New York, New York,—a helluva town.
***

Durante o fim-de-semana, já se sabe, não há Diário da República, por isso, não teremos ‘fatos’ no sítio do costume.
Todavia, há Ol’ Blue Eyes.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
New York, New York,—a helluva town.
***

Durante o fim-de-semana, já se sabe, não há Diário da República, por isso, não teremos ‘fatos’ no sítio do costume.
Todavia, há Ol’ Blue Eyes.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

Paul Moakley for TIME [http://ti.me/1IK15Wa]
I’m addressing you.
Are you going to let our emotional life be run by Time Magazine?
I’m obsessed by Time Magazine.Levez-vous vite, orages désirés, qui devez emporter l’âme de René dans les espaces d’une autre vie !
***
Já aqui vimos que foi “o risco de ser considerado hiperativo [?]”. Ora, como é sabido, “ser acusado de hiperatividade [??]” e “ser considerado hiperativo [?]” não correspondem exactamente à mesma coisa, ainda por cima, entre aspas. Se não ouviram bem a entrevista (seja por terem problemas em identificar palavras “no meio de uma torrente”, seja por outro motivo qualquer), leiam o Aventar.
Sim, leiam o Aventar.

Aqui chegados, há muito mais disponibilidade e paciência para meter conversa ou deixar-se meter conversa com desconhecidos. Às vezes, é gente intelectualmente estimulante, ou pelo menos assim o parece, esta luz mortiça até nos favorece, no bar modernoso do copo de tinto ao fim da tarde. Vêm com um Malraux debaixo do braço, óculinhos de massa, eu é que já não tenho 20 anos, essas deixas já não colam. Outras vezes, é o velhote chato da rua de Cimo de Vila, que vai batendo a bengala na calçada, e espera que apareça um aborígene para protestar-lhe do carro estacionado em cima da passadeira.
– É tudo deles, já viu? [Read more…]

Os PàFs não gostam de comunistas. Excepto comunistas com capital para comprar empresas públicas nas suas quermesses. Chegados ao mais elevado patamar da elite marxista-leninista, a direita nacional passa a gostar de comunistas e predispõe-se a vender-lhes qualquer activo estratégico do país por qualquer montante que lhe permita maquilhar as contas públicas por meia-dúzia de meses. Pouco importa se se tratam de altos quadros de um partido-regime que reprime qualquer dissidência e alimenta uma classe de oligarcas opulentos e mafiosos. Há dinheiro? Então privatize-se tudo que o teatro dos direitos humanos já eles o fazem com a Rússia. [Read more…]

Virgílio Macedo, presidente da distrital do Porto do PSD, homem ” rico ” em ” pérolas e anedotas políticas ” escreveu um texto no Público em 05/02/2015, talvez influenciado pela proximidade do dia dos namorados, mostrando o seu ” amor pela TAP “. Uma semana depois o cineasta António-Pedro Vasconcelos, um dos líderes do movimento contra a privatização da TAP, respondeu-lhe no mesmo jornal com um texto intitulado “Não (nos) TAP os olhos!” (carta aberta a um deputado da Nação).
António-Pedro Vasconcelos, neste mesmo texto é duro, com Virgílio Macedo afirmando com razão que
” é por essas e por outras que hoje os portugueses vão perdendo perigosamente a confiança nos seus deputados, quando, muitos deles, ao não fazer o trabalho de casa, desacreditam a nobreza da sua missão e se mostram indignos dos seus privilégios. Ao contrário dos trabalhadores da TAP que, como confessa, o fazem “sentir-se em casa, dentro de um espaço exíguo… a 10.000 metros de altitude.”
Esta novela teve ainda mais episódios quando, através de um texto emocionante, publicado no dia seguinte ao dia dos namorados, em 15/02/2015, Virgílio Macedo declara para além do seu ” amor ” à TAP, a sua paixão pelo cinema.
Porém, mesmo após tantas demonstrações de ” amor ” pela TAP, o deputado Virgílio Macedo votou favoravelmente a privatização da TAP, traindo esta sua ” paixão”. Resta-nos saber se continua a gostar de cinema!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments