Quo vadis Portugal?

Tenho lido por aí que o crescimento económico praticamente nulo, ou descida do défice em 1% são insuficientes, mas representam uma pesada factura paga pelos trabalhadores. Em consequência defendem renegociação da dívida, revisão do pacto orçamental entre outras acções. Vamos por partes. É hoje consensual que apesar do discurso político que Passos Coelho e apoiantes apregoavam no início da legislatura, quando defendiam uma diminuição da despesa em detrimento do aumento da receita, falharam. Poderemos catalogar de incompetente o actual governo, serei sem margem para dúvida subscritor desta tese. Mas então se falhou o objectivo de diminuir a despesa, sou todo ouvidos às sugestões que possam vir dos opositores ao actual governo. Nomeadamente do PS que se perfila para ser alternância. Quanto a renegociar, significa exactamente o quê? Incumprir? Imaginemos por um instante que dizemos aos credores “não pagamos”. Alguém no seu perfeito juízo acredita que apesar do peso dos juros que Portugal suporta, passado algum tempo não estaríamos em situação idêntica? E quando voltássemos a bater à porta dos mercados, quais seriam as condições e taxas a que obteríamos o financiamento? Seguramente bem piores, pois como diz o povo, “gato escaldado…” e perdida a confiança dos credores, a receita seria mais gravosa que a actual.

A verdade é que o actual governo falhou, logo conseguiu reduzir o deficit à custa do aumento de receitas, em vez de diminuir a despesa. Estarei então disponível para apoiar iniciativas que reduzam despesa, nomeadamente redução do peso do Estado e diminuição de impostos. A não ser que a oposição seja tão ou mais mentirosa que o governo, que já prevê um crescimento económico megalómano e mais “papista que o Papa” como diz o povo, venham imaginar um crescimento ainda superior ao previsto no O.E. que lhes permita continuar a gastar à tripa forra. Resta uma solução, sair do Euro para recuperar soberania sobre a moeda. Mas uma eventual saída do Euro significaria uma desvalorização de 20 a 40% em 2 a 3 dias. Em nome da ideologia para manter o status quo, os cidadãos ficariam mais pobres na exacta medida em que o seu dinheiro desvalorizasse. Estão disponíveis? Pela parte que me toca, digo já que não estou, nem estarei disposto a pagar tais desvarios. A não ser que queiram transformar Portugal em algo parecido com a Venezuela…

Comments

  1. Ferdinand says:

    “Dívida pública subiu para 132,4% do PIB no primeiro trimestre”

    http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/divida_publica_subiu_para_1324_no_primeiro_trimestre.html

    E que tal o António de Almeida fosse menos cínico?

    A dita “recuperação económica” tem sido feita com mais e mais dívida!
    É isto que os principais bancos centrais o Banco Central Europeu, Reserva Federal, Banco de Inglaterra, Banco do Japão têm feito.

    A financeirização da economia, a destruição da economia produtiva, repressão da classe trabalhadora e sacanices estatísticas é a fórmula neoliberal do queridinho do António de Almeida, o Milton Friedman.

    O António bem pode continuar a defender de forma encapotada a austeridade/ transferência de riqueza para o topo, mas duvido que ainda consiga convencer alguém…

    E não se preocupe tanto com o €uro, o que não falta são divisas falhadas, se o €uro tiver que desaparecer, coisa que já esteve mais longe, assim acontecerá bem podem os tecnocratas, banqueiros e o António negar a realidade que nada a vai mudar…

    • José Peralta says:

      Ferdinand

      Acho que tem razão quanto à “ingénua displicência”, ou “subliminar e envergonhado apoio” às pulhíticas austeritárias, demenciais da besta coelho e da sua “professora” na mentira e na “economia”, d, albuquerque !

