência

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Não sei se sou eu que tenho menos paciência ou se a incompetência à minha volta está mesmo a aumentar. Até em empresas que eu sempre considerei trabalharem bem e de forma profissional, empresas que deram cartas nas áreas em que trabalham, agora se encontra frequentemente vários exemplos de incompetência.

Creio que é mesmo um sinal dos tempos. Falta brio profissional, falta empenho, falta vontade de fazer mais e melhor. Da mesma forma que as pessoas se acomodam a políticos de chacha, que se limitam a conversas da treta, também se acomodam a ser simplesmente medíocres. As coisas vão-se fazendo sem grande interesse em que sejam bem feitas, afinal ganha-se tão pouco, para quê grandes preocupações? [Read more…]

A lição do Eusébio

Ainda sou do tempo em que vi jogar o Eusébio, essa ruptura geracional que ontem dividiu a pátria. Uns viram, outros não, e quem não viu não percebe, olham para o homem como se fosse um Ronaldo em versão cota, no tempo em que o futebol era fácil e não prestava para nada.
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Nessas duas ou três vezes a Académica perdeu, o que somado ao enxovalho na escola em Benfica, conimbricense exilado e isolado perante a turba de alfacinhas,  não são exactamente boas recordações. Mas a esses jogos, semente do meu anti-benfiquismo primário, não tinha ido só pelo meu clube numa das suas três visitas anuais mas também para ver jogar o Eusébio, esta parte toda a gente percebe, o Futre e o Figo também conseguiram que os putos os quisessem ver jogar mais do que uma vez por ano na televisão, em diferido.

Porque antes há o jogo da Coreia. Tinha seis anos, é o primeiro jogo que me lembro de ver, o nosso primeiro campeonato do mundo, o único com Eusébio.

O jogo da Coreia ensinou-me umas coisas. [Read more…]

Pequenos dramas com a comida

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Este e outros aqui.

Talvez este vídeo ajude a explicar quem era Eusébio