Nem tudo é a mesma merda

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A Cour de Cassation de Paris deu provimento, na semana passada, ao recurso de uma decisão judicial que ilibava o animador Laurent Ruquier de ter cometido, no seu programa de televisão “On N’Est Pas Couché” (FR2), uma difamação, ao exibir, entre outros cartazes eleitorais imaginários publicados no Charlie Hebdo, um cartoon que comparava Marine Le Pen a um fumegante cagalhão (“étron”). Não obstante a decisão recorrida ter salientado que Ruquier, ao mostrar todos os cartazes e afirmando «c’est satirique, c’est Charlie Hebdo», se distanciara daquele cartaz específico – não tendo por isso cometido uma infracção penal, a mais alta instância judicial francesa considerou que os limites da liberdade de expressão do apresentador foram no caso ultrapassados, ordenando um terceiro julgamento, com recomposição dos juízes, pela Cour d’ Appel de Paris.

Noutro recurso antes interposto pela mesma senhora, a Cassação tinha reconhecido que o humorista Nicolas Bedos, ao tratar, num polémico apontamento de humor publicado no semanário Marianne, Marine Le Pen por “cadela fascistóide” (“salope fascisante”),  não ultrapassara os limites da liberdade de expressão. Le Pen contestava, bem entendido, apenas o uso do substantivo “salope”, no qual não se revê, e não do adjectivo “fascisante”.

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César das Neves chama reformados…

…a Pinto Balsemão e a Joaquim Oliveira. É tudo uma malandragem!

E os números do ministério estão errados?

14517558_1131366746949176_7518678896045357102_nJoão Miguel Tavares diz que descobriu que Jorge Coelho está na Quadratura do Círculo ao serviço do Partido Socialista. Para isso, baseou-se numa imagem em que se pode ver que o dirigente socialista está a ler um memorando do Ministério da Economia. Ao ler a cábula que lhe foi enviada, declarando que estudou o assunto em profundidade, não espantaria que o alegado comentador pudesse aparecer nas fotografias de curso de Miguel Relvas.

Jorge Coelho é um dos muitos chicos espertos do centrão cuja mediocridade o ajudou a chegar a altos cargos graças à frequência de aparelhos partidários. Tendo passado pela Mota-Engil, depois de ter estado no governo, Jorge Coelho é, assim, uma espécie de Durão Barroso dos pobrezinhos, no sentido em que terá usado cargos públicos como estágio para voos salariais mais altos.

De resto, é um caceteiro cujo momento mais brilhante correspondeu ao célebre “Quem se mete com o PS, leva!” Tanta falta de consistência intelectual, acompanhada por um discurso pobrezinho, fazem de Jorge Coelho o parente pobre do programa, diminuído, para mais, pela presença de gente com a dimensão retórica de um Pacheco Pereira e com a qualidade oratória de um Lobo Xavier, que têm independência suficiente para, pelo menos, não precisarem de prestar sempre serviços partidários ou políticos. Quando essa necessidade existe, nota-se demasiado: ainda me lembro das figuras tristes que Pacheco Pereira fez, nos anos oitenta, a defender o indefensável Cavaco Silva, no Flashback, antepassado da Quadratura na TSF.

A fotografia de João Miguel Tavares confirma, portanto, a pólvora: Coelho está, na SIC, a trabalhar para o PS, o que lhe garante, pelo menos, duas fontes de rendimento. Depois do fait-divers do descobrimento da careca, falta, agora, João Miguel Tavares demonstrar que os números do Ministério da Economia estão errados.

