Câmara do Porto discutiu projecto de Gaia para as Caves

Fotografia: UP

Imagem: World of Wine

Numa declaração feita hoje nas redes sociais, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, afirmou que foi discutido em reunião do executivo municipal da cidade do Porto o projecto de 100 milhões de euros que a Câmara de Gaia se prepara para licenciar e que irá desfigurar a paisagem urbana do Centro Histórico e das Caves de Vinho do Porto, destruindo um valiosíssimo e intemporal património.

Segundo Rui Moreira “a Câmara do Porto não pode nem deve pronunciar-se”, sendo o assunto “da competência da Câmara de Gaia e, eventualmente, da Direcção Geral do Património Cultural”.

Recorde-se que o actual vereador do urbanismo da Câmara Municipal do Porto, o Arquitecto Rui Loza, afirmou numa conferência organizada precisamente pelo município gaiense, que a destruição das Caves de Vinho do Porto implicaria para a cidade do Porto a perda da classificação da Unesco.

Parece que finalmente chegou…

FCC… o pai natal às operadoras de telecomunicações norte-americanas. Vem para estragar o negócio às tecnológicas e para acabar com a internet como a conhecemos. A ver vamos se a União Europeia se fica. Como dizia o cego…

Causa e consequência?

Ainda a propósito das viagens.
Em Maio de 2014, António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, recebeu como prenda uma viagem a Turim, Itália, oferecida por uma empresa de Lisboa cotada em Bolsa.
Em Fevereiro de 2015, 8 meses depois, a Câmara Municipal de Lisboa a que António Costa presidia perdoou quase 2 milhões de euros em impostos a essa empresa .

Gaia e Leça lideram poluição na Europa

(TSF): Gaia e Matosinhos ocupam o segundo e terceiro lugar num ranking Europeu de poluição com metais pesados lançados para a água.

Adenda:

Comentário da Câmara Municipal de Matosinhos (16h32):

“Meus caros:
A Agência Portuguesa do Ambiente já esclareceu que os dados em causa não correspondem à realidade e que vão ser revistos. Há uma notícia sobre isso no JN de hoje.
Obrigado”

Afinal as vacas não voam

Santana Castilho*

Seria divertido, não fora uma espécie de vomitório, analisar comportamentos políticos e institucionais ao longo dos tempos. A direita, que ontem gritava a necessidade de reduzir as “gorduras” do Estado e tesourava sem critério tudo o que era público (Educação e Saúde que o digam) apresenta-se agora a protestar com vigor contra a redução do financiamento dos serviços do Estado. O CDS conservador, pouco dado noutros tempos à justiça dos descamisados, é agora o primeiro a exigir demissões, enquanto a tradicional esquerda radical ajeita a gravata da contenção responsável e abotoa com classe o paletó da responsabilidade de Estado. O Ministério Público, esse decantador enigmaticamente vagaroso de processos que poderiam inspirar J. K. Rowling, acaba de fulminar, um ano depois, três secretários de Estado do PS, que aceitaram da Galp uma viagem rapidinha para ver a bola. Talvez possamos agora admitir que um procurador persistente, algum dia, nos venha garantir que a viagem em jacto privado para o Brasil, mais a semana de férias para si próprio e família, que o então primeiro-ministro Durão Barroso, do PSD, aceitou do empresário João Pereira Coutinho, sempre estiveram ética e legalmente separadas da venda da Quinta da Falagueira, que o Estado fez, uma semana depois, ao irmão do generoso amigo de Durão Barroso.

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Tramóia do Governo

Uma nova era vai ser inaugurada e instaurada na Europa a partir de Setembro próximo. Chega-nos pela mão do CETA, o ominoso Acordo Económico Comercial Global entre a UE e o Canadá que vai consagrar no velho continente direitos especiais para investidores estrangeiros poderem processar Estados, exigindo indemnizações milionárias quando considerarem que as suas expectativas de lucros foram prejudicadas por nova legislação.

O Acordo, que dedica dois dos seus 30 capítulos especificamente à defesa dos investidores, nada de vinculativo contém quanto a defesas para os Estados, por exemplo, no caso de prejuízos ambientais.

Os Estados, no CETA, apenas têm obrigações. [Read more…]

Os Truques da Imprensa Portuguesa e o jornal Público

No olho do furacão que envolve a página dos Truques da Imprensa Portuguesa e o jornal Público está uma notícia da jornalista Margarida Gomes sobre o presidente da Câmara de Gaia.

Essa notícia dá conta de uma rede familiar e de agentes políticos, associados ao autarca de Gaia, instalados nos órgãos sociais de IPSS com fortes ligações à Câmara Municipal. A notícia refere também um aumento salarial de 390% (o número peca por defeito) de que beneficiou a mulher do presidente da Câmara, funcionária de uma dessas IPSS, e informa que o assunto está a ser investigado pelo DIAP, tendo também sido reportado ao Ministro Vieira da Silva, a quem foi solicitada uma auditoria.

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Parceria Público Privada

psp
Filinto Pereira Melo

Portugal é aquele estado onde os militares contratam empresas privadas de Segurança e os privados (Pingo Doce, por exemplo) contratam PSP para fazer a segurança.