Catarina Marcelino, uma antro-deputada de elevado quilate

Catarina Marcelino é deputada do PS por Setúbal e licenciada em Antropologia. Antropologia é uma respeitável ciência, as licenciaturas são graus académicos (neste caso suponho que a.B) e a licenciada Catarina escreveu hoje esta notável peça gramatical no seu mural do Facebook:

catarina marcelino

Ora bem, um deputado que não sabe ler e escrever em português de lei não deixa de ser, eventualmente, um bom deputado. Grandes autarcas teve este país, por exemplo em Setúbal, com a sua 4ª classe. Mas gostava imenso de saber onde tirou a ilustre deputada a sua licenciatura em Antropologia. Erros todos damos, mas uma informação tão pertinente não pode ser bloquiada nem sujeita a sensura. Seria intulerável, numa altura do ano em que tanta gente anda a escolher a faculdade onde vai estudar para um dia chegar a licenciado (p.B.) em Antropologia sem este pré-aviso.

Imagem gamada no Facebook ao António Gregório.

Comments

  1. pedro says:

    • Eu também incorro em erros ortográficos. É humano. Ao nível do Zé Manel da Voz do Povo, e da dita disléxica Marcelino, ainda não consegui. Nem o Duarte Marques tão longe chegou.
      De qualquer forma o problema é a licenciatura, não a licenciada, e o não-problema a falta que as ditas redes sociais faziam na política em português.

      • lurdes says:

        Todos erramos. Não não é admissível q alguém no governo cometa erros ortográficos. A dislexia, seria uma desculpa tolerável…, não fora, mais tarde admitir q “vinha cansada, q não recorreu ao corretor ortográfico” . Um Deputada a recorrer ao corretor ortográfico ?? What ?? Pelo menos não o admitia…
        A minha mãezinha só fez a 4ª classe e não dá um único erro !!


        • Efetivamente o problema não é da licenciatura: é da licenciada, da(s) escola(s) por onde passou e dos ME que nem sequer conhecem as políticas de ensino. Pelos vistos, a senhora deputada não só dá erros ortográficos como não sabe o que diz nem tem respeito pela Língua Portuguesa!!! Bons deputados que não dominam a s/ própria língua´…?!!! Só se for para estarem lá a “fazer número” ou a fazer demagogia!

        • Paulo Valente says:

          Pois minha cara Lurdes, mas presumo que a sua mãezinha não sofra de dislexia…


  2. …português em modo Zé Cabra.


  3. Terá sido colega de curso do Relvas ou Sócrates? Ou licenciada apenas por alguma jota ali para os lados do Largo do Rato?…

  4. João Luis Antunes says:

    Para uma deputada que não TULERA, será que nós a podemos Tolerar?


  5. Bom, eu penso…que não será muito lícito desprestigiarmos a Antropologia, até porque essa cadeira também constou no meu processo formativo. Defendo mesmo que o problema, eventualmente estará nas próprias pessoas, que poderão ter-se, digamos que…”acomodado” a um determinado título ou “status quo” e bem assim, como que, pararam de investir na Formação, que é sem dúvida um processo contínuo.


    • A Antropologia não tem qualquer responsabilidade no assunto. Esta licenciatura tem.


    • Peço desculpa, mas é óbvio que isto não tem nada que ver com a Antropologia; mas também, a este nível, nada tem a ver com formação contínua…! É suposto, no fim do ES, os portugueses saberem “Ler” (não só juntar as letras) e “Escrever” corretamente a Língua Portuguesa … ( c/ acordos ortográficos ou não …). Então as criancinhas do 4º ano do 1º ciclo não fazem exame nacional de Português e Matemática?


      • Maria Barbosa, desculpe só agora responder-lhe, mas efectivamente, só agora constatei no meu site que tinha um comentário seu, alusivo aos que fiz a este mesmo artigo.
        Muito sinceramente, não estou a ver absolutamente nada de pertinente que sugira que estejamos em desacordo relativamente a esta questão…à excepção da questão da formação contínua, que, como profissional de saúde, e como o refere, e muito bem Sarah Adamopoulos, estamos inequivocamente perante uma questão de FALTA DE LEITURA!!!…independentemente de Catarina Marcelino sofrer ou não de dislexia. E,…queira desculpar, a FORMAÇÃO, é sempre contínua, seja ela em que domínio for!
        Fiz-me entender agora?

