Austeridade

ajustar a economia de Portugal desde 2011.

Comments

  1. João Soares says:

    quando é que nos atrevemos a sair deste estado padecente?
    ou será que somos mazoquistas???
    há muito que aguardo sinal para avançar, é tempo da força do trabalho se unir e não vou esperar muito mais


    • somos masoquistas João. pelo menos é a essa conclusão que chego. tenho pena mas temo não estar enganado…


    • O problema é estar à espera dos outros para fazer alguma coisa.


      • Estamos todos Pedro. Somos um povo sem vontade de se emancipar….


        • Mas não pode ser. Temos sempre de tentar alguma coisa.


          • Pois temos. Mas ninguém parece saber muito bem como. A forma mais pacífica de chegar lá passaria sempre por ganhar eleiçoes e implementar as reformas necessárias. Mas a maior parte das pessoas está demasiadamente preocupada com outras coisas para pensar nisto…


          • Eles matam velhos, novos e intermédios todos os dias, e nós só pensamos em pacifismos. Quando se entra numa guerra, não podemos ir com mariquices.


          • Mas se seguirmos a via da violência como sugere, estaremos pura e simplesmente a oferecer ao poder o argumento perfeito para um estado mais policial, com menos liberdades e mais controle. Para além de que, sem o exército do lado do povo, qualquer revolta desta natureza será facilmente reprimida. E mesmo que o exército estivesse do nosso lado, ainda existe a NATO.

            Não me entenda mal: eu não perderia um segundo da minha vida a lamentar a eventualidade de rolarem algumas cabeças. Mas dai até achar que a solução poderá passar por ai vai um longo caminho. Que não me parece viável. Mas esta é apenas a minha opinião!


          • Eu só digo que para uma guerra tudo tem que estar em cima da mesa. Mesmo a violência.

            Eles foram espertos ao alterar a forma de funcionar a tropa.


          • Como assim? Não percebi essa do funcionamento da tropa…

            Quanto à “guerra”, temos que ser calculistas. A balança pende para o lado deles e qualquer tiro no pé pode ser a morte dos artistas.


          • No seu comentário afirmou que precisávamos de ter a tropa do nosso lado, mas ela não está com os mesmos moldes que estavam em 74. Aqueles que lá estão, estão de papo para o ar, a borrifar-se para a situação.

            Sim eles têm a nato, a cia… e tudo do do lado deles.


          • Mais do que isso, não têm uma guerra estúpida em África para alimentar a sua revolta…


          • Mas temos na mesma ditadores, corruptos, e a guerra de classes na mesma.


          • mas tudo isso é menos perceptível e a maior parte das pessoas prefere ver a casa dos segredos. enquanto parte substancial da população optar por continuar a viver a dormir, nada mudará…

Trackbacks


  1. […] que parece não ser um problema para […]

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