Imagem roubada: facebook de João Miguel Tavares

O jornalismo económico à lambe-botas

Rui Naldinho

Há cerca de dois meses, o Dr. Carlos Paz, economista e professor do ISEG, afirmou sem quaisquer pruridos num canal de televisão, infelizmente não generalista, que cada um escolhe a terminologia que prefere atribuir aos eventos sociais e económicos que se sucedem no nosso dia a dia. Deu como exemplo uma afirmação do Presidente da CIP, António Saraiva, que considerou “Reformas” às medidas tomadas por Passos Coelho no anterior governo da PAF. Desde os cortes nos salários ao aumento dos escalões do IRS e diminuição do IRC, à desregulamentacão da contratação colectiva, à facilidade nos despedimentos, a precariedade, etc, tudo foram “Reformas” para o presidente da CIP.
Como dizia, e bem, o Professor Carlos Paz, uma “Reforma” pressupõe um consenso muito alargado da população, que acolhe sem grandes reservas as alterações propostas. Uma verdadeira maioria apoiada pelos partidos, pelas confederações patronais, pelos sindicatos, Ordens Profissionais, e demais associações com relevância na decisão a tomar. Caso contrário isso nunca será uma reforma, mas sim uma reversão das leis em vigor. Ou, no mínimo, uma alteração do equilíbrio de forças dentro das várias actividades. Mas o Prof Carlos Paz dizia mais: Tem-se tentado passar uma ideia de reversão, das “Reformas” produzidas na anterior legislatura, que nunca o foram. Quando muito pode falar-se de reposição do equilíbrio entre partes, ou entre sectores de actividade, mas nunca em reversão.
É neste contexto que entram os Joao’s Vieiras Pereiras, os Camilos Lourenços e os José’s Gomes Ferreiras deste país. Essa casta de iluminados que almoça com a CIP dia sim, dia não, vivem com ordenados muito acima daquilo que recebem a maioria dos profissionais do sector da comunicação social, enfim, pagos para dizer e escrever aquilo que os seus mandantes lhes pedem. Mas o mais caricato é afirmarem-se de vítimas. Denunciam que estão a ser pressionados pelas redes sociais e outras entidades que não descriminam, para não dizerem e escreverem aquilo que pensam. Mas será que eles pensam mesmo?
É preciso ser um grande lambe botas para se queixar do bullying das redes sociais!

O Meio

© Público

© Público

O Partido Socialista é uma força social que cumpre um papel determinante no sistema político português. A sua acção doutrinária e operativa assenta numa matriz filosófica de grande relevância histórica, quer no contexto nacional, quer no contexto internacional, devendo-se à sua família política e filosófica alargada uma parte muito significativa daquilo que hoje é conhecido por “civilização ocidental”.
Ao Partido Socialista tem cabido a responsabilidade de ser um factor de equilíbrio dinâmico entre várias correntes de pensamento político, sendo o grau de dificuldade dessa tarefa singularmente elevado pela multiplicidade de tendências e visões do mundo que cabem dentro de uma organização plural, de génese humanista e tradição republicana.
Cabendo-lhe a função de ser o “meio”, de assegurar que a sociedade portuguesa é dirigida tendo em conta os princípios doutrinários e constitucionais de uma Democracia pluralista, não foram raras as ocasiões em que o PS pareceu ter adoptado posições políticas de “direita”, agindo num sentido que a muitos pareceu contraditório com a sua matriz ideológica e com os interesses específicos de uma significativa parte da população portuguesa que via no PS, legitimamente, um defensor dos seus direitos sociais.

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Capa do Ano

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Os negócios de Durão, o primeiro-ministro, e o Goldman Sachs

caros e ruinosos, pois claro.

Ainda o Diabo do Passos

O Setembro negro de Passos Coelho
Passos Coelho previu a ocorrência de uma desgraça durante o mês de Setembro e fê-lo com ar de quem sabia o que se riria passar, mas, apesar de algum nervosismo que se sente para os lados da bancada do PSD, nada ocorreu. Passos Coelho não está, nem é parvo de um todo, ainda que aparente alguns sinais de loucura ainda não enlouqueceu, o líder do PSD tinha de estar ou de ter sido  convencido de que algo de desagradável poderia empenar a gerigonça durante este mês. (…)
Passos Coelho falava da armadilha que ele próprio, com a ajuda preciosa de Paulo Núncio, Paulo portas e da máquina do CDS,  montaram  ainda quando era primeiro-ministro. Entre reembolsos de IVA adiados e o aumento exponencial dos reembolsos do IRS, tudo poderia ter descambado quando tivessem encerradas as contras das declarações de rendimentos do IRS de 2015, o que ocorre em Agosto, com a liquidação do imposto para os contribuintes que têm outros rendimentos, para além dos do trabalho e das pensões.