      Enquanto que por aqui, no paraíso “construído” pelos facínoras, há mais dez mil milionários, no meio da multidão de emigrados, de pobres, de desempregados, idosos e crianças com fome, (mera “estatística” dirá o bloco de gelo com pernas…), escândalos sem punição na Justiça e na Educação, para a corja do desgoverno, a quem ainda ninguém avisou que já está morto e fede, bastam pedidos de “desculpa”, tão desavergonhados, quanto hipócritas e ignóbeis…)

      Quanto ao € desaparecer já ter estado mais longe, a atitude do Reino Unido, em fazer um referendo sobre a sua permanência na “União”…


  2. Em primeiro lugar não defendo transferência de riqueza para o topo nem para parte alguma…
    O que depreendo do seu comentário é que não se importa que as divisas sejam colocadas ao serviço dos governos, desde que isso sirva de almofada. Essa receita também me parece já experimentada, sabe que mais cedo ou mais tarde todas as bolhas costumam rebentar? Como vai ser? Uma crise sem precedentes fazendo 2008 parecer uma brincadeira? Ou uma nova guerra mundial?
    É que assim de repente não estou a ver muitas alternativas, a não ser que o chamado 3º mundo esteja disponível para ser novamente colonizado, garantindo bem estar a americanos, europeus e japoneses…

    • Ferdinand says:

      “Em primeiro lugar não defendo transferência de riqueza para o topo nem para parte alguma…”

      Ao ser um fanboy do capitalismo assim o defende. Capitalismo SEMPRE evoluiu para tremenda desigualdade, é isso que aconteceu no passado, é isso que está acontecer agora. Não é ideologia, é ver a história do capitalismo.

      “O que depreendo do seu comentário é que não se importa que as divisas sejam colocadas ao serviço dos governos, desde que isso sirva de almofada.”

      Não pode estar ao serviço dos governos democraticamente eleitos e obrigados a cumprir leis básicas/ constituição?
      Mas é melhor estar ao serviço do cartel financeiro global inescrutável que tem como grande objectivo acumular mais renda?

      Entre um governo democraticamente eleito e um bando de mafiosos intocáveis com ganância a correr-lhes nas veias prefiro o governo democraticamente eleito. E não me venha dizer que o governo eleito democraticamente é sempre uma trapalhada, foi com “New Deal” que os EUA se tornaram num país de fazer inveja ao resto do mundo, não foi o capitalismo sem trela, não foi o neo-liberalismo.
      Agora, isto não quer dizer que acredite na infalibilidade de governos democraticamente eleitos, não, não acredito, as coisas evoluem umas vezes para melhor, outras para pior mas reconheço que foi com o Estado contemporâneo ocidental que a humanidade viu o maior salto na qualidade de vida e na salvaguarda das liberdades individuais, não foram os capitalistas que concederam isto, por eles isto nunca teria acontecido, terá sido a luta da população por um pouco mais de dignidade e também os avanços tecnológicos.

      O António não gosta do Estado contemporâneo, muito bem, proponha algo diferente, mas não me venha dizer que o capitalismo é liberdade, capitalismo é coercivo, não é o único modelo coercivo certamente, mas tentar fazer do capitalismo algo fofinho é algo verdadeiramente embaraçoso numa era em que a informação é tão acessível…

      “Eternal vigilance is the price of liberty”

      Thomas Jefferson


      • “Eternal vigilance is the price of liberty”

        Thomas Jefferson

        Vigilância concordo que seja papel do Estado. Nunca defendi o contrário. Aliás uma sistema político em que me revejo bastante são os primeiros tempos dos EUA, com uma Constituição mínimalista, remetendo o governo para o papel de regulação e fiscalização.
        O que não me revejo são mesmo as políticas governamentais como manter juros baixos e moeda artificialmente baixa. Ou seja a Reserva Federal está a criar uma bolha monumental, que não vejo como pode ser resolvida a prazo. Por enquanto a China tem servido como escudo, mas quando os chineses não o quiserem ou não puderem fazer, como será? 1929 já esteve mais longe e provavelmente a receita de 2008 não será exequível.
        Ou considera possível que todos coloquem em simultâneo as rotativas a funcionar? É que se isso fosse uma solução possível, já o teriam feito, não acha?
        E não defendo de forma alguma o capitalismo monopolista ou cartelizado, que vive da promiscuidade com o Estado na mira de lucro fácil. Não confunda, misturando livre iniciativa e empreendedorismo com monpólios ou cartéis…

        • Ferdinand says:

          Não existe capitalismo sem Estado! Nunca existiu! Repito o que já tinha dito, não é ideologia é história.
          Capitalismo para existir precisa da autoridade do Estado para se impor, às vezes até com o uso do cassetete e pior.
          Capitalismo também precisa do assistencialismo que o Estado providencia à população que vai sendo excluída (outros nunca fizeram parte) da sociedade capitalista.
          Sem a autoridade e o assistencialismo a população acaba por se fartar do capitalismo, as revoluções do passado foram o resultado do extremismo que o capitalismo sempre evolui.

