Zangam-se as comadres (o pior é que têm armas nucleares)


Quando a amizade entre dois facínoras se quebra sabemos que o pior dos cenários passa a ser possível. Desde a eleição de Donald Trump, a grande amizade com Putin era a vertente mais perigosa do delirante programa de Trump. O potencial de ocorrer um diferendo entre os dois era imenso, a começar pela delicada questão do levantamento das sanções à Rússia. O primeiro diferendo ocorreu mais celeremente que previsto. A Rússia já condenou o ataque dos EUA à base síria do regime de Assad. Quem está ao corrente do percurso de Putin conhece a sua irredutibilidade. A vingança ao ataque de Trump virá mais cedo ou mais tarde, mais patética ou mais violenta a vingança ocorrerá. Por exemplo, não surpreenderia que o video do chichi em que Trump se diverte com prostitutas em Moscovo fosse divulgado nos próximos dias.

Tudo isto não seria muito grave se esta dupla de irresponsáveis não tivesse armas nucleares à sua disposição…

De Dave Granlund.
http://www.davegranlund.com

Comments

  1. E quebrou mesmo? Estando na mesa o “impeachment” de Trump pela influência de Putin na sua eleição, nada mais conveniente do que eles parecem “aborrecidos” um com um outro por causa de um bombardeamento de uma base aérea na Síria, que dificilmente terá degradado a capacidade militar de Assad, até porque (já confirmou o Pentágono) foi previamente comunicado a Moscovo (logo, a Damasco).

    • Isso também é verdade, ajuda a fazer uma cortina de fumo nas acusações de ajuda da Rússia. Acho que a divulgação ou não do vídeo do chichi em Moscovo poderá ajudar a clarificar a situação 😉

  2. A.Silva says:

    Mas quais amizade que se quebra????
    Os neoliberais, os reaccionários, criam ficções, criam verdades e depois há uns idiotas úteis que as papam e propagam.

    Não Trump e Putim nunca foram amigos, nem trump é diferente de obama, é só a continuação da mesma linha criminosa dos EUA.

  3. Rui Mateus says:

    A questão pertinente é que este ataque cobarde feito sobre o povo sírio foi perpetrado peo imperialismo ianque. O resto são elucubrações caro Rui…

  4. joão lopes says:

    mais do que falar do trump,gostava de ouvir a dita gente que não tem voz,e que votou no trump,para saber a sua opinião sobre isto,afinal existe responsabilidade no voto,ou a dita democracia dos eua,é so faz de conta,ou brincar aos indios e oas cowboys…afinal quando votaram,não sabiam que o trump tinha prometido mais guerra,mais conflitos e mais ganhos(para alguns) em bolsa nas empresas de armamento?

  5. A questão é, se existissem vídeos, será que o actual presidente dos EUA entraria em choque directo com os interesses russos? Claro que não. Onde é que vai a história de que Trump estava refém de Putin?! Parece que já passou à história… Acreditar na existência desses vídeos não é muito diferente do que acreditar na carochinha.
    Quanto ao ataque à base síria, não me dá pena nenhuma. O que dá pena é ver um presidente, neste caso o B. Obama, a dizer que caso Assad usasse armas químicas os EUA iriam responder implacavelmente, e, depois, meteu o rabinho entre as pernas quando tal aconteceu. Nisto, cada um está com quem quiser. Fico estupefacto de ver tantos artistas a defender o Assad.

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