Raquel fantasyland


Desvaloriza a iniciativa privada, culpa o capitalismo pelos males da sociedade. Para a doutora Raquel, óptimo seria viverem todos à custa do Estado. Esquece contudo que essa experiência já foi tentada, gerou apenas miséria e provocou milhões de mortos. Uma tragédia se exceptuarmos os camaradas dirigentes que tinham a árdua tarefa de conduzir as massas…

Comments

  1. Marra, Almeida says:

    Marra, Almeida, marra, que cheira a vermelho.

  2. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Caro António Almeida.
    Não misture as coisas. Isso é fazer política barata e mal intencionada.
    A Senhora é simplesmente ignorante e não queira fazer o papel dela, porque não lhe fica bem.
    Esta Senhora se exerce algum cargo de gestora, só pode ser incompetente.
    Salazar era um homem de direita e nem toda a gente de direita se identificava com ele. Nem o caro António Almeida, estou certo.

  3. ganda nóia says:

    o almeida é burro? só isso pode explicar um post tão cheio de falácias e distorções. senão for burro, é simplesmente mal intencionado e longe de mim pensar isso do almeida.

    ainda é mais básico que o joão lemos esteves.

    e sim, almeida, o capitalismo na forma como está a ser “exercido” é o grande mal.

  4. Ana A. says:

    Eu, como não estou de má vontade contra a Raquel Varela, entendo o que ela quer dizer.
    Se alguém quiser aprofundar sugiro a leitura do seguinte:

    https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2017/09/03/o-mito-da-auto-europa/

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

      Não.
      A posição da Dª Raquel Varela não se pode prestar a mandar aquelas “postas de pescada” pela boca fora. O que ela diz é não só reprovável, como demonstrativo da sua natureza neo-liberal, com um “marxismo” de fachada..
      A questão de fundo a colocar é “O que é o valor” que a Senhora apregoa? Será apenas a SUA noção de valor?
      Se a criação de postos de trabalho não é um valor, se os 10% do nosso PIB não são um valor, o que é um valor?
      Ou para este senhora um valor não é riqueza?
      E não só monetária…
      Compreendo uma das partes do seu raciocínio, mas ela tem obrigação de o exprimir de um modo que não deixe dúvidas a quem a lê. E por isso, para mim, a Dª Raquel Varela demonstrou uma total ignorância mais não seja, ao transformar a palavra “valor” nos seus valores que podem não ser necessariamente os correctos.
      O problema desta gente é que fala de mais do “alto da burra” e têm complexos para descer ao nível do comum dos mortais.

  5. joão lopes says:

    iniciativa privada que não seja ladrona e de contrafação é bem vinda,e digo isto ,porque ainda não parei de rir com o tony carreira:e agora? a iniciativa privada tvi andou a propagandear um usurpador?o continente contrata contrafação de musica? e posso continuar:se contrata um ladrão,então se calhar tambem compram alfaces cheias de venenos,porque o povo cala e consente,certo?

  6. Paulo Marques says:

    “Esquece contudo que essa experiência já foi tentada, gerou apenas miséria e provocou milhões de mortos. ”
    O actual regime chinês discorda, não que seja isso que a Raquel quer. O que a Raquel quer é que o país não sirva só para acrescentar valor a empresas estrangeiras ficando o mínimo dos mínimos por cá, e isso muitas vezes nem impostos inclui.

    • joão lopes says:

      ele é a Raquel,a Mariana,a Catarina,e outras “elas”,só não vejo é um post. sobre a dr. paula teixeira da cruz,assunto:crime ambiental.

      • então vexa até escreve no aventar e queixa-se de escrita inviezada? não falam da Teixeira da Cruz aqui que chegue? sabe que pode ir ver os posts passados dos eus escritores de lero lero preferido e imprimir ? mas que falta de senso a queixar-se com a barriga cheia.

