
Confirma-se: Marcelo Rebelo de Sousa não disse nada daquilo que a grafia por aí (TSF, SIC) adoptada poderá sugerir. Rebelo de Sousa é claro: [ativɐˈmẽtɨ] e [ipɛɾaˈtivu] e não [ɐtivɐˈmẽtɨ] e [ipɨɾɐˈtivu].
Ou seja, «activamente – corro o risco de ser considerado hiperactivo», em vez do profundamente enganador «ativamente [?] – corro o risco de ser considerado hiperativo [??]». Em ortografia portuguesa europeia, sff.
Continuação de uma óptima semana.



Eu (e todos os meus amigos da escola também) tenho (e cada vez mais!) m familiar, um vizinho ou alguém próximo que emigrou para França ou já de lá voltou depois de décadas a aforrar para um futuro menos pesado. Eu, e possivelmente todos os portugueses, conheço pessoas na diáspora em quatro continentes, em latitudes distintas e múltiplos fusos horários.
O início do século XXI trouxe muita esperança aos crentes nos amanhãs que cantam, desta feita é que era, sucessivos líderes mais ou menos populistas iam alcançando o poder na América Latina, Castro deixou de estar só, ainda que os cubanos continuem impedidos de votar em eleições livres à semelhança da esmagadora maioria das populações no Continente, hoje felizmente livre das ditaduras militares erguidas sob o pretexto de travar o expansionismo comunista.








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