PS no seu melhor…


Uma total falta de respeito pelo contribuinte. Arrepia pensar que este partido governa Portugal…

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Bom, bom era depender de doações “anónimas” no “mercado livre” para ganhar eleições.

  2. pvnam says:

    Sinalizar problemas… por vezes indica uma oportunidade.
    .
    Neste caso: a sinalização de problemas é uma oportunidade para para reivindicar, junto dos políticos cartelizados, MAIS E MELHORES CANAIS DE TRANSPARÊNCIA ao serviço do contribuinte/consumidor.
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    Anexo:
    Para defender a democracia têm-se de trabalhar!!!
    -» O contribuinte não pode passar um cheque em branco a nenhum político!
    O contribuinte tem que se dar ao trabalho!
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    —»»» Democracia Semi-Directa «««—
    .
    -» Isto é, votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco… isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos… só que depois… a ‘coisa’ terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
    -» Explicando melhor, em vez de ficar à espera que apareça um político/governo ‘resolve tudo e mais alguma coisa’… o contribuinte deve, isso sim, é reivindicar que os políticos apresentem as suas mais variadas ideias de governação caso a caso, situação a situação, (e respectivas consequências)… de forma a que… o contribuinte/consumidor esteja dotado de um elevado poder negocial!!!
    -» Dito de outra maneira: são necessários mais e melhores canais de transparência!
    .
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    Exemplo 1:
    Todos os gastos do Estado [despesas públicas superiores, por exemplo (para que o contribuinte não seja atafulhado com casos-bagatela), a 1 milhão], e que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir…], devem estar disponíveis para ser vetados durante 96 horas pelos contribuintes na internet num “Portal dos Referendos”… aonde qualquer cidadão maior de idade poderá entrar e participar.
    -» Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
    {ver blog « http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/ »}
    .
    .
    Exemplo 2:
    Concorrência a sério!
    Leia-se: não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização… agora, em produtos de primeira necessidade (sectores estratégicos) – que implicam um investimento inicial de muitos milhões – só a concorrência de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada.
    Explicando melhor: o contribuinte/consumidor precisa de empresas públicas em sectores estratégicos da economia… presentes no mercado de forma transparente e honesta, isto é, sem cartelização nem dumping.
    {ver blog « http://concorrenciaaserio.blogspot.pt/ »}
    .
    Uma opinião um tanto ou quanto semelhante à minha: Banalidades – jornal Correio da Manhã (antes da privatização da transportadora aérea):
    – o presidente da TAP disse: “caímos numa situação que é o acompanhar do dia a dia da operação e reportar qualquer coisinha que aconteça”.
    – comentário do Banalidades: “é pena que, por exemplo, não tenha acontecido o mesmo no banco BES”.

  3. Claro que depender dos imaginários Jacintos capelo rego, é uma prerrogativa do CDS mas depender do Estado desta maneira é um esbulho aos contribuintes e não dignifica a Democracia.

  4. Rui Naldinho says:

    Meus caros podem esgrimir os argumentos que quiserem, mas nesta matéria o António Almeida tem toda a razão.
    É preciso ter muita lata para vir reclamar a devolução do IVA gasto nas campanhas. Seja que partido fôr.
    Se o PS suspeita de que alguém é beneficiado por portas e travessas com ajudas financeiras ilegais no âmbito daquilo que está estipulado na legislação, que denuncie e faça prova disso. Ou então mudem a lei do financiamento dos partidos.
    Agora, não façam é de nos parvos!

    • ferpin says:

      Até tive que ler o que escreveu duas vezes, pois não acreditava que você estivesse a dizer o que estava a dizer.
      É como criticar uma pessoa que processe o fisco se entender que foi legalmente espoliado.
      Só faltou elogiar o duarte lima por não pedir devoluções de IVA.

      E pode fazê-lo, basta-lhe elogiar o CDS que não pediu devolução do iva, mas aceitra dinheiro dos submarinos encaminhado pelo Ja_cinto Leite Cá-pelo Rego.

      • Rui Naldinho says:

        Não sei porquê?
        Então você acha que os gastos feitos pelos partidos numa campanha eleitoral são similares aos das empresas e devem ter um regime fiscal do mesmo tipo?
        E já agora, porque não os candidatos à Presidencia da República? E os candidatos à Presidência do Sporting, Benfica, Porto, etc? E porque não a paróquia do Bonfim, ou da Samta Eulália, nos gastos com os terços, rosários, santinhos, etc?
        E porque não a Comissão de Festas de Rio Folhos? Ou da Freguesia de Campo de Ourique?

        • Ana A. says:

          “Então você acha que os gastos feitos pelos partidos numa campanha eleitoral são similares aos das empresas e devem ter um regime fiscal do mesmo tipo?”
          Normalmente estou de acordo com os seus comentários, mas neste caso, não. Os partidos políticos devem ser “acarinhados” dentro da legalidade, para que não sejam só os Partidos das elites deste país a poderem auto-sustentarem-se. E comparar um Partido a tudo o resto que mencionou é francamente mau. Depois admiram-se de não haver mais Partidos e de alguns pequenos terem já desaparecido do panorama político…

          • Rui Naldinho says:

            Mas isto não é uma questão de carinhos…
            Isto é uma questão de racionalidade! É uma questão de legalidade.
            A Ana, pelos vistos está a fazer uma enorme confusão, comparando uma actividade comercial, com uma campanha eleitoral. O Código do IVA é para empresas.
            Os partidos até podem ter um regime especial, mas isso tem de estar regulamentado é claro como a água. Não estando, são como qualquer consumidor.
            Quando há devolução de IVA, significa que numa relação de deve e haver, o Estado tem de entregar uma parte do IVA pago pela empresa, na medida em que parte dele é absorvido nos produtos que vende. Mas outra não.
            Por ex:
            Compra uma máquina para cozer calçado. Você vende calçado e o cliente paga IVA desse calçado, mas não paga o IVA da máquina que cozeu o calçado, ainda que no preço do calçado haja uma parte correspondente à amortização do equipamento previsão. É razoável o Estado repor parte ou a totalidade desse valor do IVA correspondente à máquina, isso agora depende do que estiver previsto na legislação, apenas porque o cliente já pagou o IVA do produto. A máquina foi um bem de investimento e não um produto de consumo.
            Onde é que os gastos de uma campainha eleitoral se enquadram neste contexto?

  5. Ana A. says:

    Rui Naldinho, o que eu defendo, independentemente do que actualmente está estipulado na Lei, é que os Partidos políticos, enquanto instrumentos que sustentam a democracia, devem ter privilégios para que não estejam reféns do poder económico. Eu no final dos anos 80 ajudei com o meu trabalho voluntário e horas de sono investidas, a formar um pequeno partido o PH, e lamento que não tenha vingado porque o factor económico é muitas vezes determinante. Ou seja, o “acarinhado” é sinónimo de incentivado com regalias que ajudem a construir e a prosseguir!

    • Mas aquilo que o Partido Socialista reclama não é nada do que propõe..
      O que o PS reclama é a devolução do IVA pago em meios de campanha, como por exemplo aluguer de espaços, veículos, som…

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