Passos Coelho pensava ter matado dois coelhos com uma cajadada, teve folga orçamental para iludir a realidade em 2015, ludibriou os portugueses com a promessa do reembolso da sobretaxa e sobrecarregou as contas de 2016 com os reembolsos do IVA e do IRS. (…)

Foi ouvi-los meses a fio sobre os reembolsos do IRS estarem atrasados. Não sei se estavam ou não em falta, mas os pafiosos sabiam bem a porcaria que tinham deixado. Belo serviço que a camiladaecompanhia prestou ao país, primeiro fechando os olhos ao enrolanço nas contas e até anunciando milagres feitos com água de Massamá, para depois virem dizer que era água do chafariz, pois o engarrafador é outro.

As proezas de Joaquim Mota e Silva

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Apresento-vos Joaquim Mota e Silva, outrora deputado do PSD, hoje presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. Do seu vasto curriculum constam proezas como a adjudicação, por ajuste directo, de uma prestação de serviços, no valor de 56.800€, à empresa dos seus pais, a única que a autarquia que dirige contactou para o efeito. Estranho? Nada disso. Tudo não passou de um lapso. Segundo o jornal O Minho, o autarca afirmou que desconhecia que a empresa de consultoria contratada era da sua família. Quem nunca adjudicou uma pipa de massa a uma empresa da sua família, sem dar por ela que os donos eram os seus progenitores, que atire a primeira pedra.

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Pobre país, pobre Porto

Um país mais pobre, uma cidade mais desigual.

Dedicado

A 29 de setembro de 2013 entrei, pela via do voto, numa aventura absolutamente singular. Depois da intervenção cívica que havia concretizado num conjunto amplo de áreas, surgiu naturalmente a via autárquica. Havia, em Vila Nova de Gaia uma convicção que passava por afastar do poder a gente do Luís Filipe Menezes e para isso a derrota do Carlos Abreu Amorim era fundamental. No contexto de então, ir a jogo era o mínimo que qualquer cidadão de Gaia poderia fazer. E fui.

Permitam-me pois, leitores do Aventar, que partilhe uma espécie de texto pessoal e, claro, parcial, sobre o que tem sido a minha percepção do trabalho autárquico. Se, em tempo de campanha, estive no Aventar de forma clara e aberta, creio que não levarão a mal que, três anos depois, volte a escrever sobre a realidade autárquica de Gaia.

Não fui a votos apenas para impedir a continuação da desgraça Menezista. Fui por convicção. Em torno de um conjunto de gente nova e com vontade de mexer foi possível apresentar uma candidatura que o Eduardo Vítor Rodrigues personificou. E, quanto menos fé havia, mais aliciante se tornava o jogo e o dia 29 chegou e, com ele, os votos das pessoas de Gaia.

Três anos depois creio poder dizer que valeu a pena a nossa dedicação, o tempo investido na nossa terra e nas pessoas que cá vivem.

O trabalho feito para resolver os problemas financeiros é tão evidente que qualquer prosa poderá ser curta para explicar o milagre alcançado. Há fragilidades e erros? Certamente, só a inércia total é ausente de lapsos. Mas, procuro olhar para a vida com um olhar positivo e tento retirar das experiências que vou tendo as lições de vida que nos fazem crescer.

E, se não houvesse outra razão, o trabalho feito na área da educação justificaria a minha alegria três anos depois. A aposta é de tal forma estrutural que servirá, estou certo, de exemplo a muitas outras autarquias. O que foi um sonho, ganhou forma e hoje as nossas crianças têm uma realidade que nos parecia impossível. Temos, em muitos aspectos a Escola Pública mais capacitada para responder aos desafios do nosso tempo.

