I wish a good day for freedom

O flower of Scotland
When will we see
Your like again
That fought and died for
Your wee bit hill and glen
And stood against him
Proud Edward’s army
And sent him homeward
Tae think again

The hills are bare now
And autumn leaves lie thick and still
O’er land that is lost now
Which those so dearly held
And stood against him
Proud Edward’s army
And sent him homeward
Tae think again

Those days are passed now
And in the past they must remain
But we can still rise now
And be the nation again
And stood against him
Proud Edward’s army
And sent him homeward
Tae think again

O Fhlu\ir na h-Albann,
cuin a chi\ sinn
an seo\rsa laoich
a sheas gu ba\s ‘son
am bileag feo\ir is fraoich,
a sheas an aghaidh
feachd uailleil Iomhair
‘s a ruaig e dhachaidh
air chaochladh smaoin?

Na cnuic tha lomnochd
‘s tha duilleach Foghair
mar bhrat air la\r,
am fearann caillte
dan tug na seo\id ud gra\dh,
a sheas an aghaidh
feachd uailleil Iomhair
‘s a ruaig e dhachaigh
air chaochladh smaoin.

Tha ‘n eachdraidh du\inte
ach air di\ochuimhne
chan fheum i bhith,
is faodaidh sinn e\irigh
gu bhith nar Ri\oghachd a-ri\s
a sheas an aghaidh
feachd uailleil Iomhair
‘s a ruaig e dhachaidh
air chaochladh smaoin.

Comments

  1. Ferdinand says:

    Será que a Escócia vai criar a sua própria moeda, ou vai continuar com a libra dos banqueiros da cidade de Londres?

    Será que a Escócia deixará de fazer parte da UE, e não receberá ordens dos euro-tecnocratas (e nos dias que correm isto significa “austeridade”)?

    Militarmente, deixará a Escócia de ser membro da NATO/ interesses americanos?

    António, no mundo em que vivemos, diga-me, a Escócia vai se libertar do quê precisamente??


    • Tenho dúvidas que os escoceses decidam pela independência. Obviamente há que respeitar a livre escolha dos eleitores. Por isso me limitei a expressar um desejo. Seguramente que não se irá libertar de grande coisa. Mas pessoalmente gostaria de assistir à separação de Westminster. Para começar. E quem sabe um dia à semelhança da Rep. da Irlanda seja a Coroa…

      P.S.- Não partilho da sua visão em relação à NATO. Patrulhar os países bálticos por exemplo é algo em que me revejo. Mas assistir à intervenção da aliança militar que foi criada para o Atlântico Norte, no Afeganistão ou mais atrás nos Balcãs é algo que discordo. A NATO deveria ser reformulada. Mas não é assunto do post, por isso fico-me por aqui.

      • Ferdinand says:

        NATO é um exemplo corriqueiro que facilmente vem à memória, se me desse ao trabalho acho que encontraria outros exemplos que explicam a falácia da “Escócia livre”.

        De qualquer maneira, acho estranho que alguém que não morra de amores pelo Estado, e demonstre tanta crença no “mercado” defenda a existência de uma organização militar paga pelo o Estado/ contribuintes.

        O que é irritante é que se tratando de militarismo os “libertários”, os liberais (liberais no que diz respeito a negócios, porque de resto tendem a ser pouco liberais…), os fanboys do capitalismo sem trela encontram logo boas razões para a intervenção do Estado, mas se o Estado prestar serviços sociais à generalidade da população, especialmente aos mais pobres, é uma prevaricação a qual certamente o Deus Mercado punirá com grande fúria.

        É por o António não acreditar verdadeiramente no “mercado”, tal como a esmagadora maioria dos que o acerrimamente o defendem, que é capaz de defender a existência da NATO…

        Se o António fosse verdadeiramente crente no “mercado”, o António defenderia milícias privadas, as milícias privadas porque se regem pelas leis do “mercado”, fariam certamente um melhor trabalho que uma organização estatal como a NATO…


        • É por o António não acreditar verdadeiramente no “mercado”, tal como a esmagadora maioria dos que o acerrimamente o defendem, que é capaz de defender a existência da NATO…

          Não pretendo discutir NATO. Mas sem ela, o facínora Stalin não se tinha limitado a anexar o Báltico, e lá se tinha ido o mercado em toda a Europa ocidental. Não sou belicista, repare que limito a NATO ao Atlântico e defendo que deve ser reorganizada, ou mesmo repensada. Obviamente que uma coisa é acreditar que os gastos militares devem ser limitados, outra bem diferente é abrir caminho aos totalitarismos. O século XX foi um triste exemplo, com Mussolini, Hitler, Stalin, Mao, para me ficar pelos piores…


  2. É irónico falar de nação quando um escocês que não resida na Escócia está impedido de votar no referendo e um inglês ou irlandês residente na Escócia poderá fazê-lo e manter depois a sua nacionalidade inglesa e irlandesa. É triste ver a falta de senso e ver as esquerdas alinharem com propósitos pseudo-nacionalistas.

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