          “Não confunda, misturando livre iniciativa e empreendedorismo com monpólios ou cartéis…”

          Pois, mas o problema é que o cartel da finança global domina o “mercado” e com isso domina os governos, o António até pode acreditar que o “mercado” está a auto-regular-se, mas no meu entender, por o que vou lendo e por o que tem vindo acontecer desde 2007/08 isso é pensamento mágico…

          Não sei qual será o melhor sistema monetário mas uma coisa sei, a forma de financiamento actual está a destruir tudo de bom que foi construído nas décadas anteriores, não é sustentável continuar a ser desta forma.
          A forma democrática que funcionou no passado não pode ser descartada, talvez terá que ser adaptada à sociedade actual, o que não é aceitável é este empobrecimento forçado para servir elites degeneradas.

          E quando me refiro à eterna vigilância, não é apenas o Estado, é ter uma boa compreensão do que se passa na sociedade.

        • Nightwish says:

          “Aliás uma sistema político em que me revejo bastante são os primeiros tempos dos EUA, com uma Constituição mínimalista, remetendo o governo para o papel de regulação e fiscalização.”
          Ora bem, e uma constituição minimalista resultou em quê? Em que o estado entrasse em tudo, ignorando sucessivamente a primeira, segunda, quarta e quinta emenda, pelo menos, a seu bel-prazer com jogos de palavras legislativas. Passou a ser um país extremamente desigual em que as forças policiais fazem o que bem entendem e as pessoas só podem protestar em zonas designadas.

          “O que não me revejo são mesmo as políticas governamentais como manter juros baixos e moeda artificialmente baixa. Ou seja a Reserva Federal está a criar uma bolha monumental”
          Que bolha? Que modelo económico está a usar para dizer que há uma bolha onde quer que seja?
          O que a teoria económica que tem servido para alguma coisa nos tem dito é que caminhamos rapidamente para uma situação onde só com taxas de juro negativas, o que é impossível, é que será possível crescer (ver Japão na década de 90). Portanto, não há bolha absolutamente nenhuma porque nem as empresas querem investir não tendo mercado.
          Enquanto isto, o rendimento das rendas continua a ser muito superior ao crescimento, implicando isso que é evidente que defende, indirectamente e por ignorância, uma grande distribuição de dinheiro dos 99% para o 1%.

  3. Nightwish says:

    “É hoje consensual que apesar do discurso político que Passos Coelho e apoiantes apregoavam no início da legislatura, quando defendiam uma diminuição da despesa em detrimento do aumento da receita, falharam.”

    Falharam em cortar no que precisava de ser cortado, como em pareceres de certos paragões morais da televisão, mas ao invés cortaram em serviços essenciais retirando uma enorme quantidade de dinheiro da classe média e, consequentemente, da economia. Havia acertos a fazer nos serviços, mas isso é completamente diferente de cortar a direito e tornar monopólios públicos em monopólios privados, curiosamente alguns passaram a ser controlados por estados estrangeiros.

    “Quanto a renegociar, significa exactamente o quê? Incumprir?”
    E cumprimos alguma meta com a troika ou do pacto de estabilidade? Não há, pura e simplesmente, maneira de cumprir o que quer que seja. É simples economia provada desde que se acabou com a agora menor crise de 1929: num cenário com inflação mínima em que as taxas de juro nada fazem é preciso rapidamente e com convicção injectar dinheiro na economia. Na década de 30 injectou-se através da produção de material bélico, que nem sequer é um investimento recomendável, e os países sairam da crise. A Bélgica passou muito ao lado da crise porque não tinha governo para implementar a austeridade estúpida.
    Quanto a como o fazer, há economistas que já o estudaram e apresentaram soluções acima do meu entendimento, incluindo economistas que fizeram parte de governos assumidamente de direita.