  7. Rui Naldinho says:

    Uma das razões porque a Alemanha passou ao lado da crise financeira tem a ver com a sua capacidade exportadora em alta tecnologia. Os chamados bens de investimento.
    Sim, também exportam bens de consumo, mas o segredo e o sucesso estão nos bens de investimento. Aqueles que eles desenvolvem e vendem, “mas o segredo fica sempre na casa”
    A maior parte dos hospitais portugueses estão equipados com equipamentos e aparelhagem Alemã e Holandesa. Da Phillips à Schneider, entre outros fabricantes. Mas não há em Portugal produtores destes equipamentos, dos mais corriqueiros aos mais sofisticados. São os alemães e holandeses que cá vêm montar os equipamentos e vão embora. A seguir vendem-nos as peças e sobressalentes.
    Os Alemães montam fábricas da VW pelo planeta fora. E montam carros em qualquer lado. Do Brasil à China, passando por Portugal. Tal como a BMW no México e noutros lados. Mas toda a tecnologia é pensada e produzida na Alemanha nos seus Centros de investigação. O T ROC teve o mesmo destino dos seus antecessores. A vantagem é nunca ficarem nas mãos de terceiros.
    Foi por isso que a “Quimonda”, um investimento germânico enorme, em Vila do Conde, deu o berro, e os alemães nem se preocuparam muito. Tinha uma incorporação nacional, que não ultrapassava os 15%. O resto vinha da Alemanha e de outros Estados.
    O que a Raquel Varela disse é verdade. O problema é quando as pessoas dizem as verdades de uma forma depreciativa. E isso fica-lhes mal. Claro que Portugal necessita da Auto Europa. E sabem por quê?
    Portugal não passa de facto de um país de montadores. Uma classe de montadores que se tem montado em nós sem trazer nada de acrescento à ciência e tecnologia das nossas empresas, como as do PSI20. Temos é empresários de construção civil e imobiliário, supermercados, turismo, vinhos, e ex monopólios estatais. Tudo o que está ligado ao consumo. E consumo rápido.
    Onde estão as:
    Oliva, Sancho, MIDA, CIFIAL, SAFRIMEX, Metalúrgica Duarte Ferreira, Máquinas Pinheiro, Motos Casal, Maquinag, FNAC (ar condicionado), Metalúrgica de Oeiras, Bóia & Irmão S.A. etc, etc; etc, etc..?
    Fecharam pura e simplesmente.
    Agora somos sub empreiteiros. Ou seja, montadores de carros alemães para o mercado europeu, e montados pelos nossos empresários de pacotilha, que vivem dos nossos salários a venderem-nos produtos nos seus supermercados e lojas de electrodomésticos.

    • Isto sim é um comentário, melhor que o texto que comenta e suplanta até na forma quem defende. Parabéns.

    • JgMenos says:

      Onde estão as tecnológicas?
      Estão onde o capital é respeitado.
      Estão onde não há grunhos a berrar pela sua distribuição.
      Estão onde há ensino de qualidade.
      Estão onde há sindicatos que respeitam o trabalho.

      • ZE LOPES says:

        Sim, sim! O capital exige muito respeitinho. Também não admira, é gente muito educada. Antes de matar, por exemplo, pede sempre licença antes, e desculpa depois

        • JgMenos says:

          Vai em frente Lopes!
          Tu é que sabes, carago!

          • ZE LOPES says:

            Já vi que V. Exa saíu mais uma vez da caverna. Será que hoje é dia de assembleia geral no Clube dos Amigos do Pinochet?

