Violação por decreto

rape

Uma menina de 20 anos foi encontrada em sua casa na companhia de um rapaz (não descobri informação quanto à idade dele, mas presumo que seja de faixa etária próxima) de uma religião diferente.

De imediato, foi convocado um conselho tribal de cidadãos, daqueles de tipo medieval, onde se decidiu multar os jovens enamorados, que, pelos vistos, aguardavam a sentença amarrados a árvores. Cada um deles teria que pagar 25,000 rupias (cerca de 290 euros) pelo hediondo crime de enamoramento por alguém de uma tribo que não a sua. [Read more…]

Dá vinte

cavaco

Numa sondagem qualquer, há vinte por cento de… de… “democratas” que…  bem, não interessa.

Ainda se realizam assim tantas lobotomias em Portugal? Vinte por cento?!

Remisquedo

remisquedo_linha_do_tuaA Estrada Nacional 15 cruza novamente a Linha do Tua, anos 70. (© desconhecido)

Os mercados estão a reagir bem

O único momento do dia em que ouço notícias sobre mercados, taxas de juro e bolsas é quando estou a tentar encontrar o sabonete com os olhos cheios da espuma do champô e não consigo mudar de estação de rádio. Mas tem sido suficiente para dar-me conta de que o jargão jornalístico para explicar as coisas inexplicáveis que se passam nesse campo passa pela sua humanização. Há dias em que “os mercados estão a reagir bem”, e se eu estiver ainda ensonada quase que me alegro, como se fosse um doente a quem sigo com apreensão. Outras vezes informam-me que “na Europa, o sentimento é misto”. Ora isto, sendo vago, transmite uma certa angústia e convoca a solidariedade, ou não fosse tão humano isso de alimentar sentimentos mistos em relação a uma mesma coisa.

Às vezes preocupam-me desnecessariamente porque me dizem que “os indicadores económicos alimentam receios”, mas não me dizem de quem nem porquê. Tão vagos que outras vezes se ficam por um “lá fora [onde?], “as notícias são desanimadoras e aumentam a cautela”. E eu, que ainda nem saí lá fora, só por causa disto já olho para onde ponho os pés molhados ao sair do duche, que a vida de repente parece-me uma coisa perigosa. [Read more…]

A sexualidade reprimida

de Oscar Mascarenhas – um direito de resposta com tudo no sítio.

No 78 da STCP

O Porto a caminho de 2001 visto pelos olhos dos passageiros de um autocarro. “Próxima Paragem”, de Catarina Mourão.

Praxes

© Pedro Guimarães

Afinal o Relvas merece a licenciatura

licenciatura-de-relvas
Andou um país enganado a mandar estudar o Relvas. Que não podia ser, era muita equivalência, muita rapidez.

Grande injustiça. O homem tinha obtido uma licenciatura da Lusófona. Ora na Lusófona estudam analfabetos ao nível de escreverem SENSIONALISTA ou “bom educação”, é lerem este naco de jumentice e comentários, ou a vergonha comentadeira que brota dos indignados defensores da praxe lusofónica.

Um mestrado, da Lusófona, para o Relvas, é por comparação a mínima reparação possível. Faça-se justiça. Como escreveu por aí um douto universitário:  focam demasiado no erro das pessoas, em vez de tentar perceber a lógica. É isso.