    “Estarei então disponível para apoiar iniciativas que reduzam despesa, nomeadamente redução do peso do Estado e diminuição de impostos.”
    A única solução para a redução do peso do estado é pura e simplesmente acabar com serviços que já chegaram aos níveis mínimos, ou pior, como a educação e a justiça, pese embora haver sempre os negócios de estado duvidosos habituais. Privatizar alguma coisa significa o mesmo que tem significado nos últimos anos, pior serviço por maior custo, o que, sem baixa de impostos pois o pagamento de juros é cada vez mais elevado e ainda tudo acredita na magia de reduzir o IRC acreditando que as empresas vão investir quando estas já disseram que não querem porque não têm a quem vender.

    “Mas uma eventual saída do Euro significaria uma desvalorização de 20 a 40% em 2 a 3 dias.”
    Por oposição a uma desvalorização idêntica ou superior graças à austeridade por mais uma década já prometida pela união europeia, que nos deixará cada vez com menos espaço na economia que não seja para monopólios garantidos pelo estado? Admitindo que não criaria um caos político em que um qualquer populista seria facilmente eleito.


  4. Quanto a Passos Coelho, tirando uma ou outra divergência de pormenor, estaremos de acordo no essencial. Para o actual governo tenho uma palavra, incompetência.
    No restante aborda 2 temas distintos. Quanto à redução do Estado, ou se preferir serviços públicos, Justiça, Segurança interna e externa e serviços fiscais de forma alguma podem ser privatizados. Saúde e Educação podem em tese, mas o Estado teria sempre que concessionar ou contratar, por forma a garantir que ninguém fique excluído. É seguro que os custos jamais serão 0, a questão é concluir qual das opções apresenta a melhor relação custo-benefício. Mas em qualquer parte onde a questão seja discutida, é sempre consensual que os impostos estão directamente relacionados. O que nos remete para algo muito preocupante em Portugal, a utilização de dinheiros públicos em negócios do Estado. É ver o que se passou com os dinheiros que foram recebidos desde 1985 da U.E., então C.E.E., com o Fundo Social Europeu, mais recentemente com as PPP… Quanto menos Estado em Portugal, menos possibilidade de parasitismo. Sei que a minha posição é utópica, porque os partidos à esquerda por preconceito ideológico não o querem, os partidos mais ao centro e direita também não, pois é aqui que garantem o seu futuro quando saem da política, com chorudos negócios, simultaneamente oferecendo múltiplos empregos a familiares, amigos e boys com cartão de militante do partido que está de turno no governo. Com um Estado mínimo, que aconteceria a toda essa tralha que nada faz?
    Por último vamos à dívida. Claro que se não puder pagar, o credor aceita renegociar. Aceita sempre, é preferível receber mais tarde a não receber. Mas responda-me sinceramente, acredita mesmo que até na hipótese que não está em cima da mesa, da dívida ser perdoada, Portugal se regeneraria e não mais voltaria a bater à porta dos credores? Eu não acredito, porque Portugal vai continuar na mesma alternância que nos trouxe aqui. Isto não é ideologia, é falta de confiança nos políticos mesmo. Se por acaso já emprestou dinheiro a alguém ou confiou, sabe o que é credibilidade. Como poderiam emprestar novamente, sabendo que voltaria a velha discussão das taxas de juro e redução do défice? Ninguém comete 2 vezes o mesmo erro, muito menos os mercados. Porque razão Venezuela, Argentina e outros têm dificuldades em financiar-se? Eles têm sucessivamente desvalorizado a moeda, mas parece que isso não resolve tudo…

    • Nightwish says:

      “Quanto à redução do Estado, ou se preferir serviços públicos, Justiça, Segurança interna e externa e serviços fiscais de forma alguma podem ser privatizados. Saúde e Educação podem em tese, mas o Estado teria sempre que concessionar ou contratar, por forma a garantir que ninguém fique excluído. É seguro que os custos jamais serão 0, a questão é concluir qual das opções apresenta a melhor relação custo-benefício.”