  6. mdlsds says:

    Mais logo vou fazer um ditado com o meu filho de 16 anos. Vou ditar essa pérola, palavra por palavra. e ver o que sai dali.

    • mdlsds says:

      Ora bem, o ditado não consegui mas pedi que escrevesse pelo menos as três palavras. E escreveu, sem hesitar e correctamente. Moral da história: tenho muita sorte em ter um filho que não padece de dislexia. Temos político?


  7. Bom, nesse caso, queira desculpar a minha “santa” ignorância…desconheço de todo, qual é o problema desta licenciatura!(?). A existir, então o meu comentário terá sido descabido?

  8. Sarah Adamopoulos says:

    Dislexia é outra coisa: uma incapacidade momentânea que leva as pessoas a trocar de sítio (ou a grafar sem nexo, trocando por exemplo a forma de um S por aquela de um Z) letras, números ou sílabas, Trata-se aqui de um problema de leitura, ou aliás, de falta dela. Estes são infelizmente erros comuns, e que resultam de uma coisa muito simples: da escassez de vezes que a pessoa *leu* determinadas palavras, sendo por essa razão incapaz de reproduzi-las ortograficamente correctas. As dificuldades com a escrita derivam da falta de leitura, sempre.

  9. alexandra says:

    Conheço muito boa gente que escreve de forma correta , clara e culta, todavia, a intelegência nao as beneficiou , antes pelo contrario , passou ao lado.Ora , o que importa que a senhora tenha dado alguns erros , quem nunca os deu que atire a primeira pedra. Muitos dos licenciados no 25 de Abril criticam as novas universidades , como se a passagem deles no 25 de Abril fosse por merito! Quanto ao Sr. Relvas , o que importa o curso ? O que interessa é se é ou não um homem intelegente ! Não chegou ao governo por ser licenciado . Mas claro esta é a minha opinião e respeito a dos outros.

    • Etelvina coelho says:

      Alexandra quem escreve intelegente e intelegência só pode estar de acordo com esta deputada. Será que você também é disléxica? Haja paciência para tanta ignorância.

    • Irene says:

      Oh Alexandra benza-a Deus também! Ou será tamém???

    • José Peralta says:

      Alexandra

      Não ! O “sr.” relvas não é intelegente ! E inteligente…muito menos !

      E não chegou ao governo por ser “licenciado” !

      Foi, simplesmente, por ser cúmplice do coelho em negociatas fraudulentas…e saber “muito” sobre certo passado do herbívoro !

      Por isso é que o coelho, logo o fez “renascer das cinzas”…

      É que há amizades “perigosas” !!!!!

    • João Soares says:

      A Alexandra foi colega de carteira da Catarina e se calhar havia copianço “intelegente “!!!

    • Fils says:

      Por amor de Deus, isto tem pouco ou nada a ver com inteligência. Tem a ver sim com falta de hábitos de leitura e, acima de tudo com ignorância

  10. Hugo says:

    É licenciada pelo ISCTE e tem uma pós-graduação feita no ISPA.


    • Está tudo explicado, qual dislexia, é iturrês, a peculiar grafia do Raul Iturra, que foi autor nesta casa e terá sido seu professor. Compreensível num homem bilingue, desconhecia que por contágio se pegava.


  11. Com esta gentinha não vamos longe …


  12. Não são os erros em si que importam mas o que eles demonstram. E o que demonstram é falta de leitura. O grave é sermos obrigados a ter de decifrar o que esta gente pretende dizer. Muito gostaria de saber como é que a senhora deputada irá bloquear no seu facebook os autores/as. Coitados. E poderão depois partir para outras paragens? Como funcionário público sou obrigado a escrever os textos oficiais conforme o acordo ortográfico. Então porque razão não se obrigam os deputados a escreverem em português de Lei?


    • Eis um comentário válido e que subscrevo…
      Ainda me custa a crer que aquele post da dita senhora, que nem a 4ª classe deve ter feito, não tenha sido propositado e de gozo… Se não é o caso, só me falta mesmo ver o porco a andar de bicicleta.
      Mas o xico tem toda a razão – têm de haver mínimos de ser, estar e partilhar para as ditas “pessoas públicas” seja em que área for….
      Bom dia para todos!

