Jornal PÚBLICO adopta novo design


PUBLICO novo design

Parece que o objectivo consiste em colocar em sintonia o grafismo com o texto.

Comments

  1. mdlsds says:

    🙂 o amarelo, outra vez… Vamos passar a segunda metade de Setembro a ler e a ver, gramar vá, com as histórias dos desgraçadinhos que tinham os meninos nos colégios e a quem a vida corria tão bem. Não conheço com detalhes o caso de Mafra mas conheço três pessoas que há uns anos se deslocaram de Lisboa para lá se fixarem. Ir e vir todos os dias de Mafra para Lisboa? Nos três casos combustível, carro e portagens pagos pelas entidades patronais. Ainda assim… Ah, aquilo é campo e praia, em apartamentos de luxo por tuta e meia. Ok, e os miúdos? Escolas óptimas, paga-se uma ninharia por colégios fantásticos, com óptimas condições e resolve-se o problema das escolas públicas que são uma porcaria. É tudo o que sei do êxodo que ocorreu há uns anos para Mafra, três pessoas que aproveitaram uma maré do vive à conta e que, no que às escolas diz respeito, conseguiram assim livrar os filhos do infortúnio do ensino público da grande cidade e subúrbios. Eu posso ter tido alguma sorte, criei um filho no ensino público que já está na faculdade, num agrupamento de escolas da linha de Sintra, que medo pensam os do vive à conta. Com ele seguiram os amigos, uns para medicina, outros para direito, outros para farmácia, outros para matemáticas e ainda engenharias, tudo ensino público e tenho a certeza de que nenhum dos pais está arrependido das escolhas que fez.

    • helena says:

      seria importante que quem critica conhecesse de facto o colégio Santo André – trabalho numa escola pública e, sim, quis dar um aconchego e algum conforto à minha filha – por isso paguei o 5º e o 6º ano… agora não há vaga na pública da área de residência com irmão a frequentar e tudo…
      o CSA nada tem de luxo – não há cavalos nem piscinas nem sequer biblioteca bem equipada – mas tem um sentido de pertença que raramente se encontra em escolas públicas… não é pelo facto de ter no início a palavra “Colégio” que se pode pensar em luxo porque, aqui, não o há.

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