      Não falei em privatização da justiça especificamente… afirmei que foi reduzido a nível mínimos ou abaixo disso pelos tais cortes e que já nada há para cortar que não traga graves problemas sociais.
      Quanto às privatizações em si, especificamente na saúde e na educação, é ver o que se passa noutros países, é sempre um desastre para as pessoas e para o estado. Por exemplo, não tendo acesso a consultas as pessoas são tratadas quando vão parar ao hospital com problemas gravíssimos e às contas dos estados. Privatizando os transportes e reduzindo-os à necessidade de dar lucro, reduz-se o controlo das exterioridades, que inevitavelmente aumentam, como a poluição, o número de acidentes, falta de mobilidade das populações…

      “Com um Estado mínimo, que aconteceria a toda essa tralha que nada faz?”
      Estariam em monopólios privados que preencheriam o vazio de poder graças à falta de controlo do estado, para onde o dinheiro fluiria naturalmente. Seria mais fácil dar meios de investigação às entidades competentes e assumir medidas anti-nojo realistas para os políticos carreiristas que temos invés de estarmos com idealismo que são pessoas que vão servir os interesses do estado.

      “Mas responda-me sinceramente, acredita mesmo que até na hipótese que não está em cima da mesa, da dívida ser perdoada, Portugal se regeneraria e não mais voltaria a bater à porta dos credores?”
      Claro que não, o perdão da dívida não mexe na qualidade dos políticos que temos, para isso seria necessário outra legislação. Mas está a assumir que este pedido de ajuda teve exclusivamente a ver com o que foi feito a nível interno, o que está muito longe de ser verdade, a culpa está muito mais do lado de como funciona o euro e os mercados. Por exemplo, os indicadores económicos franceses continuam quase tão bons como sempre, mas foi escolhido para baixa de rating apenas pelas suas opções políticas.

      “Porque razão Venezuela, Argentina e outros têm dificuldades em financiar-se? Eles têm sucessivamente desvalorizado a moeda, mas parece que isso não resolve tudo…”
      Porque têm políticos também, e estes por terem tomado decisões acertadas e fundamentais no início do mandato de Chavez acharam que era só repetir ou aumentar a dose para que tudo fosse maravilhas. Quando se ignora por completo as teorias económicas que funcionam não interessa se se é de esquerda ou direita, dá merda.

      • Nightwish says:

        Aliás, o que se tem visto das privatizações em Portugal é que são dadas enormes benesses às empresas, por isso não é solução para se gastar menos. A menos que ter as pessoas sem acesso a serviços públicos seja aceitável.

  5. Luis says:

    “Quanto a renegociar, significa exactamente o quê? Incumprir?”

    Não.

    Entre o cumprir e o não cumprir existe toda uma plataforma de oportunidades. Mas o António continua, continua a propaganda do- não há alternativa.

    Chega.

    • Nightwish says:

      E chega também de populistas na esquerda que só dizem que não se cumpre e fica tudo bem. Ser de esquerda não é sinónimo de não fazer o trabalho de casa.


      • Realmente, como escreve o comentador anterior, não sei quem são “os populistas na esquerda” que “só dizem que não se cumpre e fica tudo bem”.
        É mais uma propaganda bem repetida e repetida e re…pe…ti…da….

        • Nightwish says:

          Por amor de entidades divinas, não ouve o PCP, ou certos membros do bloco? Parece que se faz de qualquer coisa e já se volta a antes de 2008.

      • joao lopes says:

        “populistas de esquerda…” estou estupefacto:não sabia que o “observador” era de “esquerda” e como toda a gente sabe o observador “explica” e sabe como se resolve e paga a divida que o actual governo vai deixar para os contribuintes(se eles ainda existirem)

        • Nightwish says:

          Por amor de entidades divinas, não ouve o PCP, ou certos membros do bloco? Parece que se faz de qualquer coisa e já se volta a antes de 2008.

  6. Joam Roiz says:

    Populistas de esquerda não os vejo em Portugal. Talvez só o Marinho e Pinto.

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