  8. Ouço sempre com atenção o que ela diz, porque muitas vezes, aparentemente fora da caixa ou alinhada com outra perspectiva económica, analisa os problemas bem. Podemos discordar, por ignorância, por ideologia ou porque sabemos também do assunto e rebatemos.
    O que ela diz relativamente da Auto-Europa é também verdade porque a empresa monta as peças que lhe chegam de outras proveniências e, por isso, o valor incorporado no produto final é parcelar.
    Bom seria se explorássemos o minérios, transformássemos em guarda-lamas, tivéssemos as borrachas, e montássemos todos os componente sem importarmos as matérias já transformadas. Aí a incorporação de valor era maior ou total.
    Claro que vivemos numa economia capitalista e ela discorda do modelo, ideologicamente falando.
    Mas isso não deve fazer com que não a ouçamos.
    Acho que por vezes há uma excitação com a Auto Europa exagerada porque é de facto uma empresa montadora de carros, Mesmo assim muito importante para a nossa economia e para a vida das pessoas que lá trabalho e daí têm o seu sustento.

  9. Ah! creio que alguém já disse que a nossa burguesia-capitalista se associada à burguesia europeia ou de outra paragens para nos explorar como “montadores de coisas”. Capitalistas nacionais não há verdadeiramente. tomara que houvesse e que soubessem incorporar valor nos produtos para os podermos vender no exterior livres de primeiras importações pela mão dos grandes capitalistas da europa, quase sempre ligados às lojas das viúvas alemãs inglesas, etc

  10. Manuel Félix da Costa says:

    Esquece por acaso a experiência bem sucedida e em liberdade que terminou tragicamente a 11 de setembro (há mais que um 11 de setembro…) no Chile?

  11. atento às cenas says:

    eu queria criticar o seu post depois desisti. está perfeito

  12. Pinochet + Milton Friedman = Fascismo says:

    Raquel Varela disse alguma mentira?

    A AutoEuropa não é uma linha de montagem?

    António de Almeida, crente na seita pafiosa, quis queimar a Raquel mas quem saiu chamuscado foi o António de Almeida!

    Estes pafiosos só se enterram mais, não conseguem arranjar argumentos com substância, logo, recorrem ao insulto e demagogia!

  13. Eu gosto é de montar!

  14. “Pelo fruto conheço a árvore”…
    Um pais que num programa a nível nacional em que se debate assuntos económicos, uma das vozes convidadas a pronunciar-se é a Raquel Varela ( que também faz parte da geração mais bem formada de sempre) , acham mesmo que podiam aspirar a mais que “montar” o que quer que seja ?
    A própria Raquel Varela (sem se dar conta) nada faz mais que “montar” as ideias marxistas que o nosso maravilhoso sistema de ensino lhe meteu na cabecinha… Estão à espera de quê ?

    Rui Silva

  15. Orlando Sousa says:

    Não resisto a citar o título de um post da Helena Matos que ilustra uma foto da Sorefame, na Amadora “Alguém pode dizer à professora Varela que já fizemos comboios mas deixámos de fazer porque uns colegas dela foram “defender” os trabalhadores?”.

    • A máquina de fazer pobres dos quais se alimenta não pára enquanto não fechar a Auto-Europa

      Rui SIlva

      • joão lopes says:

        alguem pode dizer á prof. matos que é hipocrita defender a iniciativa privada,e ao mesmo tempo ter avenças com o estado…

      • ZE LOPES says:

        A Dra. Matos foi professora de muitos colegas da Dra. Varela. Distribuiu muitos panfletos á porta da Sorefame e de outras companhias, contribuindo decisivamente para o seu encerramento.
        Só que já não se lembra. Nem quer falar disso! Lá se ia a avença no Observador, o “perdócio” passatempo de milionários que são muito chatinhos: quando cheira a esquerda despedem logo!
        Coitadinha. Ficava dependente do Estado e ainda morria à fome, ou pior, tinha de passar a fingir que era de esquerda! Cruzes canhoto!

    • Paulo Marques says:

      Aquela que o Cavaco privatizou a mando da Europa e que depois imigrou para paragens mais baratas? Grande exemplo.

  16. Antoni Almeida reconheço a sua verticalidade ao escrever aqui com tanto “admirador”, mas aqui não faz juz : perder tempo com tão reles defunto ? nem merece comentários , homem

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