“Erros meus, má fortuna, amor ardente”

swamp-flowers-of-capitalism-1919-by-george-grosz

… murmurava poeticamente, com os seus botões, o banqueiro, olhando o desastroso resumo dos resultados do seu banco. Atirou com o papel, abeirou-se da janela do 20º andar, limpou uma imaginária impureza do seu casaco de seda, abriu a janela. Acendeu um havano, sorriu e, entre dentes, saiu-lhe: ” Que se lixe, alguém há-de pagar”.

Imagem: George Grosz, Swamp Flowers of Capitalism, 1919.

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