Vai este buraco alguma vez ter fim? Tudo o que se refira a BPN queima – mas os contribuintes apenas. Ainda Vitor Constâncio era – e foi durante muito tempo – governador do Banco de Portugal e já os sinais lá estavam. Deu-se a precipitadísima nacionalização, seguiu-se a duvidosa gestão pública, culminou na vergonhosa privatização e teima este buraco em não nos largar. Tudo no BPN cheira a podre.
Os nomes dos envolvidos aparecem volta e meia na comunicação social, alguns até chegam a altos cargos governativos mas a impunidade é absoluta. O assalto ao bolso dos que pagam, sem nada mais poderem fazer do que gemer, é constante. Decididamente, a máfia instalou-se no poder. Não se pode confiar no Estado, ou mais correctamente, naqueles que dominam o Estado, o que para o caso vai dar no mesmo.
Só há um caminho, a revolta dos contribuintes.







“Vai este buraco alguma vez ter fim?”
Não!
Este buraco negro, como os restantes buracos negros – banca obsoleta-parasitária – vão sugar toda a matéria – humanidade – que estiverem na zona de influência.
Quanto mais tempo levar para a sociedade admitir o estado miserável que o sector parasitário da banca atingiu, mais e mais sociedade passará para lá da zona de não retorno, ou seja, a zona do desemprego e da pobreza…
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Afinal a culpa era dos preguiçosos dos trabalhadores, esses é que andaram a roubar…
Ao procurar o BPN para depositar uma verba extra parei a falar comum amigo que era segurança no Banco de Portugal;para meu espanto aconselhou-me a não o fazer que aquilo era um banco de ladrões. dois anos depois o V. Constancia declara que “desconhecia” as trafulhices da seita do BPN. Poderá haver respeito por gente desta?