  13. Maria says:

    E já agora , Alexandra ,se usou o novo AO (ou mixórdês , em minha opinião) “Abril” deveria estar escrito com minúscula. Se acentuou “é”, deveria também ter acentuado “mérito” e “contrário”. E já agora “quem escreve de forma correta , clara e culta” é certamente dotado de alguma inteligência,


  14. Lamentável Toda a prosa em si! Quem escreve, expõe-se. A partir de agora nada será como dantes. Não devemos ter orgulho de parlamentares que maltratam a pátria língua.

  15. Augusto says:

    Deve ter tirado o curso na Independente, a um Domingo.

  16. Augusto says:

    No meu tempo a dislexia curava-se com valentes pares de reguadas. E foi remédio santo!


  17. Bloquiarei ou bloquearei? mais um erro

  18. Marquês Barão says:

    Se me deixarem escolher, prefiro para meu deputado um analfabeto estrutural.

  19. Maria says:

    Dislexia não implica escrever com erros ortográficos, mas sim por exemplo trocar o sentido de uma frase ou até inverter símbolos. Existem grandes figuras da ciência que eram dislexicos, mas daí a escreverem mal. A quem é que ela se quer comparar, só se for à outra que escreveu a reforma do estado. A quem é que ela fez o “favor”….. É só mais uma que escreve como fala…

  20. Jorge Ramos says:

    Brevemente, nem ler Português quanto mais saber escrever. Com o Costa bastará saber ler e escrever monhé.

  21. José Matos says:

    Tanto moralismo. Quando se escreve nestes locais de alguma liberdade, não se está preocupado em escrever “tudo certinho e direitinho”, cumprindo todas as regras gramaticais. Pretende-se comunicar, trocar ideias, sem estar preocupado com o rigor obrigatório em documentos oficiais ou de certa responsabilidade. Compreendo os defensores da nossa língua, também acho que deve ser defendida, mas não exageremos, não nos sirvamos dela para ataques pessoais e mesquinhos. Poucos poderão afirmar que nunca deram um erro. E agora não me admira que alguns cultos na língua possam mostrar menos cultura na forma como poderão refutar o que escrevi. Enfim, é o mundo anómico em que vivemos e sem valores.


    • Concordo. O português é exímio na crítica mesquinha. Apanha uma fraqueza e já está… Em matéria de fundamentalismo ortográfico (num ou outro sentido…) somos os melhores. Infelizmente o que temos a mais em rigor crítico temos a menos em cortesia, boa educação e foco naquilo que realmente importa. Ocupamos a cabecinha com a arquitetura das palavras e desprezamos as ideias que elas pretendem transportar… Enfim, é a sina dum povo antigo, que percorre mundo e é eternamente provinciano.

    • Etelvina coelho says:

      Não se trata de moralismo criatura. Escrever sem erros deveria ser obrigatório e na minha opinião uma das medidas do ministério da educação deveria ser tolerância zero para quem não sabe português. Já que nos estão a vender ao desbarato ao menos que conservemos a língua pátria em bom estado.


      • Muito bem! Quer dizer que uma pessoa que tenha a quarta classe e que tenha trabalhado toda a vida sem ter que escrever ou sem tempo para ler seja excluída dos blogs e ser insultada nos fóruns mesmo que consiga expor a sua opinião. Noto com frequência ideias validas em caixas de comentários escritas com erros em que se apontam os tais erros e se desvaloriza o conteúdo do comentário. Só os “dotores” devem ter direito a opinião.


        • Enquanto isso temos 1 primeiro ministro que fala inglês pior que a minha sobrinha e que tem um discurso, quando não lhe o escrevem, duma pobreza lastimável. Aposto que um poste sobre isso não teria metade de comentários.


        • Se isso é com o autor, é melhor reler. Sei de vários analfabetos que estariam muito melhor no governo que todos os que lá estão.

        • Etelvina coelho says:

          Uma pessoa que tenha feito a quarta classe e que por ter trabalhado sempre no duro não teve tempo nem oportunidade de lêr até pode escrever com erros mas neste caso estamos perante uma licenciada que até é deputada da nação. Peço desculpa mas não aceito.


    • uma coisa é uma gralha
      outra é ausência de sentido literário e erros claros de ortografia

    • Artur Eduardo Pereira Cabral says:

      Estou consigo. Um abraço.