Três anos depois, valeu a pena ser narrador participante e, também por isso, parcial, desta história. E a Dedicação vai continuar porque o trabalho está longe de estar concluído. Voltarei para prestar contas, mas por agora era mesmo só para lembrar o aniversário.

Tempo de antena do Comité Central da PàF

Depois do sucesso que foram as declarações do camarada Passos, recuperadas pelo totalitário Luís Vargas, recordemos o camarada Núncio, imortalizado por lutas famosas como a Lista VIP e os Vistos Gold.

Morte ao capitalismo!

Fonte: Geringonça

Angustiante

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Esta imagem, de um dos dois maiores hospitais em Alepo ainda em funcionamento, que foi ontem atingido e destruído por um novo bombardeamento do regime sírio, é o reflexo de um país transformado numa pilha de cacos e cadáveres, onde diferentes poderes se entretêm a arrasar tudo à sua volta, para gáudio de fabricantes de armas e outros terroristas que fazem fortuna com a devastação no Médio Oriente. É angustiante, um autêntico nó na garganta, visualizar imagens como esta. Não quero nem consigo sequer imaginar o que será viver ali. Não admira que milhões prefiram enfrentar o Mediterrâneo ou regime fascista de Viktor Orbán.

Foto: Taher Mohammed@Expresso

Pelo fim da subsídio-dependência

Pais assumem custos de funcionamento de 70 turmas em colégios privados que perderam contrato de associação. Mais vale tarde do que nunca.

Ora aqui está uma profecia da desgraça à qual vale a pena dar atenção

vem aí a super-bolha imobiliária chinesa. Bancos do mundo, preparai-vos para ser resgatados.

Queixa-crime contra o presidente da Câmara de Gaia

Entregarei amanhã, dia 30 de Setembro de 2016, nos órgãos judiciais competentes, uma queixa-crime contra Eduardo Vítor Rodrigues, actual presidente da Câmara Municipal de Gaia, professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista.

A 28 de Agosto de 2016, o presidente da Câmara de Gaia publicou nas redes sociais um texto da sua autoria com o título “Gollum ou o culambismo”, documento que ficará seguramente a marcar o seu percurso enquanto homem e cidadão mas, mais do que isso, a figurar entre as maiores abjecções morais produzidas por um alto responsável político em exercício de cargo público.

Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara de Gaia, não só atacou publicamente, de modo ignóbil e criminoso, o destinatário do seu escrito e a respectiva família, como rebaixou ao nível do grotesco a dignidade exigida à actividade cívica e política, a respeitabilidade do municipalismo português, da democracia representativa e dos órgãos de poder do Estado, aviltando pelo caminho a honorabilidade do próprio Partido Socialista, de que é um destacado dirigente nacional.

O dano causado pelo actual presidente da Câmara de Gaia será objecto de competente avaliação criminal, ficando, de todo o modo, evidente que Eduardo Vítor Rodrigues não possui os atributos políticos, éticos e humanos, indispensáveis à liderança de uma das mais importantes autarquias do país e a sua presença em orgãos dirigentes do PS é uma mancha na história deste importante partido da democracia portuguesa.

Mais um investimento sacado à bruta

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O grupo alemão Eberspaecher, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de sistemas para a tecnologia de escape, emitiu na passada Segunda-feira um comunicado, citado pela Geringonça, onde se pode ler que a empresa se prepara para investir numa nova fábrica em Tondela. Este investimento, previsto para o terceiro trimestre de 2017, irá criar 120 postos de trabalho no próximo ano, estando já planeada uma ampliação da unidade até 2020, que criará um total de 500 postos de trabalho. [Read more…]

36ª Congregação Geral dos Jesuítas

A Companhia de Jesus (Jesuítas) vai realizar a partir do próximo dia 3 de outubro, em Roma, a sua 36ª Congregação Geral, tendo como primeiro ponto da agenda a eleição de um novo responsável mundial da Companhia, após a renúncia do padre Adolfo Nicolás.

