
Uma imagem que diz tudo: o terrorismo tem que ser uma luta sem tréguas.
14/11/2015 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Os políticos deveriam interrogar-se das razões que estão a conduzir o Mundo para esta catástrofe.
Mas não se interrogam, porque isso seria pôr em causa a desastrosa política externa Americana que na sua apetência pelo petróleo e estando-se nas tintas para as guerras desenvolvidas ( o que interessa é que seja longe das suas fronteiras), criaram um verdadeiro caos no Médio Oriente.
A isso, juntam a protecção desenfreada de Israel, contra tudo e contra todos, acicatando mais e mais ódios e guerras.
E esta triste Europa, qual capacho dos americanos, continua a atacar o problema, sem atacar as causas de raiz, porque isso seria mexer nas opções dos Estados Unidos, o que não convém para quem depende deles, nomeadamente no eixo da Defesa.
Esta Europa abdicou de tudo. Até dos seus princípios e da sua cultura, preferindo actuar, politicamente, como um rafeiro que nada mais faz senão seguir o dono.
A política externa Americana destruiu um frágil equilíbrio que políticos como Sadam Hussein e Khadaffi lá iam conseguindo num sistema tribal. É que as tribos e as suas convicções existem mesmo, quer os Americanos queiram ou não. Provavelmente eles terão dificuldade em entender isto, porque há cento e cinquenta anos, destruíram as que existiam no seu território, para levantar uma nação nova.
Mas no médio Oriente, ao liquidar esses dois chefes de Estado, assistiu-se ao recrudescer dos ódios tribais que passaram a não ter quem os segurava.
A História ensina que estas transições não são ditadas, mas trabalhadas, algo que os Americanos, nunca entenderam, porque a sua história e o conceito que desta fazem, é nula.
Bin Laden é assim uma criação Americana, tal como a crise dos refugiados e agora, os atentados. Este facto é reconhecido mesmo pelos criminosos de guerra como Tony Blair, que teve pelo menos a dignidade de se manifestar, mas que é extensível a outros criminosos de guerra como George Bush, Aznar e o mordomo Barroso.
E estes que clamam por justiça, nunca serão julgados.
É fácil agora, do outro lado, pôr a circular mensagens das “carpideiras” americanas, como a de Barack Obama de ontem. Não duvido da sua sinceridade, mas chamo a atenção para a falta de responsabilidade dos políticos em geral e para esta Europa, refém de uma opção que a deixou completamente nas mãos de terroristas. Europa que nem um exército tem, porque tudo decidiu pôr nas mãos dos Americanos.
E assim vai o mundo connosco agora a chorar o que se passa nas grandes cidades europeias…
Nem mais.E para ajudar a festa, nestas coisas nada como ter um pouco de memoria: mês de setembro biliões em armamento para a Arábia Saudita, esta semana o príncipe do Qatar comprou mais um palácio por 25 milhões em França ao estado francês. Não consta que nestes belos negócios a questão terrorista tenha sido abordada.O foie-gras estava excelente….
“sem atacar as causas de raiz”
E pergunta-se:
Quem paga?
Quem compra?
Quem vende?
Quem lucra?
Quem é quem?
De onde vem o dinheiro, as armas, a logística?
Investigue-se , e talvez se fique a saber.
http://goo.gl/q3D0w5
Um interessante comentário retirado das redes sociais:
“A guerra na Síria tem vários motivos, organizadores, financiadores e beneficiários, mas tem um organizador, financiador e beneficiário principal: a Arábia Saudita, que pretende a todo o custo impedir a construção de um gasoduto projectado por Irão, Iraque e Síria para transportar gás dos três países até ao Mediterrâneo e abastecer principalmente a Europa.
A Arábia Saudita, o Qatar e outros países do Golfo têm em agenda a construção do seu próprio gasoduto até ao Mediterrâneo, passando obrigatoriamente também por território sírio, e querem eliminar uma parte da concorrência. Os gatos gordos corruptos de Gidá chamam mesmo, depreciativamente, “gasoduto xiita” ao do Irão-Iraque-Síria, por serem países em que xiitas controlam maioritariamente o poder, mas o seu principal problema é a concorrência. A alusão a uma pretensa “questão” religiosa serve apenas para arregimentar mais facilmente as legiões de idiotas que lhes fazem o trabalho sujo.
Desmembrando a Síria, pensam assegurar, no futuro, o controlo de algumas regiões do país através das suas marionetas do Estado Islâmico, Frente Al-Nusra (filial da Al-Qaeda) e quejandos. Todos eles honradíssimos grupos de prestimosos escuteiros que sauditas, qataris e outros há muito financiam, treinam e apoiam de toda a maneira e feitio.
O apoio americano, francês e britânico (entre outros) a esta manobra chama-se Exxon, Shell, Total, BP, etc., cujos interesses coincidem com os sauditas porque os sauditas não têm qualquer problema em ajudá-los a que não o esqueçam. Se não alinham, imaginação não falta para inventar dificuldades e obstáculos burocráticos a negócios de biliões, e podemos todos imaginar a selva em que tais interesses se movem. Só não se comem uns aos outros porque não há falta de milhões de animaizinhos como todos nós para encherem a barriga e se empanturrarem sem pausas. E também sabemos que as Exxon, Shell, Total e BP do planeta são as verdadeiras donas dos civilizadíssimos e ocidentais países e governos de onde são originárias(…)
Aqui:
http://aspirinab.com/valupi/uniao-europeia/#comments
A deriva securitária a nada conduz.
Os erros cometidos pelo Ocidente são a causa directa desta situação.
Apelar ao imediatismo populista nada resolve… e você, nem inocente nem ingenuamente, está a fazê-lo.
Nao compreendo, nem entendo a sua frieza perante a morte de mais de 200 pessoas que são completamente inocentes. Também considerar a imagem que publiquei populista é só possível de quem não entende que o futuro deste nosso mundo passa incontornavelmente pelas crianças que serão as mulheres e os homens do amanhã.
Também temo a deriva securitária que pode pôr em causa as nossas liberdades individuais. Não quero a sociedade de “1984”.
O problema tem que ser tratado na origem. E esta está mais ou menos apontada no mapa. O território que ocupam na Síria, Iraque, Líbia, partes do Egipto, Iémen e Nigéria. É nesses sítios que milhares de jovens europeus são reeducados e treinados para isto.
É preciso cortar a cabeça da serpente. E quem estiver nas sombras a financiá-la, como parece ser o caso da Arábia Saudita ou outras nações do golfo, não pode passar entre os pingos da chuva.
Sim, é preciso acção militar bem concertada. Mas em guerra já nós estamos.
Não se esqueça dos Estados Unidos para mim, o principal responsável por esta situação. Basta ver o apoio que dão aos seus “irmãos” sauditas. Para aquela sociedade tudo o que mexa com dinheiro e petróleo, faz parte do eixo de bem…
A Arábia Saúdita é um dos financiadores do ISIS, já agora.
Paulo, fechar os olhos às causas deste atentado e ao porquê de grupos como este atingirem a dimensão do Estado Islâmico é, na verdade, não permitir o futuro “ás mulheres e homens do amanhã”