  22. Miguel Cabrita says:

    A cenhora é antro-deputada, ou deputada no antro? Gostava de saber.

  23. Maria Fatima Martins says:

    O grande problema da juventude é que NÃO LEEM !!! Por mais licenciaturas que tirem, se não lerem desde novos, nunca saberão escrever correctamente.

    • Jorge Ramos says:

      Minha cara Srª ou Menina Maria Fátima se me permite o problema não está na juventude. O problema está que, uma deputada tem minimamente saber escrever.

  24. Jorge Ramos says:

    E assim O Ps completa a Troika que lhe é tão querida.
    Tem uma depuda Bêbada.
    Tem uma deputada drogada e, TEM uma deputada BURRA,.

  25. Pedro says:

    O “hoje havia” tambem é digno de registo.


  26. Anda toda a gente preocupada com os erros, enquanto eles no final do mês, vão para casa com os bolsos cheios!..
    isto sim é preocupante: SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL DOS DEPUTADOS PARA 2014 AUMENTAM 91,8%! Por mais frustrante que seja é verdade acabei agora mesmo de constatar as discrepâncias entre 2013 (https://dre.pt/pdfgratis/2012/11/22200.pdf) pag.6626 do presente diario da republica e orçamento de estado para 2014 (https://dre.pt/pdfgratis/2013/11/22600.pdf) pag. 6521. esta situação é mesmo muito nojenta e tão baixa desculpem la estar a ser tão modesto, não há palavras!.. Isto sim preocupa muito!..

  27. Alex I says:

    O problema maior, não é escrever com erros, mas sim errar ao em não assumir o erro… assim, possivelmente no próximo acordo ortográfico, esta senhora deputada deverá votar a favor que os seus erros de hoje, sejam máximas amanhã… obrigando milhões a escrever mal por capricho, para provar que afinal não estava errada mas sim muito adiantada para a sua época… mas afinal, é o que os políticos fazem de melhor.
    E por incrível que pareça, e muitas pessoas desconheçam, este tipo de erros tem custos e grandes para o país, pois o facto de um dirigente não saber falar ou escrever, vai obrigar os contribuintes a pagarem um salário a mais um “boy”, desculpem o estrangeirismos, a mais um assessor para corrigir os seu erros, e assim lá vai mais um carro de serviço, gabinete, salário chorudo, telemóvel, despesas de representação, etc.. e depois vêm pedir-nos para apertar o cinto!!!


    • E ainda ficam com “desculpas” para as “brechas legais” que aparecem mais tarde para beneficiar os amigos (leia-se: os próprios). Alguém se lembra da história da vírgula? E do “presidente de camara ou da camara” ?!!! Quanto pagamos pelos “esclarecimentos”?

  28. José Matos says:

    Pois, estamos sempre tão atentos para criticar os erros dos outros, para adjectivar os outros negativamente. Adjectivaram-me aqui de “criatura”, sim sou uma criatura da natureza, mas a forma como fui adjectivado foi no sentido pejorativo, pelo menos foi o que senti. Isso é uma constante, inclui-se na crise de valores que vigora em Portugal e nas sociedades em geral. Não lidamos com os outros com respeito, antes pelo contrário. Sim concordo que qualquer pessoa nomeada em funções públicas importantes terá que ter um maior cuidado, mas acho indecente a forma como é atacada. Gostava de ver quem assim procede agir mais na área cívica, o que se vê é uma falta de responsabilização das pessoas e de muito pouca participação nos locais certos e depois andamos por aí a comentar e a lamentar do que está mal.


    • Concordo e subscrevo. Aliás, a quantidade de comentários a este post, é elucidativa da largueza de vistas que por aqui tem andado! No Aventar apenas me recordo dum outro post merecedor de tanto empenho “comentadeiro”. Não, não era política, nem actualidade, nem cultura, nem tema de particular interesse social ou cívico. Era futebol…

      • Etelvina coelho says:

        Penso que a alusão ao termo criatura me diz respeito. Se ofendi usando esta palavra peço desculpa pois não era essa a minha intenção. No entanto reafirmo tudo o que escrevi antes acerca dos erros de palmatória desta deputada da nação. É inadmissível tantos erros de ortografia em alguém com esta responsabilidade. Digam o que disserem daqui não me desvio nem um milímetro.

