a ajustar a economia de Portugal desde 2011.
Austeridade
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[…] que parece não ser um problema para […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
a ajustar a economia de Portugal desde 2011.
[…] que parece não ser um problema para […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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quando é que nos atrevemos a sair deste estado padecente?
ou será que somos mazoquistas???
há muito que aguardo sinal para avançar, é tempo da força do trabalho se unir e não vou esperar muito mais
somos masoquistas João. pelo menos é a essa conclusão que chego. tenho pena mas temo não estar enganado…
O problema é estar à espera dos outros para fazer alguma coisa.
Estamos todos Pedro. Somos um povo sem vontade de se emancipar….
Mas não pode ser. Temos sempre de tentar alguma coisa.
Pois temos. Mas ninguém parece saber muito bem como. A forma mais pacífica de chegar lá passaria sempre por ganhar eleiçoes e implementar as reformas necessárias. Mas a maior parte das pessoas está demasiadamente preocupada com outras coisas para pensar nisto…
Eles matam velhos, novos e intermédios todos os dias, e nós só pensamos em pacifismos. Quando se entra numa guerra, não podemos ir com mariquices.
Mas se seguirmos a via da violência como sugere, estaremos pura e simplesmente a oferecer ao poder o argumento perfeito para um estado mais policial, com menos liberdades e mais controle. Para além de que, sem o exército do lado do povo, qualquer revolta desta natureza será facilmente reprimida. E mesmo que o exército estivesse do nosso lado, ainda existe a NATO.
Não me entenda mal: eu não perderia um segundo da minha vida a lamentar a eventualidade de rolarem algumas cabeças. Mas dai até achar que a solução poderá passar por ai vai um longo caminho. Que não me parece viável. Mas esta é apenas a minha opinião!
Eu só digo que para uma guerra tudo tem que estar em cima da mesa. Mesmo a violência.
Eles foram espertos ao alterar a forma de funcionar a tropa.
Como assim? Não percebi essa do funcionamento da tropa…
Quanto à “guerra”, temos que ser calculistas. A balança pende para o lado deles e qualquer tiro no pé pode ser a morte dos artistas.
No seu comentário afirmou que precisávamos de ter a tropa do nosso lado, mas ela não está com os mesmos moldes que estavam em 74. Aqueles que lá estão, estão de papo para o ar, a borrifar-se para a situação.
Sim eles têm a nato, a cia… e tudo do do lado deles.
Mais do que isso, não têm uma guerra estúpida em África para alimentar a sua revolta…
Mas temos na mesma ditadores, corruptos, e a guerra de classes na mesma.
mas tudo isso é menos perceptível e a maior parte das pessoas prefere ver a casa dos segredos. enquanto parte substancial da população optar por continuar a viver a dormir, nada mudará…