António Louro, Presidente do Fórum Florestal e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mação, em Audição Conjunta na Comissão de Agricultura e Mar Intervenção do Fórum Florestal, afirmando o óbvio (a partir do 4º minuto).
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
António Louro, Presidente do Fórum Florestal e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mação, em Audição Conjunta na Comissão de Agricultura e Mar Intervenção do Fórum Florestal, afirmando o óbvio (a partir do 4º minuto).
[…] Aqui fica a sugestão para as estudiosas e estudiosos do assunto. Ou então, faz-se uma lei e está o problema resolvido. […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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E eu acrescento … “E sem um grupinho de advogados useiros e vezeiros em “fabricar” leis para favorecer os partidos, os políticos ou os amigos empresários…”
E este, porventura, constituirá o crime mais grave desta dita democracia, onde o tráfico de influências é doentio.
O tráfico de influência é uma figura (crime) punível por lei e só um regime corrupto, como o nosso, passa por cima desta vergonha.
Isto por acaso não é a ” Venezuela”? Pois não?Isto é tudo muito Giro!Tudo tão democrático! Tudo tão limpo!Gosto deste faz de conta . Gosto deste empurra: Gosto desta direita( filhos da puta), e desta esquerda( filhos da puta). Gosto. E viva o MEU KRIDO MEUS DE AGOSTO!
PS. E Viva a CGD… E O BLOCO DE ESQUERDA, E O PCP, e todas as TAXAS MINIMAS DE 5 EUROS DO ZAROLHO PAULO MACEDO!!!
Como adoro esta ESQUERDA LINDA, DA MERDOSA MARISA MATIAS!!
QUE CAMBADA DE FILHOS DA PUTA!Resumindo estamos fodidos com esta canalha dita de ” esquerda” á la Tsypras!
Meu caro Nascimento.
Explique-me lá o que pretende dizer com a resposta que me dá. Sinto que o meu amigo se “passou”, mas não consigo perceber que culpa tenho eu disso…
A única resposta que tenho a dar-lhe é que, de facto, isto não é a Venezuela. Isto é Portugal, embora não entenda a que “faz de conta” alude.
Cumprimentos.
Tem razão.Mas é que um gajo passa-se ( quando está a assistir aos telejornais com a berloque de esquerda Marisa) e, com tanta democracia, tanta cagança, quando se aponta o dedinho á Ditadura do outro lado do oceano, etc.
Mas, como diz, um gajo passa-se …e facilmente!
E, não foi nada diretamente para o Ernesto.
Quanto ao “faz de conta”? neste país? Tá a gozar! só PODE!… espere até ao dia 5 ( sexta-feira)… VAI COMEÇAR O FUTEBOL E O VIDEO ARBITRO!!! E aposto consigo que deixa de haver INCÊNDIOS/ VENEZUELA E TUTTI QUANTI!!! Vai uma aposta?
Cumprimentos.
Já percebi o seu “faz de conta” e tem toda a razão.
Quanto ao que se passa do “outro lado”, estou cheio de dúvidas. País que tenha petróleo, está feito. A quadrilha do Tio Sam passa por lá mais tarde ou mais cedo. Sem pretender defender os populistas da Venezuela, regime de que não gosto minimamente, tenho para mim que, na actual circunstância, são mais vítimas que algozes. Os americanos têm que lá por a pata e eu lembro-me muito bem o que eles fizeram no Chile. Tinha eu na altura 24 anos …
Mês, quero dizer.
Qunato á Marisa …era bom que deixa-se o cabelo de parte e os seus tiques de merda!
Depois de ouvir este senhor, lembra-me uma frase de alguém bem avisado sobre o assunto dos incêndios: “Só vejo uma explicação, há contrabando na costa.”
Argumenta que “o problema não é o eucalipto”. Eu digo que em grande parte é, assim como uma perspetiva capitalista pura e dura da rentabilização da floresta, e os problemas gerados pelo domínio do eucalipto “na floresta”. É uma euclipfesta!
Que problemas? Como João Camargo escreveu na revista “Critica”, do efeito estufa, da gritante falta de água, da morte da fauna e flora, da paisagem e da fixação de populações!
Sobre os incêndios, prevalecem as opiniões que tem a visão dos interesses das celuloses, mercadores de ideias de preferência bem e convictamente falantes. Prevalecem pois, tem uma dupla vantagem: vendem as ideias aos espectadores e tornam mais fácil a tradução dessas ideias em legislação.
Um perspectiva de fazer pensar a ter em conta: http://foicebook.blogspot.pt/2017/07/a-arrogancia-intelectual-do-radicalismo_28.html#more