  29. chico gouveia says:

    eu sou a favôre da sinhora diputada. Os jurnalista é que som uns maslínguas. Atom num se bê logo ca sinhora istaba cançada e é disléssica (léssica- já disse). Que fassa muitas leis e isteija muitos anus no parlamento, ca jente preciza de jente acim.

    • Jorge Ramos says:

      Até hoje este é o melhor comentário/resposta que recebi os meus respeitosos cumprimentos e o meu muito obrigado.

  30. Angelina Leocádio says:

    Só quem não sabe como a Catarina chegou ao poder… a licenciatura fê-la mal e porcamente. A rapariga mal tinha tempo para as “nights” e suas diversões quando eis senão lhe aparece a oportunidade da vida dela: apoiar a campanha daquela que viria a ser a autarca do Montijo por bons e longos anos (embora maus para a terra)! O favor político (a ela e a outros membros da família) foi pago com cargos de direcção (chefes de…). Da autarquia, começou a trepar, a trepar, passando inclusivamente por cima de quem lhe tinha dado a mão politicamente. Foi ela e o amigo Pedro Marques, o “famoso” secretário de Estado aos 26 anos. Nunca tinham feito nada na vida até que… ele há coisas do camano! Portanto, não se admirem da fraca qualidade… a malta pensa que basta vestir-se, apresentar-se no Parlamento, discursar com um dedo em riste e um ar muito combativo (embora a ler discursos feitos por outrém) e “prontos”! Não é preciso cultura, formação, civilidade, inteligência, empenho, nada! Amigos na política é a receita mágica para subir na vida. Depois é o que se vê…
    A rapariga lá estudou forçada e, se lhe perguntarem quem é Franz Boas, ela responde “Quem?”.

  31. Andre Couto says:

    Por alguma coisa são a favor do AO90… Mas nem com esse ataque ao patrimônio português conseguem escrever bem!!

  32. Carlos says:

    Ainda não entendi porquê esta azafama sobre uma deputada que não sabe português, experimentem a ver um texto do nosso ilustre ministro da cultura, então esse vai dar pano para mangas.

  33. Suzana says:

    Para além deste post dela já ter barbas de tão antigo, ela sofre de dislexia… só mesmo um blogue de terceira categoria que usa frases do tipo , “imagem gamada ” para “julgar” alguém que sofre de um problema. Arranjem algo útil para fazer

  34. maria vidigueira says:

    Calma… a licenciatura é em ANTROPOLOGIA ….

  35. José Silva Jorge says:

    A propósito: para assegurar que cada um escreve como lhe apetece acaba-se com os exames começando pelo quarto ano.

  36. Beth Lita says:

    Quem estiver aborrecido, triste, desinteressado,com sono, sem nada para se entreter, faço um convite:**Venha ler estes comentários e, certamente, o sono que tiver… desaparecerá. Dar-lhe-á vontade de rir pensando que pode dar erros ortográficos, à vontade, porque outros iguais ou piores virão criticá-la e ENSINÁ-LA QUE OS ERROS QUE DEU SERÃO, SEMPRE BEM VINDOS E QUE A SUA IGNORÂNCIA TEM UM NOME: D I S L E X I A !!!…
    **Aqui, aprende-se muito!!!..CULTURA ATÉ NUNCA MAIS ACABAR!


  37. Não me parece que se trate de um documento autêntico. O nome da deputada está a preto e, em vez de «há 3 horas» as entradas do face geralmente apresentam apenas «3h». A ser uma falsificação, como me parece, a sua divulgação tem vários nomes possíveis: calúnia, difamação, mentira, embuste…:


  38. Felizmente, o governante que pior fala (dos escritos por sua mão só conheço um e escreveu o verbo haver sem h) está quase a dar de frosques! Isso é que vai ser um alívio!!!! (o dar de frosques é para «rimar» com os «cidadões», o «fazerei» e as migalhas de bolo-rei.!

  39. joao fernandes says:

    Repor os exames da 4ª classe para Antropólogos e Deputados.
    Se reprovarem podem ser deputados vitalícios.

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  1. […] argumentos até ao momento são que um é filho do Mário Soares, outro é advogado do Sócrates, uma não sabe escrever e um outro foi mesmo ministro do infame […]


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