
Uma imagem que diz tudo: o terrorismo tem que ser uma luta sem tréguas.
14/11/2015 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Os políticos deveriam interrogar-se das razões que estão a conduzir o Mundo para esta catástrofe.
Mas não se interrogam, porque isso seria pôr em causa a desastrosa política externa Americana que na sua apetência pelo petróleo e estando-se nas tintas para as guerras desenvolvidas ( o que interessa é que seja longe das suas fronteiras), criaram um verdadeiro caos no Médio Oriente.
A isso, juntam a protecção desenfreada de Israel, contra tudo e contra todos, acicatando mais e mais ódios e guerras.
E esta triste Europa, qual capacho dos americanos, continua a atacar o problema, sem atacar as causas de raiz, porque isso seria mexer nas opções dos Estados Unidos, o que não convém para quem depende deles, nomeadamente no eixo da Defesa.
Esta Europa abdicou de tudo. Até dos seus princípios e da sua cultura, preferindo actuar, politicamente, como um rafeiro que nada mais faz senão seguir o dono.
A política externa Americana destruiu um frágil equilíbrio que políticos como Sadam Hussein e Khadaffi lá iam conseguindo num sistema tribal. É que as tribos e as suas convicções existem mesmo, quer os Americanos queiram ou não. Provavelmente eles terão dificuldade em entender isto, porque há cento e cinquenta anos, destruíram as que existiam no seu território, para levantar uma nação nova.
Mas no médio Oriente, ao liquidar esses dois chefes de Estado, assistiu-se ao recrudescer dos ódios tribais que passaram a não ter quem os segurava.
A História ensina que estas transições não são ditadas, mas trabalhadas, algo que os Americanos, nunca entenderam, porque a sua história e o conceito que desta fazem, é nula.
Bin Laden é assim uma criação Americana, tal como a crise dos refugiados e agora, os atentados. Este facto é reconhecido mesmo pelos criminosos de guerra como Tony Blair, que teve pelo menos a dignidade de se manifestar, mas que é extensível a outros criminosos de guerra como George Bush, Aznar e o mordomo Barroso.
E estes que clamam por justiça, nunca serão julgados.
É fácil agora, do outro lado, pôr a circular mensagens das “carpideiras” americanas, como a de Barack Obama de ontem. Não duvido da sua sinceridade, mas chamo a atenção para a falta de responsabilidade dos políticos em geral e para esta Europa, refém de uma opção que a deixou completamente nas mãos de terroristas. Europa que nem um exército tem, porque tudo decidiu pôr nas mãos dos Americanos.
E assim vai o mundo connosco agora a chorar o que se passa nas grandes cidades europeias…
Nem mais.E para ajudar a festa, nestas coisas nada como ter um pouco de memoria: mês de setembro biliões em armamento para a Arábia Saudita, esta semana o príncipe do Qatar comprou mais um palácio por 25 milhões em França ao estado francês. Não consta que nestes belos negócios a questão terrorista tenha sido abordada.O foie-gras estava excelente….
“sem atacar as causas de raiz”
E pergunta-se:
Quem paga?
Quem compra?
Quem vende?
Quem lucra?
Quem é quem?
De onde vem o dinheiro, as armas, a logística?
Investigue-se , e talvez se fique a saber.
http://goo.gl/q3D0w5
Um interessante comentário retirado das redes sociais:
“A guerra na Síria tem vários motivos, organizadores, financiadores e beneficiários, mas tem um organizador, financiador e beneficiário principal: a Arábia Saudita, que pretende a todo o custo impedir a construção de um gasoduto projectado por Irão, Iraque e Síria para transportar gás dos três países até ao Mediterrâneo e abastecer principalmente a Europa.
A Arábia Saudita, o Qatar e outros países do Golfo têm em agenda a construção do seu próprio gasoduto até ao Mediterrâneo, passando obrigatoriamente também por território sírio, e querem eliminar uma parte da concorrência. Os gatos gordos corruptos de Gidá chamam mesmo, depreciativamente, “gasoduto xiita” ao do Irão-Iraque-Síria, por serem países em que xiitas controlam maioritariamente o poder, mas o seu principal problema é a concorrência. A alusão a uma pretensa “questão” religiosa serve apenas para arregimentar mais facilmente as legiões de idiotas que lhes fazem o trabalho sujo.
Desmembrando a Síria, pensam assegurar, no futuro, o controlo de algumas regiões do país através das suas marionetas do Estado Islâmico, Frente Al-Nusra (filial da Al-Qaeda) e quejandos. Todos eles honradíssimos grupos de prestimosos escuteiros que sauditas, qataris e outros há muito financiam, treinam e apoiam de toda a maneira e feitio.
O apoio americano, francês e britânico (entre outros) a esta manobra chama-se Exxon, Shell, Total, BP, etc., cujos interesses coincidem com os sauditas porque os sauditas não têm qualquer problema em ajudá-los a que não o esqueçam. Se não alinham, imaginação não falta para inventar dificuldades e obstáculos burocráticos a negócios de biliões, e podemos todos imaginar a selva em que tais interesses se movem. Só não se comem uns aos outros porque não há falta de milhões de animaizinhos como todos nós para encherem a barriga e se empanturrarem sem pausas. E também sabemos que as Exxon, Shell, Total e BP do planeta são as verdadeiras donas dos civilizadíssimos e ocidentais países e governos de onde são originárias(…)
Aqui:
http://aspirinab.com/valupi/uniao-europeia/#comments
A deriva securitária a nada conduz.
Os erros cometidos pelo Ocidente são a causa directa desta situação.
Apelar ao imediatismo populista nada resolve… e você, nem inocente nem ingenuamente, está a fazê-lo.
Nao compreendo, nem entendo a sua frieza perante a morte de mais de 200 pessoas que são completamente inocentes. Também considerar a imagem que publiquei populista é só possível de quem não entende que o futuro deste nosso mundo passa incontornavelmente pelas crianças que serão as mulheres e os homens do amanhã.
Também temo a deriva securitária que pode pôr em causa as nossas liberdades individuais. Não quero a sociedade de “1984”.
O problema tem que ser tratado na origem. E esta está mais ou menos apontada no mapa. O território que ocupam na Síria, Iraque, Líbia, partes do Egipto, Iémen e Nigéria. É nesses sítios que milhares de jovens europeus são reeducados e treinados para isto.
É preciso cortar a cabeça da serpente. E quem estiver nas sombras a financiá-la, como parece ser o caso da Arábia Saudita ou outras nações do golfo, não pode passar entre os pingos da chuva.
Sim, é preciso acção militar bem concertada. Mas em guerra já nós estamos.
Não se esqueça dos Estados Unidos para mim, o principal responsável por esta situação. Basta ver o apoio que dão aos seus “irmãos” sauditas. Para aquela sociedade tudo o que mexa com dinheiro e petróleo, faz parte do eixo de bem…
A Arábia Saúdita é um dos financiadores do ISIS, já agora.
Paulo, fechar os olhos às causas deste atentado e ao porquê de grupos como este atingirem a dimensão do Estado Islâmico é, na verdade, não permitir o futuro “ás mulheres e homens do amanhã”