Não lêem jornais na Malaysia Airlines?

rota

Uma rota de aviação comercial que passa sobre um campo de batalha é de doidos varridos. Quem quer que tenha disparado o míssil tem muito menos responsabilidades no sucedido do que uma companhia que faz os seus passageiros correrem tal risco.

Começo a perceber como podem ter perdido o outro avião: esta gente não bate bem da bola.

Comments

  1. Gottlieb says:

    Para poupar uns dólares escolheram a rota mais curta (e mais perigosa).


  2. todas as companhias aéreas usam a rota assinalada. O conflito existe há vários meses sem incidentes deste tipo. Algo de extraordinário se passou.


  3. Não é nada suicídio.
    Nenhuma companhia é totalmente autónoma na escolha da sua rota: se esta rota foi escolhida, foi validada por várias entidades conhecedoras da segurança ou não do espaço aéreo da ucrânia.
    Estamos a falar de um zona de conflito entre um grupo de rebeldes e um exercito pró-ocidental.
    O espantoso é aceitar-se natural que um grupo de rebeldes tenha à sua disposição capacidade instalada de abater um avião a 20000m de altitude.
    O mais espantoso e nojento de tudo isto é que a Europa viu dezenas de seus cidadãos transformados em carvão e até agora ainda não ouviu nada de relevante…

  4. Nightwish says:

    “Quem quer que tenha disparado o míssil tem muito menos responsabilidades no sucedido do que uma companhia que faz os seus passageiros correrem tal risco.”

    Tal como as mulheres com roupas atrevidas que são violadas?


  5. Os Malaios são uns analfabetos… Não lêem jornais !
    Nesta óptica , os Holandeses, Alemães, Belgas, Franceses, etc. etc., com aviões a operar desde o Schiphol, são todos es estúpidos que nem uma porta e nem lêem o jornaleco…


    • Obrigado por acrescentar a nacionalidade das companhia de aviação idiotas, que se leram jornais não colocaram a segurança dos passageiros à frente dos custos de uma viagem.
      Adoro a forma como se está a branquear um crime óbvio.


      • Nunca se esqueça que o criminoso é o que puxa o gatilho, não quem planeia o crime.
        Quem disparou teve ESCOLHA, e decidiu fazê-lo. Não me venham cá com as tretas das companhias de aviação, que até acredito que escolham rotas menos dispendiosas e que já as usavam há bastante tempo sem incidentes, mas em termos de CUSTOS, já que o que lhe interessa é o valor, o capital, os euros e os dólares, o boing ,( o aparelho, a máquina, está ver ?) é mais caro do que todos os passageiros juntos. E ainda fica por resolver a questão das indemnizações. Aqueles Malaios devem estar loucos….

  6. Fred says:

    Pelo seu raciocínio Israel (e quase todo o médio-oriente) não teria voos há anos, sobrevoar território iraquiano, afegão ou egípcio seria impossível e uma viagem destas, para se realizar, teria que passar algures pela Mongólia depois de ter gasto todo o combustível a sobrevoar 80% de região deserta do maior país do mundo…


    • Pelo seu raciocínio sobrevoar um campo de batalha é a coisa mais natural deste mundo. O comandante até aproveita para avisar os passageiros que se podem deliciar com uma guerra a sério debaixo de si.


  7. É mais que óbvio que a culpa é da companhia e não de quem disparou o missel.
    Eu se tivesse um, também já tinha abatido um avião civil.

Trackbacks


  1. […] sobre quem lançou o míssil, sendo óbvio que a verdade não será apurada, caiu no esquecimento quem colocou o MH4 a servir de potencial alvo. E a Malaysia Airlines insiste nas suas rotas com um cheirinho a guerra, acreditando piamente na […]

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