A CPLP e os pontos de contato

Kule brzęczą o sprężyny w kanapie. Sprężyny wydają długi, wibrujący ton. […] Zaprowadzili mnie do fotografa, zrobili zdjęcie, wywołali je i natychmiast skonfiskowali.

Sławomir Mrożek 

Não interessa como, é para a frentex.

— Rodolfo Reis, 22/1/2017

Nobody speaks English anymore.

— Faith No More (*)

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Onde? No sítio do costume.

 

dre2312017a

Por falar em “onde?” e em “sítio do costume”, já assinou a petição? Que petição? Esta.

E a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação do AO90? E a Iniciativa de Referendo. Já assinou? Óptimo!

(*) ‘Spanish’, nesta versão.

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Salvem esta criança!

O futuro da América depende disso!

Gordon Kaye (1941-2017)

Partiu hoje aos 75 anos o icónico René du Cafe de Allo Allo

Uma questão de princípio…

jj
Na qualidade de sportinguista, presumivelmente sócio com as quotas em dia, Jorge Jesus tem total legitimidade para integrar a comissão de honra da recandidatura de Bruno de Carvalho à Presidência do Sporting Clube de Portugal. Mas o cidadão Jorge Jesus não se pode esquecer que exerce uma actividade remunerada no clube, o que pressupõe direitos e deveres. Mesmo que possamos considerar o cenário pouco provável, em caso de derrota nas eleições de Março do candidato apoiado pelo treinador, estará Jorge Jesus preparado para colocar o lugar o lugar à disposição da eventual nova direcção do clube, caso ela venha a existir? Era bom que este ponto fosse clarificado, mas ainda não vi esta pergunta formulada pela imprensa desportiva ao treinador, agora que o black-out terminou…

A TSU e a hipocrisia do PS

Nem vou falar do PSD de Passos Coelho. Porque já vimos o que foram os 4 anos da sua governação, porque sabemos aquilo que a casa gasta e, sobretudo, porque não gosto de bater em mortos. Mesmo aqueles que ainda não foram enterrados.
No fundo, em demasiados aspectos, o PS não é muito diferente do PSD. Relembre-se que na Oposição, foi sempre contra a redução da TSU. E o próprio António Costa nunca falou da TSU como contrapartida para o aumento do Salário Mínimo. Nem na campanha para as primárias do PS, nem na campanha para as Legislativas de 2015, nem em nenhuma outra altura.
Vêm agora dizer-nos que foi o Presidente-da-República-estacionador-nos-lugares-de-deficientes que esteve na base da medida. É igual ao litro. Esse senhor não tem poderes legislativos e só pode patrocinar seja o que for se o Governo estiver pelos ajustes.
Pelos vistos, esteve. Nem que para isso tivesse de rasgar os acordos com os parceiros de Esquerda (propositadamente?), onde assumia expressamente «a reavaliação das reduções e isenções da TSU».
Com efeito, o PS reavaliou as reduções da TSU. Só que para baixo.

Lettres de Paris #75

«There is never any end to Paris»

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assim chamou Hemingway a uma parte de ‘Paris é uma Festa’ (A Moveable Feast, no original). Hoje que é a última noite que passarei em Paris após 3 meses, mas sei que também para mim Paris não acaba aqui. Que hei-de voltar, embora por menos tempo. Porque se volta sempre a Paris, porque é impossível não querer voltar a Paris. Estou um bocado triste, é verdade, ou não será bem tristeza, mas uma certa melancolia, que não é a mesma coisa, de deixar a cidade onde vivi nos últimos tempos. Foi por pouco tempo, bem sei, mas ainda assim, constroem-se rotinas, criam-se laços, frequentam-se sítios, reconhecem-se cantos e lugares e de repente tudo isso deixará de existir e será substituído por outros sítios, outros cantos, outros laços, outros lugares, outras rotinas, que me são muito familiares. Penso que as retomarei sem esforço. Voltar a casa também tem os seus encantos. Mas, como já escrevi numa das cartas anteriores, nos primeiros dias será difícil não estar aqui, sei-o bem.

 

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