O novo Superior-Geral dos Jesuítas, também conhecido por General, ou Papa Negro, vai ser escolhido por 215 jesuítas oriundos de 62 países e será eleito por maioria simples. Em 476 anos de existência, esta é a 36ª Congregação Geral da Companhia de Jesus.

O Papa Francisco é o primeiro Papa jesuíta da história da Igreja Católica e será ele o primeiro a conhecer o nome do novo Superior-Geral da Companhia, antes de este ser tornado público. É também do Papa Francisco o lema que presidirá à reunião magna de 3 de Outubro, inspirado num seu discurso, proferido em 2014, por ocasião dos 200 anos da restauração da ordem religiosa:

“Remando mar adentro”.

Qualquer que seja a posição que cada um tenha relativamente aos assuntos da Religião e da Fé, há factos históricos inegáveis. A Companhia de Jesus é uma das organizações mais sólidas e influentes da História, tendo desempenhado um papel decisivo no desenvolvimento científico, pedagógico, político, diplomático e até militar do mundo, desde o século XV até aos dias de hoje.

O bonezinho

À porta do restaurante, deparei-me com uma discussão entre um controlador de estacionamento e um arrumador, ambos muito solenes no exercício das suas funções, à volta de um carro com proprietário ausente. Desde que a Câmara do Porto concessionou o estacionamento a uma empresa privada, as ruas encheram-se de homens e mulheres apetrechados de coletes fluorescentes e com a identificação garrafal, nas costas: CONTROLADOR DE ESTACIONAMENTO. Os arrumadores não desapareceram, antes procuraram adaptar-se aos novos “partners”, como se diz em empreendedorês. Mas o arrumador, pelo menos este, o da discussão, possui por vezes um vínculo tácito com os seus clientes e rapidamente se solidariza com eles contra a figura do controlador. A discussão era toda cheia de salamaleques, porque o arrumador é um moço que está limpo há anos, e tem orgulho em trabalhar só com doutores e engenheiros. Era “o indivíduo” para cá, “a viatura” para lá, “o tiquê de estacionamento” para acolá, com o controlador muito imbuído do seu papel institucional e o arrumador inflado de uma dignidade que não dependia de coletes. Tive pena de não poder almoçar lá fora só para poder acompanhar a discussão. Mas não tinha tempo a perder e era dia de tripas. Já no restaurante, cruzei-me com um velhinho, de saída, mas que logo voltou atrás porque lhe faltava o chapéu. [Read more…]

“Manifestantes em fúria contra Secretária de Estado da Educação” – para reflectir!

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Miguel Teixeira

Tenho todo o respeito e compreensão (não na forma , mas no conteúdo) como professor da área de influência da Escola Básica de Gandarela, a que pertence a Escola E B 1 do Rego, pela luta dos pais contra o encerramento do estabelecimento de ensino da freguesia. Afinal, qual é o encarregado de educação, que podendo ter o educando na freguesia, gostaria de o ver deslocar-se para o novo e moderno Centro Escolar da Gandarela a cerca de 4 Kms do Rego? No entanto, já não tenho a mesma compreensão e entendimento relativamente à posição da Câmara Municipal de Celorico de Basto. A questão é simples e explica-se em poucas palavras: a autarquia de Celorico com o apoio do Estado abriu há cerca de 4 anos um moderno e bem equipado Centro Escolar na Vila de Gandarela de Basto, um investimento de centenas de milhar de euros, que veio melhorar as condições de todos os que lá trabalham e é um verdadeiro orgulho para a Comunidade Educativa da área de Gandarela. Um verdadeiro “Hotel 5 estrelas”, que eu já tive oportunidade de visitar, com espaços amplos e salas arejadas , recursos educativos de primeira geração, com aquecimento de topo, tendo em conta os invernos frios, húmidos e por vezes rigorosos da Gandarela.
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Amigos, amigos, postas à parte

Ora vejam lá se não é de subscrever, integralmente, esta “posta dos nossos adversários de momento.” Só por isso já merecem ficar em segundo.

