Vandalismo não é arte…

Infelizmente 3 jovens perderam a vida, o que se lamenta, mas não queiram fazer do revisor bode expiatório. Os “artistas” vandalizavam propriedade que não lhes pertencia, utilizando violência para levar por diante os seus intentos, que um zeloso funcionário terá procurado contrariar. Portugal ainda não está transformado num paraíso de grunhos que se julgam acima de regras ou Leis…

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Comments

  1. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Esta história de arranjar um bode expiatório é uma prática comum do reino da irresponsabilidade.
    O polícia que disparou e matou um assaltante conhece hoje a sentença. O mundo anda ao contrário e estamos a chegar à altura em que defender o que é da comunidade é crime.
    É que os ladrões são, grande parte das vezes, postos em liberdade. E outros estão em casa com pulseiras electrónicas.
    Este é o estado da nossa justiça.
    O revisor é apenas mais uma das vítimas que deveria provavelmente deixar os jovens vandalizar para não ter problemas.
    Lamento meu caro António de Almeida, mas estou completamente nos antípodas da sua opinião.
    Tenho a firme convicção que Portugal está mesmo a transformar-se num país de grunhos que se julgam acima da lei… porque a justiça não funciona e o garante pelo seu funcionamento vem assobiando para o lado há quase 10 anos.

  2. Konigvs says:

    Felizmente que morreram todos. Felizmente, pois se ficassem incapacitados por muitos anos, lá teríamos nós todos de andar a pagar tratamentos necessários, por um ato criminoso, irresponsável e por única e exclusivamente própria. E morreram já não fazem mais rabiscos, que as câmaras municipais gastam aos milhões para depois limpar aquilo tudo.
    E estamos a falar de três HOMENS, três pessoas maiores de idade, não estamos a falar de criancinhas de oito ou nove anos que ainda não têm a sua personalidade formada, e que ainda não sabem muito bem distinguir o certo do errado. Mas agora na comunicação social portuguesa é tudo jovem, como que para desculpabilizar os crimes que se cometem.

    • Ana A. says:

      Bem! Parece que há mortes que podem ser justas e merecidas, quando está em causa o património público ou privado! Porque o “dinheirinho”, esse, é o bem supremo!
      Fiquei elucidada e…aterrorizada!

      • Afonso Costa says:

        De facto Ana, pelo que se lê, a propriedade privada acima de tudo.

  3. Armando Pires says:

    Que pena terem sido só três… Mais uns tantos e ficaríamos livres da peste que só anda por cá para conspurcar a paisagem.