Mangala no Manchester City?

A sério? Devem precisar de um guarda-redes.

Divulgação: Sementes de Portugal

Um blog sobre a nossa flora.  Disponibilizam um catálogo de sementes seleccionadas para que os interessados semeiem nos seus espaços verdes.

Se calhar, é melhor pararem

Como é sabido desde o Fado do Kilas, cantado pela Lia Gama, “os que ainda andam na mó de cima/têm que saber que a roda não pára/e fatalmente o fim se aproxima/a vida não pára“.

O relógio também não.

pára

Sim, apesar do prometido, o ‘objectivo‘, felizmente, mantém-se.

objectivo

Alhures, cinco anos e quase um mês depois, verificamos que [Read more…]

A letargia da nação e a atonia da oposição

Santana Castilho

Dou por mim, amiúde, agora que se aproximam os 40 anos sobre Abril, a rever lutas e ilusões de poder mudar a história em que nasci e o futuro dos que se seguirão. Mas, em vez disso, vejo a letargia emocional duma nação, que permite o retrocesso e o êxito dos tiranos.

Para a situação em que Portugal está contribuiu fortemente um sistema político baseado na alternância de partidos fechados, que chegam ao poder sem linhas programáticas sólidas e fundamentadas e sem apresentarem a votos as pessoas que governarão. A saída da crise também passa por mudar este paradigma. Para ser alternativa, o PS deve varrer ambiguidades, perceber que o mundo político em que cresceu mudou e evoluir de simples estrutura de conquista de votos para instituição aberta à sociedade.  [Read more…]

Metam-se na vossa vida

copyright_joana_villaverde_2009

Ninguém tem nada a ver com isso, mas a Joana (mãe da Carolina e da Constança) e a Patrícia casaram-se uma com a outra. O casamento foi no Alentejo, e no bolo podia ler-se liberté, égalité, fraternité. Anabela Mota Ribeiro foi falar com a família toda, e pelos vistos está tudo óptimo. «É igual. Mãe, pai. Mãe, mãe. Pai, pai. O principal para as crianças é sempre o amor.»

A esterqueira que passa nas televisões às 20 horas

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Há quem lhes chame notícias. Para o serem, informariam, acrescentariam pontos de vista, seriam isentas, enfim, seriam o resultado do trabalho jornalístico.

Nada disto acontece no espaço televisivo das 20 horas, em todos os canais. Não me recordo desde quando dura a repetição ad nauseum do acidente do Meco, com as mesmas imagens das vagas, a foto do rapaz que já foi julgado na praça pública e das imagens de pseudo-praxes, que na verdade não passam de bullying, já vistas e revistas por todos os que tenham tropeçado na programação televisiva nestas horas.

Estarão a dar ao povo o que este quer ver? Não sei, mas os que têm os números das audiências deverão saber. Registo que esta obsessão temática não tem equivalente quando é o futuro do país que está em causa, como na altura de se perceber como é que nos afundámos ou na discussão das supostas medidas para sairmos da crise. Não daria audiência? Pois bem, ponham um nariz vermelho no pivot e assumam de vez que não estão a transmitir um noticiário.

A verdadeira tradição coimbrã

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Praxe, tradição, universidade, boémia, andam estas palavras metidas no mesmo novelo,  a ver se o desenrolamos, fica o desenho de um jantar,  para quem anda baralhado:

Tradição coimbrã é quando dois cotas veteranos entram no Zé Manel, são sentados na mesma mesa onde um jovem casal já debica as espinhas porcinas, caloiros, e coincidindo nos cogumelos aporcalhados em segunda degustação a Isabel pede o verde da travessa de grelos, travessa para quantos? quatro, como estamos sentados, ora essa.

Naturalmente, depois de nos agradecerem o corte no refogado , pagaram silenciosamente a verdura que salvou a segunda arremetida proteica, não é para meninos, o Zé Manel conhecido internacionalmente como dos Ossos.

Coimbra e tradição, não é de esquerda nem direita, é para quem sabe.

A ilustração, Zappa na Retrete,  viveu em forma de poster durante décadas no Zé Manel, ao lado de outro clássico com moscas, e desapareceu, como outras preciosidades, após uma Asae qualquer. Que se saiba o “conselho de veteranos” não se manifestou.