Mexia em dinheiro sujo


Não sei se trata de um verbo ou de um nome.

O presidente executivo da EDP, António Mexia, foi constituído arguido na investigação do Departamento Central de Investigação Criminal e Acção Penal (DCIAP) aos contratos entre o Estado e a EDP sobre rendas garantidas (os chamados CMEC). A notícia, avançada pela TVI e pela SIC Notícias, foi confirmada pelo PÚBLICO e mais tarde pelo próprio DCIAP. [PÚBLICO]

Sei que se trata de uma empresa estratégica para o país, que foi privatizada e que tem uma figura de topo a ser investigada.

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    Porque razão todos estes negócios que envolveram a privatização das antigas empresas do sector Estado, da PT aos CTT, da EDP à GALP, entre outras menos badaladas, têm todos eles, sem exceção, histórias destas, onde a corrupção se mistura com o tráfico de influências, favorecimento e amiguismo politico partidário.
    A razão é simples.
    Estas empresas não foram privatizadas sem que antes o Estado lhes garantisse uma espécie de monopólio atividade, ou as chamadas rendas, para que ficassem fora do perímetro da concorrência das outras atividades comerciais e industriais da economia. Por exemplo: Dizer que há concorrência no sector energético, ou na comunicações, em analogia com o sector automóvel, é pura demagogia. E estamos a falar de sectores bastante penalizados pela fiscalidade, como é o caso dos carros.
    Apesar de haver várias empresas a comercializar energia em Portugal, os verdadeiros donos da “corrente elétrica” são as empresas saídas da antiga Eletricidade de Portugal, e vendidas aos chineses. Tal como nos hidrocarbonetos e no gás, a GALP.
    Portanto, nós não tivemos nenhuma privatização, mas sim uma venda negociada politicamente, cujo alvo era o consumidor. O Estado cedeu os seus direitos de saque ao contribuinte a terceiros, sob a capa de uma pretensa privatização.

  2. Paulek says:

    Pois é, a mama da Pt, da meo, da nos, da cabovisao, “digo” Novo nova mama mas mais barata, tal Edp, qual Galp quais energúmenos quais governantes de nós, o povo que até parece que gosta comp já li aqui no Aventar que lhe estafem o dinheiro, que afinal convimos também faz falta, senhor Rui Naldinho gosto imenso dos seus escritos mas convenhamos, estamos entregues a Estes bichos. Estou em férias – Augsburg – Alemanha, não quero esta merda deste país – Portugal, morte, mas morte mesmo aos corruptos, chulos que enriqueceram com a falência do nosso querido país. Que pena!!!

  3. Lembro-me que um dos argumentos para a privatização era evitar a captura destas empresas pelos partidos. Vê-se !!!

  4. Foram os “mexias”, autênticos e principais agentes que atravessam transversalmente o bloco central de interesses que destruiu paulatinamente o país do qual só e ainda resta o nome. Esta casta de autênticos criminosos, está completamente à vontade pois sabe que será sempre protegida por um sistema que os torna imunes a uma justiça completamente desarmada de legislação que lhe possa chegar em tempo útil, transformando os tribunais em arenas mediáticas onde eles se vão passeando acolitados pela nata da advocacia paga a peso de ouro que tirando partido duma legislação falaciosa, feita a preceito, transforma diabos em anjos que vão saindo em ombros dos tribunais desacreditando a Justiça e os seus agentes.

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