Diz que é uma espécie de TSU

Luis Marques Mendes em entrevista com Tania Madeira . Conversas com vida .

Foto: Paula Nunes@Diário Económico

Num momento de singular inspiração, Luís Marques Mendes teve este apontamento, digno de figurar na saudosa rúbrica “Concatena, filho, concatena“:

Este imposto sobre o património é uma espécie de TSU de António Costa.

Apesar de há muito viver rendido à perspicácia do barão do PSD, suspeito que Marques Mendes se tenha esquecido de pensar antes deste momento de profecia futurológica. É que, em 2012, a tentativa de Pedro Passos Coelho de retirar rendimentos aos trabalhadores para aliviar a pesada austeridade que pendia sobre os patrões foi, em certa medida, o início do fim político de Pedro Passos Coelho. Encheu ruas e praças por todo o país, com os números a atingir as centenas de milhares de manifestantes. Honestamente, e talvez esteja errado, ou não fosse eu um esquerdalho patego, tenho algumas reservas quanto ao efeito mobilizador de um imposto residual, cobrado a uma ínfima parte da população e cuja condição multimilionária não sei sequer beliscada, no seio da população portuguesa.  [Read more…]

Shimon Peres (1923 – 2016)

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You are only as a great as the cause you serve.

Foto: Associated Press@Tablet

Excitante

Da melhor música que se faz em Portugal. Com a colaboração de Brian Eno.

Homem transgénero dá à luz bebé de mulher que já foi homem*

O título é do SOL e tem pouco para contar. Traduzindo é isto, o que tem graça.

 

Votai no Aventar, sff.

É só um pequeno lembrete.  Gratias vobis ago.

Aprendiz de Saraiva

JMT quer saber por que não há políticos gays.

Renault, um fabricante automóvel vergado ao totalitarismo bolivariano que assola Portugal

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Passos Coelho tinha razão: não há meio de haver um investidor que queira pôr o seu dinheiro neste país controlado por comunistas e bloquistas. O Diabo espreita ao virar da esquina e os investidores fogem a sete pés. Perante esta verdade absoluta da Igreja do Neoliberalismo da Catástrofe dos Últimos Dias, o acordo firmado entre trabalhadores e administração da Renault Cacia só pode ser compreendido à luz de um qualquer esquema totalitário, assente no recurso à violência mais atroz. [Read more…]

Bilhete do Canadá – Bumba no toutiço

Vi ontem um substancial naco da televisão francesa, incluído no serviço noticioso de uma hora que em Paris, creio, passa às 19 horas e no Canadá ao meio dia. Adianto estes pormenores de horário para se apreciar que audiências apanha.  Pois, como ia dizendo, desta vez, o naco foi condimentado por um Prof. de Direito Europeu, em Paris, que desancou o Barroso e depois, com um sorrisinho entendido, explicou que o primeiro  ataque de Juncker esperava por uma reacção em cadeia dos dirigentes dos países membros mas, afinal, só Hollande é que se chegou à frente. Dito à nossa moda do Ribatejo: foi uma pega dum maluco e dum rabejador que o safou de ficar ensarilhado nos cornos do animal.  Coisa mais sem jeito.  Ora, se somarmos tudo quanto já se disse e escreveu sobre a nobre escolha de emprego do Barroso, levantam-se umas perguntas: a Goldman Sachs ainda o quer? Ainda serve para alguma coisa?  Perguntas mais sérias do que parecem. Se, de facto, a Goldman Sachs persistir em ter o figurão nas suas hostes, então aquilo não é namoro recente. É mancebia antiga.  Daquelas que custam mais a a acabar do que um casamento canónico.

José Gomes Ferreira em campanha pelo CDS-PP

jornalismo isento é isto.